Este livro tem como personagem principal um rapaz que se chama Rafael, que não gosta do seu nome. Rafael tem uma imaginação muito fértil, e durante as férias teve a ideia  de construir uma cabana. Ele e os seus amigos do grupo todos os anos tinham ideias novas, mas só naquele ano as conseguiram realizar.

Um dia, já com as suas construções realizadas, tiveram um encontro inesperado. Quando voltaram mais tarde, ficaram boquiabertos: com que será? Eles tinham muito cuidado com o ambiente, mas será que alguém vai interferir fazendo o que não devia? Navega neste livro e descobre as aventuras  do Rafael e dos seus amigos!

VAIS ADORAR!

Tânia

 Nota – Um obrigado à autora que passou por aqui e deixou mensagem nos “Comentários”.

Neste livro, conhecemos as aventuras de um rapaz chamado Gulliver, muito sonhador que ansiava partir de barco em busca de aventuras. E foi o que aconteceu.

Mas durante a viagem o barco naufragou.

Por sorte conseguiu chegar à margem de uma ilha.

Depois, como estava muito cansado, deitou-se e acabou por adormecer.

Quando acordou, bem tentou levantar-se mas não conseguiu! Os aldeões, seres muito pequenos – Liliputianos – tinham-no prendido ao chão.

Levaram-no ao rei e Gulliver tentou dizer-lhe que não fazia mal a ninguém, mas o rei não queria acreditar. Por fim, lá convenceu o rei porque fez de tudo para mostrar que não lhes queria mal. Quando Liliput entrou em guerra ele ajudou-os, pegando nos barcos dos inimigos e atirando-os para o meio do mar.

Depois disto, fizeram uma festa em nome de Gulliver onde se juntaram todos os cozinheiros da região para dar de comer ao gigante.

Mais tarde, todos juntos, fizeram um barco para ele partir porque tinha muitas saudades de casa. E assim ele partiu!

Será que Gulliver ainda viveu mais aventuras no mar?

Lê este interessante livro e descobre!!

Tiago João

Matilde era uma menina muitíssimo inteligente. Mas os seus pais eram muito implicantes, obrigavam-na a ver televisão e negavam-lhe a leitura.

Enquanto a sua mãe ia jogar bingo e o seu pai ia para a garagem trabalhar nos carros, Matilde aproveitava para ir à biblioteca pública.

Surpreende a bibliotecária ao ler livros muito a avançados para a sua idade e começa a trazê-los para casa. Passado algum tempo, Matilde pede ao seu pai um novo livro, mas como ele não achava nada bem, destruiu o livro da biblioteca. Por causa deste acto do seu pai, ela tem de pagar o livro com a sua mesada. Então, para se vingar do seu terrível pai, pôs supercola no seu chapéu o que lhe veio a causar um grande embaraço!

Mais tarde, vai para a escola, onde encontra uma professora extraordinária (Sra. Honey) que percebe a sua inteligência e queria avançá-la de classe, mas a directora da escola (Sra.Trunchbull) rejeita.

Um dia, a Sra.Trunchbull vai dar aula à sua turma e uma amiga de Matilde coloca uma salamandra dentro da jarra da directora e a Sra. Trunchbull deita a culpa a Matilde. Ela fica furiosa e aí descobre que tem poderes mágicos – consegue deitar a jarra ao chão com os olhos.

 Lê este livro! Vais surpreender-te com a Matilde!

Diana

Esta escritora podia escrever sobre o mar ou sobre uma viagem, mas não. Escolheu antes escrever sobre uma rapariga que precisava de sossego e muito silêncio para iniciar a sua carreira como escritora. Para isso, comprou uma casa já com muitos anos mesmo pertinho da linda praia que estendia por toda a costa. Só que a jovem escritora não foi muito bem-vinda. Logo no primeiro dia, apareceu por lá um rapaz que se interessava muito pelo mar e não deixou de a chatear enquanto ela vivia naquela casa. Com  o passar do tempo, por incrível que pareça, tornaram-se amigos. E até, imagina tu, o Dunas ensinou a pequena escritora a nadar. Mas uma coisa muito má aconteceu por acaso. Já estás curioso, não estás? Então, não hesites em ler este livro que vais adorar para sempre!!!

