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Amigo rima com silêncio quando estamos tristes.

Amigo rima com diferença quando aceitamos um não.

Amigo rima com carinho quando estamos sós.

Amigo rima com azul quando voamos de mãos dadas.

Amigo rima com confiança quando guardamos um segredo.

Amigo rima com alegria quando brincamos juntos.

Amigo rima com felicidade quando partilhamos os sonhos.

Amigo rima com desafios quando os enfrentamos juntos.

Amigo rima com manhã quando acordamos a pensar nele.

Amigo rima com lealdade quando cumprimos o que prometemos.

Amigo rima com paixão quando nada nem ninguém nos separa.

Amigo rima com alegria quando me sinto triste.

Amigo rima com responsabilidade quando pedimos um favor. 

Amigo rima com igualdade quando somos diferentes.

Amigo rima com olhar quando dispensamos as palavras.

Amigo rima com cumplicidade quando escondemos uma asneira.

É bom ter um amigo!!!

Trabalho coletivo, 5º A (variações sobre a temática da obra “História de um Gato e de um Rato que se Tornaram Amigos“, de Luis Sepúlveda.)

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Este livro conta-nos a história de um rapaz cujo nome é Peter Stone, tem 12 anos, e tem uma personalidade própria, porque é tímido, tem problemas em comunicar, adora estar sozinho e em locais calmos e tranquilos. Por sua vez, a sua família é o seu oposto porque Peter, que adora o silêncio, tinha uma família bastante barulhenta.

A acrescer a isso, Peter era vítima de “bullying” na escola, e seus pais em vez de o ouvirem, optavam sempre por soluções erradas de que Peter não gostava, como colocando-o no karaté, em campo de férias e outras, e, por isso, não resolviam o problema.

Até que um dia, seus pais resolveram ir morar para um local mais calmo, junto de um vasto vale. Os vizinhos mais próximos estavam a cerca de 2 km. Peter descobriu perto de casa um vale e adorava lá estar, pois tudo era paz, silêncio, tudo era calmo e maravilhoso.

Um dia, Peter estava sentado num rochedo, junto do riacho, e sentiu passos de alguém. De imediato olhou e viu diante de si uma rapariga da sua idade, de cabelo curto e de cor vermelho. Ela chamava-se Annie, era extrovertida, adorava desenhar e fazer arte com tudo aquilo que existia na Natureza. Tal como Peter, adorava, também, a tranquilidade e paz que o vale oferecia. Annie era, contudo, uma menina doente, que sentia frequentemente fortes dores de cabeça, pois tinha cancro (leucemia), e estava ali porque tinha pedido à mãe vir para um campo de férias ali perto do vale, antes de iniciar mais um tratamento de quimioterapia.

Os pais de Annie também não a compreendiam, pois ela recusava-se a efetuar mais tratamentos de quimioterapia, antes queria efetuar um tratamento inovador que estava em experincia^, mas que só seria testado dali a uns três meses. Os pais de Annie não concordavam, e impunham a sua vontade, pois Annie poderia morrer antes disso. Por isso, tal como Peter, aproveitava cada um dos momentos em que estava no vale.

Os dois adolescentes passaram a encontrar-se diariamente no vale, conversando sobre si mesmos, divertindo-se com os pirilampos, os campos em flor, o riacho, e passavam também longos períodos em silêncio maravilhados com o vale. Acreditavam que o vale era mágico e que lhes iria realizar todos os desejos.

Entre eles nasceu uma bela, forte e genuína amizade.

Peter conheceu, também, dois rapazes que eram irmãos e viviam ali perto, mas eram meninos egoístas e malvados que gostavam de fazer maldades. Esses dois irmãos, sem qualquer motivo, só por mero prazer, passaram a bater fortemente no Peter e a proibi-lo de se queixar aos seus pais. Mais uma vez, Peter era vítima de violência e não se defendia por achar que seria pior para si. O seu único refúgio era o vale. Era aqui que ele se sentia bem e feliz, junto da sua amiga Annie.

