AnneHoje vou apresentar-vos o livro “ O Diário de Anne Frank”, escrito por ela própria.

   Este diário fala de um menina chamada Anne Marie Frank que nasceu em 1929 e, quando completou 13 anos, recebeu um caderno de capa preta onde começou a contar o dia-a-dia da sua vida. Da leitura do seu diário, conseguimos ver que ela era uma menina como todos nós, tinha pais, uma irmã chamada Margot, falava durante as aulas, brincava e tinha amigos. No entanto, como ela e a sua família eram judeus, tinham que ter alguns cuidados para não irem para campos de concentração, onde muita gente já tinha morrido, pois os judeus naquele tempo eram perseguidos e quem fosse apanhado ia para lá. Ela conta também que, um dia, o seu pai recebeu uma convocatória das SS, toda a gente sabia o que aquilo queria dizer. O pai dela teria de ir para um campo de concentração. Como nem Anne nem a sua família queriam que o seu pai fosse levado, decidiram mudar-se para um esconderijo. O esconderijo era no trabalho do seu pai, porém eles não iam sozinhos, também ia a família van Daan.

  A vida naquele esconderijo era difícil. Porém, apesar de estarem presos, também estudavam e liam. Quem lhes dava os alimentos para cozinharem eram Miep e Bep, duas secretárias que trabalhavam no escritório do seu pai. Mas naquele esconderijo também havia regras rígidas como, durante o dia, não ter as janelas abertas e durante a noite não terem as luzes acesas e ficarem muito calados. Ficaram naquele esconderijo durante muito tempo. Mais tarde, acrescentou-se ainda mais uma pessoa naquele esconderijo, o Sr. Dussel. Anne, que partilhava o quarto com ele, conta que passou por momentos difíceis, pois nem dormir direito conseguia. Lá tudo era dividido e tudo e todos tinham os seus horários. Durante o tempo todo festejaram aniversários, o natal e o Ano Novo. Porém, além dessas felicidades, Anne conta que passou ainda por momentos muito difíceis e de grande medo.

   Será que Anne e todas as pessoas que estavam naquele esconderijo foram presas e levadas para um campo de concentração? Se quiserem saber, leiam este livro.

Joana Ferreira, 6º A

Harri CaliceContinuo a marcar encontro com a coleção desafiante e excitante da J.K. Rowling, a saga de Harry Potter, desta vez com a aventura do “Cálice de Fogo”.

Nesta edição de “Harry Potter e o Cálice de Fogo”, o nosso herói vai ver-se novamente envolvido numa aventura cheia de perigos e suspense. Dumbledore vai informar os alunos de Hogwarts da sua participação, em conjunto com mais duas escolas de feitiçaria, num torneio centenário e perigoso, onde muitos dos seus participantes acabavam por perder a vida.

No célebre Torneio dos Três Feiticeiros, devido ao perigo e mortalidade do mesmo, foi criada uma nova regra onde apenas alunos maiores de dezassete anos poderiam participar. Aquando cerimónia de seleção dos representantes de cada escola que é realizada pelo Cálice de Fogo, algo de inexplicável e inesperado acontece. Após terem sido escolhidos os três concorrentes, e apesar de Dumbledore ter colocado uma linha do controlo da idade mínima para participação, um quarto elemento será adicionado. Harry Potter, para surpresa e preocupação de todos que não conseguiam entender o que tinha sucedido. Harry, que andava angustiado, a sentir a presença de Voldemort com uma forte dor na sua famosa cicatriz, percebe que esta situação tem um dedo de Voldemort, e que se virá a comprovar que não estava errado. Agora, a sua participação era inevitável e Harry tem mesmo de concorrer. Assim, juntamente com o seu amigo Cedric, irá participar no angustiante torneio e juntos vão ultrapassar todos os obstáculos. Já cansados, chegam à terceira e última tarefa, em que o objetivo é encontrar o Cálice de Fogo que está no meio de um labirinto. Juntos preparavam-se para terminar o torneio quando são, magicamente, transportados para um cemitério onde se encontra o temido Voldemort e um dos seus apoiantes. No meio deste confronto alguém vai morrer.

