Venho apresentar o  livro “Os heróis do 6ºF”, do autor António Mota.

É a história da Manuela que vive com a mãe numa localidade chamada Barroca. A Manuela anda na turma do 6ºF, com ela estão o Miguel e o Chancas Maravilha, que na verdade se chama Américo.

O Miguel e o Américo são os mais rebeldes; um não estuda e falta muito às aulas, o outro é o palhaço da turma, tem uma motorizada velha e ajuda o pai na construção.

A melhor amiga da Manuela é a Helena, que diz não haver segredos entre elas, mas isso é mentira porque a Helena não conta os sonhos mais secretos.

Durante as férias de verão, a Manuela ajudava a mãe no restaurante onde trabalhava a servir às mesas. Nesse restaurante a mãe conheceu o Amadeu, e começaram a namorar; com o tempo a Manuela começou a simpatizar com ele. Passado algum tempo foram viver para a casa do Amadeu que era grande.

O que será que vai acontecer entre o Amadeu e a mãe da Manuela? E a Manuela, será que no final é a mesma jovem que conhecemos nas páginas iniciais do livro?

José Pedro Lourenço

00000142801   Este livro conta-nos a história de um menino órfão que se chamava James e que foi viver com duas tias muito más, egoístas, preguiçosas e cruéis que começaram a maltratar o sobrinho fazendo dele escravo, obrigando-o a efetuar todas as tarefas domésticas, e impediam-no de sair de casa e de conviver com outras crianças. James sentia-se um menino infeliz e triste. Desejava voltar a ver o mar e brincar com outras crianças, vivendo a vida que tinha quando os seus pais eram vivos.

   Certo dia, estava James no quintal a chorar, quando, de repente, lhe surge de frente um senhor de idade, que lhe deu palavras de conforto e um saquinho que continha pequenas pedrinhas que pareciam cristais de cor verde. O senhor pediu a James que as colocasse num jarro com água e que depois bebesse essa água, porque os cristais verdes eram mágicos, e a partir desse momento iriam acontecer-lhe coisas maravilhosas e nunca mais seria infeliz.

   James, embora um pouco incrédulo, desatou a correr para casa para fazer o que o senhor lhe tinha dito, mas, no meio do caminho, escorregou-lhe das mãos o saco e os pequenos cristais espalharam-se no chão, junto de uma árvore de pessegueiro já seca e sem vida, e desapareceram.

   Ele regressa a casa desolado e triste, sendo que as suas duas tias o puseram logo a trabalhar nas lides domésticas. No dia seguinte, as duas tias vão ao quintal e reparam que, no velho e seco pessegueiro, se encontrava a nascer um pêssego. Logo chamaram James para que pegasse numa escada e fosse buscar o pêssego para as duas o comerem. Mas, de repente o pêssego começa a crescer, crescer até que atingiu o tamanho de uma abóbora gigante fazendo o tronco da árvore partir e o pêssego ficou no chão, e continuava a crescer. As tias malvadas logo pensaram fazer dinheiro com aquele acontecimento do seu quintal, e então, a todos quanto quisessem ver e tocar no pêssego, passaram a cobrar a entrada para o seu quintal. E, para que James não atrapalhasse no negócio, trancaram-no no quarto, esquecendo-se dele.

   Os dias foram passando e o pêssego já tinha atingido o tamanho de uma casa, e James queria também poder tocar- lhe e ver o que mais poderia acontecer porque foi ali que os pequenos cristais desapareceram na terra e nasceu aquele pêssego gigante. Então, conseguiu fugir do quarto de noite e aproximou-se, a medo, do pêssego. Ele olhou para o gigantesco pêssego e parecia um fruto normal, à exceção do seu tamanho. Contornou-o, e reparou existir um buraquinho que lhe pareceu um pequeno túnel. Aventureiro, James entrou nesse túnel que foi dar ao caroço do fruto e, ali, existia uma porta.