Um dia, os dois amigos decidem fugir de casa e ir viver para o vale que conheciam muito bem, e sabiam que ali seus pais nunca os iriam encontrar, na medida em que o vale era enorme e denso. A fuga no interior do vale foi mágica, tiveram os pirilampos a traçar-lhes e iluminar-lhes o caminho, a relva a servi-lhes de colchão fofo, frutos silvestres (amoras) como alimento, e no dia seguinte enlamearam-se junto ao rio e banharam-se nele.

Mas a felicidade de serem livres durou pouco porqu de repente, Peter avista os dois rapazes e de imediato pede a Annie para se esconder atrás de uma rocha que existia no meio do rio. Os rapazes cumprimentaram Peter, mas não viram Annie, troçaram dele, e depois resolvem pegar num pedregulho enorme e atirá-lo contra ele para o atingir e magoar. Mas, por azar, acertam com o pedregulho na cabeça em Annie, que de imediato cai no rio, e a cabeça começa a sangrar, pois com o impacto do pedregulho abriu um enorme golpe. Os rapazes em vez de ajudarem fogem dali. Peter, aflito, vai ao seu encontro de Annie que estava inanimada e quase a afundar-se. Ele tira-a para a berma do rio e ata-lhe a sua t-shirt à volta da cabeça. Fica desde logo muito preocupado, pois estão sozinhos no vale, longe de tudo, de casas, da estrada, ninguém sabe onde estão. Peter não podia deixar Annie sozinha, nem carregá-la e levá-la consigo, para pedir ajuda.

Então, num gesto de desespero, Peter pede ajuda ao vale.

Como sairão os dois amigos dali? Annie sobreviverá?

Afonso Marques Ribeiro

Nesta história, conhecemos um menino chamado Henrique que viveu uma grande amizade e uma inesperada aventura.

Um dia, o seu pai trouxe para casa uma cabra e Henrique tinha ficado com a tarefa de ser seu dono. Chamou-lhe Pernas Tortas e levava-a diariamente a pastar. Certo dia, ela fugiu para o quintal do Chico da Juliana, um homem velho arrogante que ainda mais furioso ficou quando soube que a cabra lhe comera a sua colheita.

Henrique preferiu ir desculpar-se ao Chico da Juliana que, inesperadamente, o perdoou e os dois ficaram amigos.

Depois deste acontecimento, Henrique visitava várias vezes este novo amigo e descobriu que ele afinal era um grande artista. Naquela altura, andava a fazer uma escultura de um anjo, que pedira a Henrique para o colocar na sua campa quando este falecesse. E assim aconteceu: quando o amigo partiu para o outro mundo, Henrique cumpriu a promessa com as suas próprias mãos e lá foi colocar o anjo azul no cemitério, demonstrando assim o valor de uma grande amizade.

Passados alguns dias, aconteceu nova peripécia na vida de Henrique. Foi quando o Abílio e o Zé Courinho, dois rapazes que admiravam a Otília, a irmã do Henrique, disputaram o amor da rapariga.

Queres saber qual deles foi o pretendido?

Posso ainda adiantar que houve uma fuga no dia do casamento de Otília. Quem seria?

Queres saber o que aconteceu mais na vida deste pacato rapaz?

Lê esta história que certamente te interessará. Podes encontrá-la na nossa biblioteca.

João Rodrigues

   Lizzie é uma menina pequenina, muito inteligente, muito preocupada com o seu pai Jack. Lizzie vive só com Jack, um homem sonhador com o desejo de se tornar um verdadeiro pássaro. O Sr. Mint era o diretor do colégio que Lizzie frequentava. Ele adorava-a e dizia que ela era muito aplicada e que, se continuasse assim, teria um futuro promissor.