Quem será? Será o Harry, o seu amigo Cedric, o Voldemort ou o seu apoiante?

Se quiserem saber, leiam este livro!

Rafaela Matos, 6º A

O homemEste livro tem várias histórias. Vou falar-vos de uma que gostei muito “Um segredo mal guardado”.

A Ana tinha um segredo e queria partilhá-lo com um amigo. A Ana, ao partilhar o seu segredo com o amigo, disse-lhe para o guardar bem guardado. O amigo não sabia onde o guardar … Pensou se o podia guardar num mealheiro ou noutro lugar. Depois do jantar, foi dormir e pensar no assunto. De manhã, quando acordou, apercebeu-se que tinha perdido o segredo da amiga. Iniciou uma busca ao segredo perdido. Será que vai encontrá-lo?

O amigo da Ana não sabe como é um segredo, mas sabe que é difícil de guardar!

Afonso Ribeiro, 6º C

  Planeta Branco  Eu escolhi ler este livro porque, diante dos que me foram apresentados, este foi o que mais me cativou. Este livro fala de três astronautas, o Lucas, o mais velho de cabelo castanho e olhos verdes, a Lydia uma rapariga vietnamita de olhos oblíquos, cabelo curto e escuro como breu, e Baltazar, o mais novo e negro de Moçambique. Viajavam na Ítaca-3000, e o seu objetivo era chegar a Orizon S-3 para salvar o planeta Terra, pois suspeitava-se que havia água em Orizon S-3. Cada um desempenhava uma função, o Lucas era o chefe da missão, a Lydia a piloto auxiliar e navegadora e o Baltazar engenheiro de bordo. Durante a viagem eles comunicavam com Marko e Bianca, dois amigos deles que também faziam parte da equipa, mas comandavam a partir do planeta Terra.

   Como estava tudo a correr bem durante a viagem, Lucas disse a Lydia para ir descansar um pouco, e ficaria ele a cuidar da rota e da viagem na Ítaca-3000. Começou a pensar em algumas coisas sobre a viagem até que de repente Terra e a Ítaca-3000 aperceberam-se que uma força esquisita os puxava para fora da rota. Lucas acordou os dois amigos e comunicaram os três com Terra. Esta deu ordens a Lucas para ver se conseguiam fazer com que a nave voltasse outra vez para a rota certa. Tentaram de tudo, mas cada vez mais a nave se desviava da rota o que fazia com que a Ítaca e Terra perdessem o contato. Pensavam os três que iam morrer, então Lucas deu um comprimido aos seus amigos e ele também o tomou, para que pelo menos morressem a dormir. Lucas, Baltazar e Lydia começaram a acordar, o que significava que não estavam mortos. Só acharam muito estranho terem acordado parecendo serem 40 anos mais velhos. Enquanto isso, na Terra estavam todos a chorar, pois pensavam que tinham perdido os amigos. Quando Lucas, Baltazar e Lydia saíram para fora da nave veio um senhor vestido de branco que lhes prometeu levá-los de volta até Terra.

Será que esse senhor vestido de branco irá realmente conseguir levá-los para Terra? E, afinal, quanto tempo estiveram adormecidos? Se quiserem saber, leiam este livro!


Joana Ferreira, 6º A

Rapaz pijamaEncontrei-me com este livro na sala de aula, na apresentação oral de uma colega que me despertou a curiosidade sobre o mesmo; aproveitei o confinamento para o pedir aos meus pais.

“O Rapaz do Pijama às Riscas” conta a história de um menino inocente de 9 anos, chamado Bruno, que desconhece a realidade por detrás da profissão do seu pai, que era um militar Nazi, assim como as monstruosidades que ocorriam naquela época a várias pessoas.