Inês Paredes

Este livro fala um pouco da vida de Camões. Não diz muita coisa, pois ninguém sabe como foi exatamente a sua vida, mas, para quem o quiser conhecer, este livro tem as palavras certas para todos saberem que ele foi um grande poeta.

“Fascinante talvez se possa dizer que foi a vida de Luís de Camões, se considerarmos de igual peso as Aventuras e Desventuras que, no seu tempo, por este mundo perpassaram e lhe aconteceram.

 Ir ao encontro das harmonias e desarmonias desse fascínio é uma tarefa que parece quase impossível dada a escassez da informação disponível. E, no entanto, é exatamente isso que me desafia a perseguir tal tarefa.

 Este é, portanto, o tempo mágico de nos tentarmos aproximar de Luís de Camões. Difícil, o trajeto entre a vontade do pensamento e as palavras, que reafirmam o possível do impossível, o dizível e o indizível.”

 Aqui fica um excerto do livro para te adoçar mais a vontade de o leres.

Conheces algum dos poemas deste grande homem? Queres conhecer?

Lê o livro, pois à medida que o vais folheando, vais encontrar o que procuras.

Inês Gama

Pai,

és silêncio quando não me compreendes

és homem quando choras comigo

és nuvem quando me levas ao meu mundo

és mãe quando me aconchegas

és sol quando me dás luz

és olhar quando me dizes a verdade

és deus quando apagas os meus medos

és tesouro quando te ganho.

És tudo isto e muito mais, mas principalmente és o meu PAI!

 Era naquela semana que se iria disputar a final da taça dos campeões entre o Ratónia Futebol Clube e o Roedorix Futebol Clube e de uma coisa temos a certeza: a família Stilton é fã ferrenha do clube de futebol de Ratónia porque o avô do Gerónimo é o presidente do dito clube.

Certa noite, o avô do Gerónimo chamou toda a família Stilton para lhes dizer que o Cruzanto Cruza tinha desaparecido misteriosamente. Ficaram todos chocados e o avô pediu voluntários para ajudar a encontrar o capitão da equipa de futebol que logo se ofereceram para ajudar o Esparrela, a Tea, o Benjamim e a tia Glória.

O avô mandou os cinco para a bicicleta. O Gerónimo sempre habituado ao trabalho de jornalista e pouco dado a coisas do desporto, ficou cansado em pouco tempo. Quase não conseguia chegar ao Pico Fedorento que era o lugar onde se ia realizar o jogo de futebol.

Quando finalmente lá chegaram, o Gerónimo teve de vestir uma das roupas do Benjamim porque o Esparrela havia escondido na roupa de Gerónimo um frasco com mel.

Pouco tempo depois, Gerónimo escorregou numa caixa de bombons, caiu na lama e ficou com o pêlo cinzento. Qual não foi o espanto de todos quando se aperceberam que este parecia o Cruzanto Cruza; com uns pormenores não deixava dúvidas. Então todos decidiram que era boa ideia fazer passar o Gerónimo disfarçado, pelo capitão da equipa.

Deste modo, o avô falou com o treinador e ele concordou treinar o Gerónimo, e ele treinou tanto, viu todos os vídeos do capitão que de manhã parecia que estava morto. O problema pôs-se quando se aperceberam que o Gerónimo não podia usar óculos e nem sequer via uma parede à sua frente.

Finalmente chegou o dia da finalíssima entre o Ratónia e o Roedorix e nem sinal do capitão de equipa.

O jogo começou e parecia que o Cruzanto Cruza estava a jogar bilhar, nada saía bem e tudo por culpa do falso capitão, ou seja o Gerónimo que não conseguia ver “ uma casca de queijo”.

Queres saber como terminou este jogo? Será que o verdadeiro Cruzanto apareceu e os raptores foram descobertos?

Então não percas tempo e requisita este emocionante livro!

Nelson  Vieira da Silva

      

     

- Tiagooooooooooooooooooooooooooo!

        A voz da professora era um trovão a atravessar os ares, a estatelar-se de encontro à parede da sala. Os olhos dela vestiam-se de tempestade e fulminavam a raios o distraído Tiago.

        Outra flecha cruzou o espaço:

        – TIAGO!!!

        A voz tornou a ouvir-se, toda em maiúsculas. Uma voz autoritária, enorme, uma montanha das maiores com neve lá no alto; uma voz que não podia deixar de ouvir-se.