   Numa manhã de primavera, como todas as outras, no número 12 de Lark Lane, os pássaros chilreavam e piavam, o trânsito atroava e estrondeava. O despertador de Lizzie tinia e retinia, até que ela se levantou e se preparou para mais um dia de escola. Desceu para a cozinha e preparou um pequeno-almoço reforçado. Chamou o seu pai para vir tomar o pequeno-almoço, mas ele não respondeu, chamou outra vez e ninguém respondeu, então, chamou uma última vez e ouviu-se um resmungo e um gemido, e depois nada. Passado alguns segundos estava Jack na cozinha. Vinha com um ar desleixado e vestia um roupão e chinelos rotos, o cabelo todo desgrenhado e a barba por fazer. Sentou-se sem muito apetite e deu uma trinca na torrada e depois bebeu um golo de chá que Lizzie tinha preparado. Lizzie virou-se para o paizinho e perguntou que planos tinha ele preparado para aquele novo dia. Ele endireitou-se na cadeira e fitou-a.

   – Hoje vou voar, vou inscrever-me  no Grande Concurso do Homem-Pássaro.

   Lizzie ficou espantada e com algum receio de deixar o paizinho sozinho em casa. Preparou-se para sair de casa, mas antes que se esquecesse avisou o paizinho que a tia Doreen era capaz de passar por lá naquele dia. Lizzie despediu-se do pai e partiu para a escola. Os minutos foram passando, até que…

   Se quiserem saber como acaba esta história terão de lê-la. Eu gostei muito e acho que vocês também vão adorar.

Ana Beatriz

    Terminei a leitura de um livro com um título original: Histórias ao telefone do escritor Gianni Rodari.

O autor referia que as histórias tinham sido inventadas por um senhor, o qual, para satisfazer a vontade da filha, arranjava sempre uma história para cada noite. Como andava em viagem, o homem utilizava frequentemente o telefone.

Este livro tem trinta e quatro pequenas histórias, pois como eram transmitidas “ao telefone”, nunca poderiam ser narrativas muito extensas.

Deliciei-me com as pequenas e extraordinárias histórias: “O caçador desafortunado”; “O palácio de sorvete”; “O passeio de um distraído”; “A casa de estragar”; “A mulherzinha que contava os espirros”; “O país sem ponta”; “O des-país”; “Os homens de manteiga”; “Alice Trambolhona”; “A estrada de chocolate”; “A inventar números”; “Brif, bruf, braf”; “A compra da cidade de Estocolmo”; “Para tocar no nariz do rei”; “A famosa chuva de Piombolino”; “O carrocel de Cesanatico”; “A praia de Óstia”; “O rato da banda desenhada”; “História do reino da Comilónia”; “Alice cai ao mar”; “A guerra dos sinos”; “Uma violeta no Pólo Norte”; “O jovem caranguejo”; “Os cabelos do gigante”; “O nariz desertor”; “A estrada para lado nenhum”; “O espantalho”; “A brincar com a bengala”; “Velhos provérbios”; “Apolónia das compotas”; “A velha tia Ada”; “O sol e a nuvem”; “O rei condenado à morte”; “O mágico dos cometas”.

Todas estas histórias levam-nos para o mundo da fantasia, criatividade e imaginação.

Fiquei encantada e vou partilhar um resumo de algumas extraordinárias histórias.

Assim, a história “O carrocel de Cesanatico” fala de um carrocel à beira-mar, empurrado por um pequeno, magro e tisnado homenzinho. Um dia, um senhor de idade levou o seu neto a andar de carrocel. O neto sentou-se num jipe vermelho e o velhote também quis andar e sentou-se num cavalo de pau. O carrocel, ao som de uma humilde melodia, girava, as crianças divertiam-se e o velhote imaginava-se a sobrevoar vários países, chegando a alcançar o record de Gagarim (cosmonauta soviético).

“O jovem caranguejo” fala de um caranguejo que andava a matutar por que razão a sua família andava toda para trás. Então, determinado e persistente como era, decidiu que começaria a andar para a frente como todos os outros. Assim o fez. Começou a treinar, mas a tarefa não era nada fácil. Porém, a pouco e pouco, começou a andar para a frente. Afinal tudo se aprende, quando há força de vontade. Já preparado, apresentou-se à família. Os pais ao verem tal comportamento ficaram muito tristes e desiludidos com ele e os seus irmãos gozavam-no. Certo dia, o pai disse que se quisesse continuar lá em casa, teria de andar como os outros caranguejos e se quisesse fazer as coisas à sua maneira, teria de se ir embora e não mais voltar. O corajoso caranguejo, todo decidido, despediu-se dos pais e dos irmãos e partiu pelo mundo fora. Durante o caminho, todos que o viam, faziam comentários pouco agradáveis, mas ele ignorava. Um dia encontrou um velho caranguejo que o aconselhou a fazer como os outros e a voltar para casa. Mas ele, como era determinado e teimoso, seguiu orgulhosamente o seu caminho. Será que conseguirá corrigir todas as coisas tortas deste mundo?