Certo dia, Bruno é surpreendido pela notícia de que vai mudar de casa, uma necessidade que surgiu devido à profissão do pai, que ele não entende bem qual é, apenas sabe que é um emprego de muita importância. Assim, ele vê-se obrigado a mudar de terra para um local desértico, para uma casa com piores condições que a anterior, sem escola, sem crianças, onde ele passa a ter ensino em casa, por um professor apenas para ele e para a sua irmã Gretel. Este local era um pouco estranho, além de estar afastado de tudo, existia uma enorme vedação feita de quilómetros e quilómetros de rede, ocupada por pessoas que usavam o que parecia ser um pijama às riscas. Com falta de entretenimento, ele decide investigar esta estranha situação. Nesta aventura, ele vai conhecer Shmuel, uma criança da sua idade que vestia também um pijama às riscas, com quem ele vai criar amizade. No sentido de ajudar o seu novo amigo, Bruno irá vestir um pijama às riscas e entrar no campo de concentração, disfarçado para encontrar o pai do Shmuel. Sem consciência do que lá se passava acaba por entrar numa câmara de gás.

O que será que vai acontecer a Bruno? Será que vai encontrar o seu pai? Se quiserem saber leiam este livro.

Rafaela Neves Matos, 6º A

Os licrosVendo que este livro faz parte do Plano Nacional de Leitura, pedi aos meus pais que o comprassem. Quando o leres, vais ficar a conhecer Elias Bonfim, um jovem de 12 anos que perdeu o pai ainda não tinha nascido, de ataque cardíaco. Era amante de livros e, além de os ler, vivia-os intensamente, por isso Elias acreditava que o pai tinha sido devorado por um livro que lia nas pausas do trabalho.

Vou, também, apresentar-te Beatriz, a jovem de quem todos os rapazes gostavam. Rapariga de 11 anos, de estatura média, magra e elegante, muito bonita, embora discreta, chamava a atenção de todos os rapazes da escola. Ficavam fascinados com o seu olhar profundo, olhos grandes, castanhos e sorriso sincero e ternurento.

Quando Elias fez 12 anos, recebeu como prenda da sua avó a biblioteca pessoal do pai e aí começaram as aventuras. Passava as tardes inteiras na biblioteca, lia e seguia as pistas nas anotações que o pai foi fazendo. Livro após livro, Elias, tal como o pai, vivia-os intensamente confundindo a realidade com a ficção.

Bombo era o seu melhor amigo, jogavam bola, andavam bicicleta e a quem Elias confidenciava as aventuras que viva nos livros. Ambos gostavam da mesma rapariga, Beatriz, mas Elias estava convencido que a Beatriz também gostava dele, até porque Bombo era baixinho, gordinho e usava óleo no cabelo. Por isso ficou furioso quando Beatriz escolheu o Bombo como namorado e, num ataque de fúria, insultou-o e humilhou-o tanto que deixou Bombo completamente descontrolado. Ele que era diabético, entrou numa pastelaria e devorou todos os pastéis de nata que pode.

Algo de trágico aconteceu a Bombo que fez Elias arrepender-se desta atitude ciumenta para o resto da sua vida. Se quiserem saber isto e muito mais, leiam este livro!

Gonçalo Ribeiro

PedroPedi aos meus pais para comprarem este livro porque faz parte do plano nacional de leitura para o 6º ano e por isso aguçou a minha curiosidade.

Pedro Alecrim é um jovem que vivia numa pequena aldeia chamada Pragal, que, para além de estudar, tinha de trabalhar na lavoura para ajudar a família. Uma vida muito diferente da realidade que conhecemos. Tinha 11 anos e vivia com os pais e dois irmãos. De estatura média e com um corpo franzino, cabelo e olhos castanhos, estava sempre bem-disposto e sorridente. A sua família era pobre, não tinha uma vida fácil, tinha de trabalhar na lavoura e a cuidar dos irmãos mais novos, mas nunca se queixava da vida, tinha sempre um sorriso carinhoso.