        Toda a turma escutava sorridente. Todos olhavam a professora furiosa. Como não é comigo, até tem piada.

        Tiago, impassível, não ouvia nada. Uma vez mais, alheara-se do mundo e partira à desfilada. Nesse preciso instante, Tiago chamava-se Alfafa Alfacinha, usava um turbante branco e longas vestes de linho fresquíssimo.. E atravessava o deserto bem acomodado entre as duas bossas do seu camelo particular, o valente Pachorra. Para que atravessava assim o infinito deserto, escorrendo suor, desafiando um mar imenso de areia, escaldando-se ao Sol? Todo fazia para perseguir o perigoso beduíno Ali Vounumpé e Venhonoutro – bandido que roubava a ricos e a pobres para dar ao seu tesouro, cada vez mais engrandecido.

        As marcas das ferraduras do cavalo árabe de Ali Vounumpé e Venhonoutro desenhavam-se, nítidas, na areia. Se ao menos aparecesse na primeira esquina, por detrás de uma palmeira, um sumo de limão fresquinho, com duas pedrinhas de gelo e uma palhinha… De súbito:

        – TIAGO!!!

        Um cato cheio de espinhos surgiu no caminho. O camelo Pachorra não o esperava: assustou-se de morte, ergueu-se nas patas traseiras, tremelicou os feios lábios, sacudiu as bossas; Alfafa Alfacinha, o herói, saltou da garupa, fez uma pirueta e estampou-se com estrondo na areia dura do deserto.

        Tiago abriu os olhos, sacudiu a areia da boca. Ergueu a cabeça e viu a professora, roxinha de raiva, à sua frente.

        – Fazes favor, dá-me o teu caderno! Quero escrever ao teu encarregado de educação!

        A turma riu a bom rir.

Como conseguirá o nosso Tiago sobreviver entre estes dois mundos tão diferentes, o mundo do sonho e o mundo da realidade? Lê o livro e vais descobrir que, por vezes, a realidade é mais maravilhosa do que os sonhos. Só que para lá chegar, é preciso sonhar!!!

Este livro fala-nos de um pobre rapaz cujo nome é Sebastião, mas o seu nome mais conhecido é “Tião”, que começou a viver com o seu avô, mas não muito satisfeito!

Quando os pais do Tião queriam trazer o avô da terra dele, mesmo sabendo que ele não queria abandonar a sua terra de nascença para ir para a o apartamento da filha, aí é que o rapaz ficou  triste e ao mesmo tempo com uma fúria eterna, pois  tinha de dormir na sala porque fora obrigado a dar ao avô o seu quarto.

    O avô não gostava de viver na casa da filha; sentia-se preso como um pássaro na gaiola e estava triste por ter deixado tudo o que gostava na sua terra: a sua cadela, os seus animais e todos os seus amigos.

    Um tempo mais tarde, o avô do Tião vai para um lar de idosos! Deixo-te um pergunta para adoçar este livro: o que será que aconteceu para o avô do Tião resolver ir para um lar ?

Este livro é uma delicia! Lê e adoça-te!

Laura Klaser

Nesta história, ficas a conhecer uma rapariga chamada Clarinha e o seu amigo Luís. Pela altura do seu aniversário, Clarinha ofereceu-lhe um livro muito especial.

Acontece que, um dia, o Luís vai fazer um cruzeiro até às Caraíbas – ela adorava sítios onde houvesse muito sol! Para ocupar o tempo da viagem, numa noite de insónias, decide pegar no livro que lhe fora oferecido para ler um pouco. Mas dá-se o azar do livro cair ao mar! O Luís atira-se também para o recuperar e, um tempo mais tarde acorda, numa praia deserta. Vê então um índio da sua idade que lhe diz que ele está no paraíso! E aqui começa uma outra grande viagem pela natureza e pela amizade.

Mas será que onde o Luís está é um sonho ou a realidade?

Helena Vieira

Este livro começa no último dia de aulas na escola primária, precisamente quando a professora elege os meninos que passavam para o ciclo e, felizmente, Jorge Ribeiro dos Santos conseguiu transitar de ano, mas ficou triste pelo seu colega de carteira chamado Armindo que já era maior do que a professora, e que era o capitão de equipa de futebol, o mais forte da escola e também o mais velho da turma não ter tido essa sorte.