   O quê ou quem, estará por detrás daquela porta? Conseguirá James enfrentar as tias malvadas depois de ter entrado no interior do pêssego? Não percas as aventuras que James viverá neste livro muito divertido!

Afonso Marques Ribeiro

   Este livro fala-nos de um rapaz de nove anos chamado Hugo que é a personagem principal. Ele tem uma família de “grunhos” que quer dizer chatos. Hugo até diz que a sua família é uma Família de “Is”- incultos, insensíveis, idiotas e irresponsáveis. Este rapaz é normal em alguns aspetos, como ter um melhor amigo, o Vasco, mas noutros aspetos é diferente, pois fala de vários mistérios bastante complicados como: Deus, o Céu, o Inferno, a Morte, a Poesia e o Amor.

   O meu excerto preferido é quando o Hugo faz a lista de coisas pelas quais vale a pena viver e aquelas outras pelas quais não vale a pena viver, com um ajudinha do seu ursinho de peluche Tim – o ursinho fala mas só o Hugo tem a capacidade de o ouvir!

Se quiseres desvendar os outros mistérios, lê este livro! Eu ADOREI!

Letícia Fonseca

eb5b5-rapaz-do-pijama-as-riscasO livro que li chama-se “ O Rapaz de Pijama às Riscas”, do escritor John Boyne.

Esta bela história fala de um inocente rapaz, de nove anos, chamado Bruno, que vivia em Berlim. Devido ao trabalho do pai, que era militar, teve de mudar de casa e foi viver para Acho-Vil. Bruno não gostou desta ideia, pois iria abandonar os seus três melhores amigos em Berlim.

Quando chegou à nova casa, Bruno ficou desiludido, pois esta era terrível, não tinha um corrimão tão grande para escorregar e só tinha três andares, enquanto a casa em Berlim era bonita e grandiosa, com belos recantos e cinco andares.

Bruno teve que se adaptar à nova vida em Acho-Vil. Certo dia, Bruno não sabia o que fazer, pois não tinha com quem brincar. Resolveu perguntar à sua irmã Gretel, de treze anos, mas sabia que não iria resultar porque ela era um “caso perdido”, era assim que a tratava. Então decidiu explorar a parte de fora da casa. Começou a caminhar ao longo de uma enorme vedação, que separava a sua casa de um campo de concentração. Bruno ia desistir quando reparou que lá, ao fundo, estava um vulto que se transformou num rapaz. Esse rapaz estava sentado no chão com as pernas cruzadas, tinha um pijama e um barrete às riscas e estava descalço.

Bruno sentou-se à sua frente e começou a falar com ele. Descobriu que o rapaz chamava-se Shmuel, tinham nascido no mesmo dia e no mesmo ano que ele e ficaram amigos. Todos os dias, ao longo de um ano, Bruno ia encontrar-se com Shmuel e levava comida nos bolsos do casaco para lhe oferecer. Bruno e Shmuel eram muito parecidos. Shmuel era careca e Bruno tinha cabelo, mas teve de o cortar, pois tinha apanhado piolhos. Ficaram, assim, ainda mais parecidos só que Bruno, fisicamente, era um pouco mais forte.

Certo dia, Shmuel não apareceu na vedação como de costume, nem no segundo dia. Ao terceiro dia, quando Bruno chegou lá Shmuel ainda não tinha chegado e quando ia embora viu-o a aproximar-se. Bruno sentou-se no chão e tirou a comida do bolso do casaco para dar ao amigo, mas ele vinha muito triste e não aceitou. Bruno perguntou-lhe por que vinha tão triste e Shmuel respondeu-lhe que o seu pai tinha desaparecido. Bruno disse-lhe para não se preocupar porque o seu pai iria aparecer. Referiu também que tinha uma coisa muito importante para lhe contar.

O que é que Bruno terá para contar ao amigo Shmuel? Querem saber? Leiam este fantástico livro!