“A praia de Óstia”, certo dia apareceu na praia de Óstia um homem extravagante, que chegou em último lugar e não encontrava qualquer espaçozinho para colocar o seu chapéu-de-sol. Então, criativo que era, deu um toque no cabo e logo o chapéu-de-sol pôs-se a flutuar à beira mar. Pegou numa cadeira e num livro, que começou a ler. A dada altura caiu-lhe o livro em cima de uma senhora gorda. A senhora de tão assustada que ficou caiu para trás e, como era gorda, não se conseguia levantar. Acudiram-na os seus sobrinhos que começaram a reclamar com o senhor extravagante. Ele ignorou e dizia que “ também pagava impostos” pelo que teria de ter um lugar na praia. Várias crianças perguntavam como é que o senhor conseguia estar a flutuar, pois também queriam estar lá. O homem extravagante continuava a sua leitura…

“História do reino da Comilónia” fala de um senhor chamado Digestor que começou a governar o país da Comilónia. Depois dele, por ordem cronológica, subiram ao trono o Comilão Terceiro, Comilão Quarto, até chegar ao comilão Nono. E assim terminou a dinastia … Mas que disnatia!

“Alice cai ao mar”, esta história trata de uma rapariga chamada Alice Trambolhona. Alice foi até ao mar e não queria sair de lá. A rapariga queria ficar dentro de água até se transformar num peixe. Alice foi para casa e, antes de se deitar, viu-se ao espelho a ver se já estava a ganhar barbatanas ou escamas. No dia seguinte, Alice foi para a praia mais cedo do que o costume e encontrou um rapaz que apanhava conchas. Alice perguntou-lhe se sabia como se transformava em peixe, então o rapaz pousou as conchas em cima de uma rocha e atirou-se à água. Passado um bocado Alice vê um golfinho a dar cambalhotas no meio das ondas. O rapaz veio ao pé de Alice e disse-lhe para experimentar e Alice mergulhou. Mas por azar caiu dentro de uma concha. Saiu e foi para casa …

“A guerra dos sinos” era uma vez, uma enorme e terrífica guerra que já durava há bastante tempo. Para que conseguissem vencer a guerra, com um só tiro, o Extrageneral de um dos exércitos pediu para retirar todos os sinos dos campanários e fazerem um grande canhão. Assim foi … mas entretanto, o comandante do exército inimigo também fez o mesmo com os sinos do seu país. O Extrageneral bombástico deu um grito para iniciar o combate e o seu canhão descomunal soltou um Dim! Dom! Dam… houve um momento de silêncio e do outro lado ouviu-se também, como resposta, um alegre Dim! Dom! Dam! A guerra terminou e os inimigos, Extrageneral e o Mortechal, desapareceram nos seus automóveis, para bem longe!

Ao ler o livro Histórias ao telefone, que recomendo aos meus amigos que gostem de fantasia, envolvemo-nos num delicioso mundo de imaginação, humor e criatividade.

Querem conhecer as outras histórias? Vão à biblioteca da nossa escola e requisitem o livro. Vão rir sem querer!!

Filipa Jorge Ferreira

 350_9789722121057_meia_hora_para_mudar_a_minha_vida  O livro de que eu vou falar agora tem como título “Meia hora para mudar a minha vida”, é da autoria de Alice Vieira e a editora é CAMINHO.