O narrador, o Jorge, conta-nos parte da sua vida a partir desse dia tão importante.

Fala-nos de Adrianinho, um homem em idade adiantada que quando Jorge era pequenino tinha aversão às suas enormes barbas brancas e cuja velhice o pusera em más condições de saúde. Adrianinho gostava muito de se ver rodeado de gente nova para contar as suas histórias sempre da mesma forma e preocupava-se muito com os estudos da personagem principal, perguntando-lhe se os ia terminar. Jorge respondia-lhe que não sabia pois antigamente poucos eram aqueles que estudavam.

Certo dia, o Jorge é informado que têm que mudar de terra porque o seu pai ia trabalhar para esse local.

O que vai mudar na vida do Jorge?

Será que ele continuou a estudar?

Para saberes mais sobre esta história interessante, lê este livro que encontras na nossa biblioteca.

Gonçalo Antunes

Realmente, isto de sonhar é uma perda de tempo! Afinal, os sonhos são ilusões! Ou será que não? Não será que tudo aquilo que fazemos bem é porque antes também o sonhamos bem? E não é bom sonhar acordado?

Neste livro vais conhecer um homem que não acreditava nos sonhos porque, pensava ele, nunca se tornava real o que ele sonhava. Até que, um dia, deram-lhe o poder de fazer reais todos os seus sonhos…. Foi vê-lo a sonhar com tudo: jardins, barcos, ouro, palácios! E a sua felicidade crescia, crescia… Mas, no meio desta felicidade, apareceu um sonho terrível!!

Com que terá sonhado o nosso homem? Lê o livro e prepara-te para um final surpreendente.

Afonso

Nesta história, conhecemos um menino chamado Henrique que viveu uma grande amizade e uma inesperada aventura.

Um dia, o seu pai trouxe para casa uma cabra e Henrique tinha ficado com a tarefa de ser seu dono. Chamou-lhe Pernas Tortas e levava-a diariamente a pastar. Certo dia, ela fugiu para o quintal do Chico da Juliana, um homem velho arrogante que ainda mais furioso ficou quando soube que a cabra lhe comera a sua colheita.

Henrique preferiu ir desculpar-se ao Chico da Juliana que, inesperadamente, o perdoou e os dois ficaram amigos.

Depois deste acontecimento, Henrique visitava várias vezes este novo amigo e descobriu que ele afinal era um grande artista. Naquela altura, andava a fazer uma escultura de um anjo, que pedira a Henrique para o colocar na sua campa quando este falecesse. E assim aconteceu: quando o amigo partiu para o outro mundo, Henrique cumpriu a promessa com as suas próprias mãos e lá foi colocar o anjo azul no cemitério, demonstrando assim o valor de uma grande amizade.

Passados alguns dias, aconteceu nova peripécia na vida de Henrique. Foi quando o Abílio e o Zé Courinho, dois rapazes que admiravam a Otília, a irmã do Henrique, disputaram o amor da rapariga.

Queres saber qual deles foi o pretendido?

Posso ainda adiantar que houve uma fuga no dia do casamento de Otília. Quem seria?

Queres saber o que aconteceu mais na vida deste pacato rapaz?

Lê esta história que certamente te interessará. Podes encontrá-la na nossa biblioteca.

João Rodrigues

A rapariga desta extraordinária história é em parte invulgar. Quando se zanga com alguém, fica mesmo irritada e zás!…, com o seu implacável “Dedo Mágico”, aplica um castigo exemplar a quem se portou mal. As consequências são imprevisíveis e até parecem coisas de artes mágicas. Mas, às vezes, chegam a ser cómicas. Como daquela vez em que o apontou à sua professora, a velha Sra. Winter, que a mandou soletrar gato e ela disse g-a-t-u. A Sra. Winter chamou-lhe burra, então ela ficou irritada e apontou-lhe o seu “Dedo Mágico”, a professora transformou-se num gato e nunca mais vai ficar bem. Um dia, por razões que irás descobrir se leres o livro, ela apontou o “Dedo Mágico” à família Gregg.

Quem será a família Gregg? O que lhes aconteceu? Será que ficaram bem?

Isto são perguntas, se quiseres respostas vai à nossa biblioteca e lê o livro porque eu mais não digo!!