Filipa Jorge Ferreira

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    Eu vou apresentar-vos o livro ” As Bruxas” que foi escrito pelo Roald Dahl. Este livro fala-nos de um menino que vivia na Inglaterra com os seus pais; ele tinha uma avó a viver na Noruega. A Noruega é um sítio onde existem muitas bruxas e a história vai  desenrolar-se a partir daí.
    Um dia, enquanto os pais e o menino estavam a viajar para ir ver a avó, tiveram um acidente, mas por sorte o menino sobreviveu e ficou a viver na Noruega com a avó.
A avó, como sabia que na Noruega havia muitas bruxas, disse ao seu neto várias caraterísticas delas, como identificar uma para se proteger. Mas nenhuma delas o ajudava realmente a reconhecer uma.
    No dia seguinte, chegou um senhor de fato preto com uma mala a casa da avó e esteve a falar com ela durante muito tempo. Quando o senhor foi embora, a avó foi ter com o neto e disse-lhe que iam viver para Inglaterra. O menino ficou triste e perguntou  à avó se na Inglaterra havia bruxas. Ela logo lhe respondeu que não havia muitas, mas as que havia eram das piores. E era lá que vivia a poderosa-bruxa-mor, a chefe das bruxas todas de todo o mundo! Então lá foram eles. Um dia, enquanto o rapaz brincava no jardim, apareceu -lhe uma bruxa; ele soube reconhecê-la, pois estava um dia radiante de sol e ela estava a usar luvas, uma das caraterísticas que a avó lhe tinha dito.
    Quando estavam quase a chegar as férias de verão, a avó ficou doente; logo tiveram que anular as férias na Noruega e optaram por ir para um sítio mas perto. Então foram passar as férias ao hotel, mas antes a avó ofereceu ao seu neto dois ratos brancos de estimação. Ao chegarem ao hotel, o diretor foi ter com eles e deu-lhes as boas vindas. Quando se instalaram no quarto, uma empregada foi lá e viu os ratos em cima da cama; ela começou a gritar e foi chamar o diretor o sr. Stringer. Ele disse que, se os ratos não estivessem sempre presos, deitava-os ao lixo.
    Então o jovem rapaz foi logo procurar uma sala para brincar com os ratos. Rapidamente encontrou uma sala que tinha um aviso “Acesso interdito, esta sala está reservada para a reunião anual da sociedade real para a prevenção da crueldade contra as crianças”. Ele esconde-se atrás de um biombo e fica lá a brincar com os ratos.

   Passado um pouco, entram algumas mulheres. Quando ele tenta sair as várias mulheres começam a tirar as perucas, luvas e sapatos. Quem serão estas mulheres? Será que o vão descobrir?

Vais adorar ler este livro!

Leonor Rodrigues

 

 350_9789722121057_meia_hora_para_mudar_a_minha_vida  O livro de que eu vou falar agora tem como título “Meia hora para mudar a minha vida”, é da autoria de Alice Vieira e a editora é CAMINHO.

    Este livro foi um dos livros que eu mais gostei de ler até ao momento. Este livro fala-nos da vida de uma menina cujo nome é Branca. (Neste momento vocês devem estar a pensar que ela tem um nome muito esquisito, mas eu já vos vou explicar qual a razão para ela ter um nome assim tão invulgar). Branca tem este nome devido ao facto de ela ter nascido em pleno palco da Feira (um pequeno teatro que representava peças de Gil Vicente) quando a sua mãe estava a representar o papel de Branca-a-Brava.

     A Feira passou a ser a casa de Branca e da sua mãe, pois Mercúrio, o dono da Feira ou se preferirem o patrão, aceitava toda a gente que quisesse viver lá desde que ajudasse nas tarefas que era necessária cumprir.

   A vida na Feira era muito tranquila e sem luxos e Branca sentiu que aquela era a sua verdadeira casa, o sítio onde ela queria passar o resto da vida. Lá todos eram como uma família, apesar de ninguém ter qualquer grau de parentesco, com a exceção de Mercúrio e do Diabo que eram pai e filho.