    Este livro foi um dos livros que eu mais gostei de ler até ao momento. Este livro fala-nos da vida de uma menina cujo nome é Branca. (Neste momento vocês devem estar a pensar que ela tem um nome muito esquisito, mas eu já vos vou explicar qual a razão para ela ter um nome assim tão invulgar). Branca tem este nome devido ao facto de ela ter nascido em pleno palco da Feira (um pequeno teatro que representava peças de Gil Vicente) quando a sua mãe estava a representar o papel de Branca-a-Brava.

     A Feira passou a ser a casa de Branca e da sua mãe, pois Mercúrio, o dono da Feira ou se preferirem o patrão, aceitava toda a gente que quisesse viver lá desde que ajudasse nas tarefas que era necessária cumprir.

   A vida na Feira era muito tranquila e sem luxos e Branca sentiu que aquela era a sua verdadeira casa, o sítio onde ela queria passar o resto da vida. Lá todos eram como uma família, apesar de ninguém ter qualquer grau de parentesco, com a exceção de Mercúrio e do Diabo que eram pai e filho.

   A sua mãe estava sempre cheia de dores e os imensos bolsos das suas calças estavam carregados de frascos de comprimidos que ela engolia aos cinco de cada vez. A sua mãe dizia que estava apenas cansada de tantos espetáculos, mas Branca começou a perceber ao longo do tempo que a sua mãe estava doente.

   Certo dia chegaram umas senhoras (referidas pela narradora como Elas, a mais-velha e a mais-nova)que bateram à porta e pediram para entrar. Elas foram lá para ver se a casa tinha condições para ela viver e com quem é que ela vivia, mas foi Justina que conversou com ELAS e por isso a conversa foi uma grande baralhada.

   Quem serão ELAS, o que é que elas irão fazer à pequena Branca e será que a sua mãe ainda sobreviverá por muito tempo à doença? Leiam, deixem-se tocar por esta narrativa tão cheia de vida.

João Pedro Martinho

10262_4    Este livro conta-nos a história de um menino que vivia com os seus pais na Inglaterra, mas que de vez enquanto ia visitar a avó que vivia na Noruega. Um dia, quando a família ia visitar a avó, tiveram um acidente, mas felizmente o menino conseguiu sobreviver. Depois, o menino foi viver com a avó na Noruega e a sua avó contava-lhe várias histórias sobre bruxas e como identificar uma, pois,  como a avo dizia, na Noruega havia muitas bruxas.

    Passado algum tempo, entrou em casa da avó um senhor de fato preto com uma pasta na mão e foi falar com ela. A seguir, a avó foi ter com o neto e disse-lhe que se tinham de mudar para a Inglaterra. Quando já estavam instalados na antiga casa do rapaz, quase a chegar as férias de verão, a avó prometeu-lhe que iam passar as férias a Noruega, mas devido a uma doença já não puderam ir e acabaram por passar as férias num hotel.

     Ao entrarem no hotel, foram recebidos por um diretor muito simpático que lhes indicou o quarto onde iam ficar. Quando  chegaram ao quarto, o rapaz começou logo a brincar com os ratos brancos que  a avó lhe tinha dado; a empregada ao ir limpar o quarto viu os ratos e começou a correr como tolinha até ao diretor do hotel. Este, quando ouvi a empregada, foi logo ter com o menino e disse-lhe que ou nunca mais tirava os ratos da gaiola ou os mandava dar uma volta para outro lado. O menino saiu do quarto e foi procurar um sítio onde pudesse brincar com os ratos sem ninguém o ver. Logo encontrou uma sala grande que tinha um cartaz grande a dizer “Reservado proteção contra as crianças”; ele entrou e instalou se atrás dum boneco e ficou lá. De repente, entraram muitas mulheres bonitas onde estava o rapaz inocente que não sabia quem elas eram. Passado um pouco, todas as raparigas que eram bruxas tiraram as perucas, sapatos e luvas. O rapaz começou a tremer com medo do que elas lhe podiam fazer. Quando a reunião anual das bruxas acabou, uma delas sentiu o cheiro a crianças e logo o encontraram.

A pergunta que eu deixo é: Será que o menino vai conseguir salvar-se? Se não, o que lhe vai acontecer? Surpreendam-se com este magnífico livro!

Leonor Rodrigues