Inês Gama, 6º B

Os amigos ganharam um concurso cujo prémio consistia em receberem bilhetes de avião para Cabo Verde. Ainda no aeroporto, fizeram amizade com um menino Cabo-Verdiano (Yuri) que já estava habituado a viajar para Cabo Verde a visitar o seu pai. Este amigo foi-lhes muito útil pois conhecia Cabo Verde como a palma da sua mão.

Durante a viagem, repararam em dois sujeitos estranhos acompanhados de um menino preocupadíssimo. As gémeas largaram o Caracol, que saltou para o colo do menino, que o agarrou como se fosse uma tábua de salvação. Quando chegaram ao destino, o menino tinha escrito no braço “S.O.S.”. O grupo de amigos percebeu que o menino estava em apuros e decidiram segui-los.

Sempre que podia o menino chamado Mário deixava pistas e contou aos meninos que os italianos o tinham convidado bem como ao seu irmão para irem passar férias a Cabo Verde (seu país de origem), mas sequestraram o irmão (Nelson) e serviram-se do Mário como intérprete, pois a sua intenção era procurar um tesouro.

Passo a passo, os amigos andaram de ilha em ilha, à procura de pedaços de mapa, que se encontravam em lugares muito estranhos.

Queres saber onde descobriram as peças que lhes faltavam para encontrarem este tesouro e o que fizeram com ele? O que teria acontecido aos italianos?

Lê este livro emocionante e aventura-te com este grupo fantástico!

Nuno Alexandre Pereira,  6ºA.

   Quando o Henrique, o tal terrível, sabe que a Rita Rezinga vai ficar por uns tempos na casa dele, ele fica fulo com a notícia. Tão fulo que nem conseguia pronunciar uma palavra.

   E quando a Rita chega, começa a confusão. Ela só sabia mandar.

   Quando ela espirrou, o resto da família limpou: o pai escovou, a mãe varreu, o Pedro limpou, o Henrique aspirou. Até que… o Henrique apontou o aspirador à Rita.

    “- SOCORRO! – guinchou a Rita.

   – Henrique! – chamou à atenção o pai.

   – Não sejas terrível ! – ralhou a mãe. “

Lê este livro, vais adorar!

José Ferreira,  6º B

            Este livro começa por falar das férias de verão do Greg. Ele diz que as suas férias começaram mal porque o seu irmão Rodrick o acordou às três da manhã e disse que ele tinha dormido todo o verão. Ele acreditou porque o irmão Rodrick vestiu a roupa que costumava levar para a escola, tinha adiantado o relógio dele e tinha fechado as janelas para parecer de noite.

            Quando chegou lá baixo, para tomar o pequeno almoço como fazia todas as manhãs,  deve ter feito muito barulho porque quando dá por ela o pai já está a berrar com ele. Quando as férias acabaram e quando ele teve Educação Física aproveitou para ir ao campo para ver se o queijo que alguém deixara cair de um pão e ganhado bolor ainda estava lá. Ele conta que um menino tocou no queijo e depois surgiu uma coisa chamada “o toque do queijo”, que funcionava assim: quem fosse tocado pelo toque do queijo ficava com ele até tocar noutra pessoa e a única forma de se livrar do toque era fazendo uma fisga.

            Será que se vai passar mais alguma coisa com o toque do queijo? Lê o livro e descobrirás!  Está na nossa biblioteca.

 

Francisco Silva, 6º B

      Este livro fala de um grupo de amigos que descobrem algo terrível:  um vírus atacou todos os computadores do mundo! Mas eles não vão deixar as coisas assim! Os quatro indagas começam por suspeitar de um grupo de pessoas que queriam fazer mal a toda a gente. Partem então para o Brasil e passado um tempo convocam os jornalistas, pois querem fazer uma revelação.

         Será que descobriram os criadores do tal vírus informático?

 

         Lê este livro e vais encontrar uma aventura emocionante, como se fosse um filme policial!! 

David Ciparci, 6º B

 

O rapaz desta história é um adolescente que sofre uma situação complicada entre os pais. Dinis, o jovem adolescente, é atraente, tem um irmão e uma irmã: o Tó Bé e a Mena que são mais novos do que ele.

        Ele está sempre a protegê-los, como daquela vez que ligou para os irmãos a ver se o pai lhes tinha batido.

        “- Tás boa, Mena?- perguntou o Dinis.