   A sua mãe estava sempre cheia de dores e os imensos bolsos das suas calças estavam carregados de frascos de comprimidos que ela engolia aos cinco de cada vez. A sua mãe dizia que estava apenas cansada de tantos espetáculos, mas Branca começou a perceber ao longo do tempo que a sua mãe estava doente.

   Certo dia chegaram umas senhoras (referidas pela narradora como Elas, a mais-velha e a mais-nova)que bateram à porta e pediram para entrar. Elas foram lá para ver se a casa tinha condições para ela viver e com quem é que ela vivia, mas foi Justina que conversou com ELAS e por isso a conversa foi uma grande baralhada.

   Quem serão ELAS, o que é que elas irão fazer à pequena Branca e será que a sua mãe ainda sobreviverá por muito tempo à doença? Leiam, deixem-se tocar por esta narrativa tão cheia de vida.

João Pedro Martinho

O livro que li tem como título O Guarda da Praia, de Maria Teresa Maia Gonzalez.

Este livro fala-nos de uma jovem rapariga que se encontrava a escrever um livro e, para o terminar, procurou um local sossegado e tranquilo; então foi para uma casa que alugou perto de uma praia.

No dia seguinte, quando acordou, avistou da janela um rapaz magro, loiro e moreno que se chamava Luís, mais conhecido por Dunas. Mais tarde, acabou por saber que o pai dele partira para a América e que Dunas vivia com a sua avó, numa ilhota, onde só se chegava de barco.

Dunas, jovem corajoso e destemido, aparecia frequentemente pela praia e desaparecia de um modo súbito e inesperado.

Um dia, quando a jovem foi à varanda, viu ao longe um ponto cintilante na água, e era Dunas. Este convidou-a a ir nadar e Concha, assim se chamava a rapariga, mesmo com um bocado de medo, acabou por aceitar. Passaram uma excelente manhã juntos, a cumplicidade ia aumentando e ela começava a querer saber mais sobre a sua vida, mas não queria fazer muitas perguntas, pois podiam entristece-lo. Dunas mostrava-se muito atencioso com a praia e todos os dias, à mesma hora, ia lá alimentar uma pequena e velha gaivota que já não tinha forças para procurar alimento. Os peixinhos eram os grandes amigos de Dunas, mas também tinha amigos da escola e um dia, depois das aulas, quando jogava à bola, desmaiou devido a uma crise de asma. Concha, preocupada e assustada, levou-o ao médico e eles ficaram admirados de ver Dunas lá, pois a sua avó dizia que tinha remédios para tudo e então nunca o levara a tomar vacinas. A jovem levou Dunas para casa da avó e dirigiu-se para a sua casa. Na manhã seguinte, encontravam-se alguns turistas na praia e sujaram-na toda, e Dunas, chateado, pegou no lixo e deitou-o em cima deles. Um dos turistas levou Dunas à esquadra. Concha foi ao café de bicicleta e foi lá que soube da notícia. Apressou-se a ir à esquadra e convenceu os polícias a libertarem-no, Dunas lá conseguiu sair e contou tudo à amiga.

No dia seguinte, Concha e o seu amigo foram para a praia nadar. Quando já estavam cansados, sentaram-se na areia a descansar e a apanhar sol. Aí Dunas comunicou a Concha que adorava aquela praia, conhecia bem o mar, todos os dias ia lá, adorava tudo o que a praia lhe proporcionava, desde a brisa, o mar, a areia, conchas, algas, peixes … e que aquela praia era dele.

Por que será que Dunas diz que a praia é dele?

Será que a jovem, quando acabar de escrever o livro, permanecerá na praia com o seu amigo?

Curiosos!? … Procurem o livro e façam uma viagem … vão ver que vão adorar!!

 

Filipa Jorge Ferreira