Pedro Alecrim, tinha a minha idade mas uma vida muito diferente da minha; pouco tempo tinha para estudar, por isso não era muito bom aluno, mas conseguia sempre passar de ano. O seu melhor amigo, Nicolau, também vivia perto dele e era o seu companheiro nos longos percursos que faziam até ao autocarro que os levava à escola. Ambos sonhavam com uma vida melhor, e passavam horas a planear como poderiam ficar ricos.

O Luís também andava com eles na escola e era o engraçadinho da turma, gostava de gozar com todos, por isso Pedro não gostava muito dele. Mas os pais divorciaram-se, foi um momento difícil da sua vida e que mudou completamente a sua maneira de ser. Pedro apoiou-o muito nesta fase e tornaram-se bons amigos.

Também algo de muito grave aconteceu ao Pedro que o obrigou a crescer muito rapidamente e a mudar a sua vida. O pai ficou doente durante muito tempo e acabou por falecer. Ainda conseguiu acabar o 6º ano, mas teve de deixar de estudar para poder ajudar a mãe a criar os irmãos. O Nicolau, também deixou de estudar e foi trabalhar para um café.

Como será agora a nova vida do Pedro? Lê este livro, ele vai surpreender-te!

Gonçalo Ribeiro

RosaJá tinha lido “A rapariga dos anúncios”, também da coleção Triângulo Jota, e gostei muito, por isso tive curiosidade de conhecer outras histórias da mesma coleção. São histórias inesperadas e surpreendentes, com muito mistério e suspense, mesmo como eu gosto. Este livro é mais uma aventura do Triângulo Jota, desta vez os três amigos vão investigar um grande mistério egípcio, que envolve pirâmides, túmulos secretos e múmias.

 Começo por vos apresentar uma das personagens, o Mário. Carinhosamente chamado pelo Triângulo Jota de “puto”, é um rapaz de 11 anos que vivia nas ruas com o seu companheiro o cão Diogo. De estatura pequena, franzino e imagem descuidada. Olhar triste e sofrido, não tinha uma vida fácil, a mãe tinha falecido e o pai passava a vida preso por roubar carteiras. Independente e astuto, habituado a viver nas ruas e a desenrascar-se sozinho, inteligente, gostava muito de ler e era um dos melhores alunos da turma.Era meigo e carinhoso, tratava do avô que era cego.

Tudo começou na época de Natal em que Jorge, Joel e Joana, conhecem o Mário, um “Puto” de 11 anos, que tinha perdido a mãe e vivia com o pai e o avô. O pai  passava grande parte do seu tempo preso por roubar carteiras, e o avô era cego e pedia esmolas na rua.  Contra a sua vontade, ajudava o pai a roubar carteiras, escolhiam locais públicos, e o pai batia-lhe para chamar a atenção das pessoas aproveitando a oportunidade para roubar-lhes as carteiras.

Foi o “puto” que deu a conhecer ao Triângulo Jota a “casa assombrada”, uma casa abandonada e cheia de mistérios, que estranhamente tinha um quarto que cheirava a canela e baunilha, e onde durante a noite ouviam-se ruídos inexplicáveis. Após várias investigações e acontecimentos extraordinários, os amigos descobriam uma associação secreta, chamada de Clube da Rosa Azul, cujos membros tinham uma profunda admiração pela civilização do Antigo Egipto. Acreditavam na imortalidade e por isso, depois de mortos, eram guardados secretamente e congelados, acreditavam que a ciência iria evoluir e um dia voltariam a ter vida. Um hábito muito estranho, difícil de acreditar que possa existir nos tempos modernos e que muito surpreendeu os três amigos.