        – Como é que queres que esteja, meu?! A mãe tá uma pilha! Já teve de tomar não sei quantos comprimidos para os nervos e continua péssima, Dinis! Tu tens mesmo a certeza do que estás a fazer?…

        – Tenho, Mena – respondeu, com sinceridade, o irmão mais velho. Agora, se não te importas, vai chamar o Tó Bé e despacha-te, que eu estou na cabina.

        Pouco depois, o mais novo da família pegou no auscultador. A sua voz era trémula, mas isso já era de esperar.”

        O que e que será de esperar? Será que é alguma coisa sobre o pai? Será que o pai lhe bateu?

        Eu li este livro e aprendi muito com o Dinis…

Podes requisitar este livro na nossa Biblioteca, ACREDITA QUE VAIS GOSTAR.

Luís Miguel, 6ºB

“Tinha chegado o grande dia. Como era sábado, a Rita aproveitara para dormir ate mais tarde e, mal se levantou, viu, numa jarra colocada sobre a mesinha redonda, um ramo de rosas ao qual estava preso um cartão. Leu-o em voz alta:

- Um grande beijo dos pais neste dia tão importante! Votos das maiores felicidades… Irene e Henrique.

Cheirou as flores e sorriu enternecida com aquele gesto dos pais. Depois, vendo que a casa estava silenciosa, foi à cozinha, onde Gracinda lhe deu um beijo e a felicitou pelos quinze anos, rematando que estava, decididamente, muito velhota.

- Os meus pais? – Quis saber Rita.

- O seu pai foi comprar o jornal e a mãe foi ao cabeleireiro.

- Outra vez?!

- Sabe que a sua mãe gosta de andar sempre com o cabelo arranjado, menina. É por isso que ela tem o cabelo tão bonito.

A Rita tirou uma maçã da fruteira e começou a comê-la.

- Então e o resto? – Perguntou Gracinda.

- Qual resto?

- O leite e o pão? Só vai comer isso?

- Só. Estou a guardar-me para o teu almoço e, sobretudo, para o teu jantar! Queres que eu fique uma baleia?

- Tss… que disparate! A menina é uma trinca-espinhas! Coma lá um pãozinho e deixe-se dessas coisas, vá.

- Não quero Gracinda, já disse. Olha estão a tocar a porta. Deixa-te estar, que eu vou lá.

Ainda de maçã na mão, a Rita abriu a porta e deparou-se-lhe um homem novo, bem vestido de mais para ser carteiro, que lhe entregou um embrulho, dizendo:

- Parabéns Rita!

Sem que ela tivesse tido tempo de perguntar ao homem quem era ou, pelo menos, agradecer-lhe a felicitação, o desconhecido sumiu-se, caminhando a passos largos pelo jardim ate ao portão.

Curiosa por saber o que traria o embrulho que o homem lhe trouxera, encaminhou-se para a sala e abriu-o. De dentro de uma caixa de cartão saiu então uma moldura prateada com uma fotografia de um bebe ao colo de um jovem muito parecido com o individuo que, pouco tempo antes lhe dera os parabéns e desaparecera.”

Quem será este homem? Lê este livro e logo verás quem é ele.

Patrícia Ribeiro, 6ºB

    “Há duas horas que o Jorge e o Joel andavam às voltas nos caminhos de terra batida na serra da serra. Iam de mota, a caminho da Quinta das Almas, uma casa de repouso onde a tia Edite recuperava de uma crise depressiva que se seguira à morte do Sr. Saraiva. Tinha ido por oito dias mas já estava na Quinta há um mês e o Joel levava-lhe na mochila o correio acumulado, documentos para assinar e algumas coisas pessoais.

            – Já me doem as orelhas com o frio – queixou-se o Joel, que ia no banco detrás, a puxara gora do anoraque para cima.

            – O quê? – gritou o Jorge.

            – Deixa lá – gritou o Joel. – A mota faz muito barulho.

            – O quê? – gritou o Jorge. – Fala mais alto que a mota faz muito barulho.

            Mais adiante pararam. Tinham acabado de chegar a mais uma encruzilhada. Só sabiam que a Quinta das Almas ficava perto da Aldeia de Chão, que não vinha no mapa das estradas e ninguém parecia conhecer.

            – E agora? – quis saber o Jorge a esfregar as orelhas com força. – Deitamos a moeda ao ar?

            Eram cinco da tarde e não faltava muito para escurecer, como sempre acontecia em finais de Novembro, o que só iria piorar as coisas. “

 

AGORA, SE QUEREM SABER O RESTO DA HiSTÓRIA, É SO IREM À BIBLIOTECA DA ESCOLA E… PREPAREM-SE PARA O PIOR!!!

 

Ana Rita, 6º B

Trata-se de um livro muito interessante para os fãs da matemática.

        “- Ai sim? Como pode a matemática ser assassina?

         – Acredita no que te digo, miúdo. Vê só este caso retirado dos ficheiros da policia.

    Cidade: Chicago, E. U. A.

    Local: Restaurante italiano do Luisão, o «Mandão»

    Data: 1 de Abril de 1927

    Hora: 01:30h da manhã

    «Dedos-Leves» estava à espera que uns homens fossem embora para lavar o chão. Era a única mesa cheia, as outras estavam todas levantadas. Eles não podiam mandá-los embora, a menos que estivessem dispostos a sair de uma caixa de madeira.

     Depois veio a conta: 23 escudos e 35 centavos.

     – Podíamos dividir a meias. – afirmou o Jaime.

     Isso não valeu a pena, porque armou-se a confusão. Logo então o «Fuinha» tirou uma metralhadora de baixo do chapéu.”

    Será que alguém se matou? O que irá acontecer a seguir?

    Se queres saber o que vai acontecer a seguir, requisita este livro.

Francisco Marques, 6ºB

Era uma vez um rapaz chamado Charlie. A família dele era muito pobre e a comida lá em casa levava sempre…  couves! O Charlie não gostava lá muito, mas ele comia. Quando ele ia para a escola, sentia o cheirinho a chocolate derretido que vinha de uma fábrica; até lhe fazia água na boca. Ele via muita gente a entrar para os seus postos de trabalho, na fábrica do Sr. Wonk.

 As outras fábricas não se comparavam a do Sr.wonk porque elas não vendiam a quase nada. E foi por isso que as outras fábricas resolveram contratar espiões para conseguirem as receitas secretas. Os espiões faziam-se passar por trabalhadores normais. 

Quando o Sr. Wonk soube disso, resolveu fechar a fábrica. Mas, no dia a seguir, quando o Charlie ia para a escola, viu as chaminés a deitarem fumo. Entretanto, o Sr. Wonk depois decidiu lançar um anúncio. Esse anúncio era:  Quem encontrasse um bilhete dourado dentro de uma tablete de chocolate Wonk iria fazer uma visita à fábrica. Claro, toda a gente começou a comprar tabletes de chocolate Wonk. Mas, só havia cinco bilhetes dourados. Queres saber quem os encontrou? E será que o Charlie encontrou um deles?

Lê este livro e descobrirás a resposta a estas perguntas e muitas outras situações que te vão surpreender!

João Pedro, 6ºB

     Este livro conta-nos a história de Rani, uma fada-da-água a viver no Vale das Fadas que, certo dia, quando estava a chamar uma nuvenzinha que ia a passar, viu a sua vida complicada. Sem ela dar por isso, um espírito da água chamado Dab convenceu-a a tomar conta de um bando de nuvens carregadinhas de chuva!

Dab só podia afastar as nuvens quando Rani respondesse a uma pergunta: Quais são os três maiores tesouros do vale das fadas?

Rani não sabia quais eram esses três tesouros e, no tempo que demorava a descobri-los, o Vale das Fadas ia ficando cada vez mais molhado por causa das nuvens que não paravam de deixar cair a chuva.

Quem ajudou  Rani neste grande problema?

Será que Rani descobriu os três tesouros?

E Dab, terá ele afastado as nuvens do Vale das Fadas tal como prometera?

Se quiseres descobrir a resposta a estas perguntas, lê este livro!

Sara Salgado  6ºD

Este livro fala de um menino chamado Greg. Ele gosta de uma rapariga chamada Holly. Ele tem dois irmãos, um é o Rodrik e o mais pequeno o Manny. No dia de páscoa, quando iam para a missa, ele sentou-se em cima do coelho da páscoa do Manny e sujou as calças. O Rodrik, como não gostava da missa, disse que lhe empestava as dele, mas só que a mãe não deixou e emprestou ao Jeff o casaco cor-de-rosa para pôr à cinta. Quando viu a Holly, sentiu-se envergonhado por estar naquela figura. Ele foi com a mãe para o coro e quando começaram a cantar o tio Joe agarrou-lhe a mão. Depois, quando a música acabou,  ele apontou para o seu tio Joe a fazer sinal de maluco. Quando chegou a hora de dar a esmola, ele pediu à mãe um dólar para impressionar a Holly; mas quando deu por ela, tinha deitado cinco dólares!! Tentou tirar o troco, mas já era tarde. A meio da missa, lembrou- se que o irmão Manny o chamara …
O que se irá passar a seguir?

Será que o nosso amigo vai conquistar a Holly ou vai encontrar alguma outra rapariga?

Lê o livro e decobrirás. Ele está na nossa biblioteca.

Francisco Silva, 6º B

Este livro conta a história de uma árvore diferente das outras. Tinha o coração nas raízes da terra que fazem cócegas nas nuvens. Tão depressa acariciava os gatos que a visitavam, como os afugentava para receber os lindos passarinhos que dela precisavam. Mas será isto que todas as árvores fazem? Até pode ser … mas esta era especial porque tinha os olhos bem abertos e desta forma podia ir muito longe.

Era muito comum ouvi-la comentar: “ Sou a penas uma arvore no fundo do quintal. Devia estar calada e quieta, mas não sou capaz. Às vezes parece que oiço a paisagem mandar-me calar .“

Queres descobrir o que via esta árvore com os seus curiosos olhos? E a quem os emprestava ela?

Descobre tudo neste livro amigo da natureza!

Carlos  Rocha  6ºA

Esta história fala de uma rainha que adoeceu quando estava grávida e só uma flor mágica a podia curar. Rapunzel nasceu pouco tempo depois, e a flor que salvou a mãe deu-lhe um cabelo mágico.

Mãe Gothel, uma mulher malvada, queria usufruir dos poderes do seu cabelo mágico, raptou a pequena Rapunzel da família real, e aprisionou-a numa torre muito alta. Todos os anos, no aniversário da princesa, a sua família lançava lanternas para a escuridão, na esperança que a princesa regressasse.

Um dia, Flynn, um ladrão muito procurado, encontrou a torre onde Rapunzel estava presa e esta apaixonou-se por ele que vai ajudá-la a fugir da torre para ir ver as lanternas.

Através de uma série de aventuras, sempre com o Flynn, com Max, o cavalo da família real, e Pascal, o pequeno camaleão da princesa, Rapunzel descobre os encantos do mundo exterior e de uma nova vida.

Flynn, ao levá-la até ao reino dos pais, passou pela aldeia e ela teve a dançar com os habitantes. Mas de repente a Mãe Gothel chegou à torre e reparou que a Rapunzel não se encontrava lá. Foi logo à procura de Rapunzel e …

Se queres saber o que aconteceu a seguir, requisita este livro e admira-te com esta linda história!

Ana Carolina  6ºA

Este livro é constituído por vários capítulos e como o que eu mais gostei foi “O Bolo da Noiva”, vou contar um pouquinho dessa parte.

Estava uma manhã radiosa. Os pombos mais novos andavam a namoriscar, entusiasmados com o brilho e o clorido das penas das pombas mais bonitas que se passeavam na praça do Pombal do Marquês.

Colombo tinha acordado tarde naquele dia. Na verdade, não dormia bem de noite, por causa de um pesadelo em que se viu sozinho tendo de enfrentar um gato tão grande e medonho que lhe pareceu um tigre. Ao ver que os jovens andavam entretidos atrás das companheiras, o velho pombo-correio resolveu regressar ao lugar onde tinha adormecido na véspera, numa das ruas que iam dar à praça.

A visão dos jovens pombos a namorar trouxe-lhe à lembrança uma outra imagem de que não poderia esquecer-se nunca: a de Columbina, a sua primeira paixão… Fechando os olhos, Colombo deu um longo suspiro, no meio dos ruídos das buzinas dos carros que atravesavam a cidade àquela hora. Como tinha saudades de Columbina , a pomba que encontrara numa das suas viagens mais rômanticas….!

Querem saber mais sobre esta história? Vão à biblioteca da nossa escola e requisitem o livro. Prometo que vão gostar de o ler … e não se esqueçam que ler é aprender!

Filipa Silva  6º C

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