O “Puto” e o seu cão foram uma ajuda fundamental nas investigações e acompanharam sempre o Triângulo, tornaram-se grandes amigos. Mas algo aconteceu que irá mudar para sempre a sua vida.

É sem dúvida uma história empolgante, inesperada e surpreendente, cheia de suspense! Querem conhecer todos os mistérios desta história? E o  que terá acontecido ao “puto”? Se quiserem saber a resposta, leiam este livro!

Gonçalo Ribeiro, 5ºA

PedroEsta história fala de uma realidade da vida que eu nem me lembro que existe. O Pedro vivia numa família pobre, que tinham que trabalhar muito no campo para poder ter dinheiro e conseguir alimentar a família. Quando Pedro foi para a escola, os pais sentiram muitas dificuldades para pagar as despesas que eram necessárias, resmungavam, mas sempre lhe deram o que era preciso. Pedro conta-nos um pouco da confusão das viagens de autocarro e da fila da cantina e do bar, mas também fala de um rapaz, o Luís, que era um pouco como um líder na escola. Tinha sempre o seu lugar marcado no autocarro, estava sempre a falar e fazia rir toda a gente, mas quando o Pedro esteve mais atento ao seu colega de turma, percebeu que ele copiava nas aulas e que não tinha mérito pelos seus resultados e além disso era mau para os seus colegas e fazia troça das suas professoras!

Ao continuar a ler o livro, fiquei a saber que o Luís não era assim tão forte como queria mostrar que era e que também enfrentava problemas. E, neste momento, foi ao Pedro que ele se confiou, começando assim uma nova amizade! Pedro era uma criança muito simples e humilde, tinha como grande amigo o Nicolau, com ele fazia o longo trajeto a pé para a escola, com ele brincava e fazia planos. Pedro teve uma infância difícil, chegava da escola e tinha que trabalhar no campo até à hora de jantar e só depois podia estuda.  Isto não ajudou em nada a ele ganhar gosto nos estudos. Ele nunca percebeu como havia colegas com tanto dinheiro nos bolsos! Mas mais confusão lhe fazia, era como o gastavam sem ser necessário. Porque não traziam comida de casa? E pior ainda, como o podiam gastar em maços de tabaco?! Em casa dele não havia grandes discussões, a mãe dele não gostava de ouvir berros. Nas noites de calor, o seu pai afinava as cordas do seu cavaquinho e começava a tocar músicas e às vezes juntavam- se o tio Trindade para começar a festa. Eles tocavam algumas vezes em bailes para ganhar algum dinheiro. Mas esta alegria acabou quando o seu pai adoeceu. Pedro não achava justo estar na escola sentado, a aprender coisas que não lhe diziam nada, enquanto o seu pai estava a trabalhar, com imensas dificuldades por causa da sua saúde.

  No fim de mais um ano letivo, o sexto ano, Pedro, que tinha passado de ano, sentia- se frustrado porque em seis anos de aulas ainda sabia tão pouco! Este último dia foi bem passado, celebraram o dia da árvore. Mas o dia seguinte ficou marcado para sempre no coração do Pedro. Depois da sua tarefa matinal, Pedro encontrou a sua mãe aflita porque o seu pai estava a ser operado de urgência. Ele já se encontrava há muito internado no hospital e este dia fora o último. Pedro ficou sem pai!

Os dias de Pedro eram passados a tapar presas, esvaziar tanques, pocinhos minas e a tratar do gado. O seu amigo Nicolau também trabalhava muito no campo, então pouco se viam. Mas a certa altura Nicolau visitou Pedro e contou-lhe que ia desistir desta vida e que iria viver para a cidade com o seu irmão mais velho. Durante a despedida, Pedro ficou a pensar na sua vida, ele queria também mudar de rumo e questionou- se porque o mundo era assim, tão injusto! Mas a vida de Nicolau não foi assim tão fácil quanto ele achava. Para quem estava habituado a uma linda paisagem, ficou de repente preso numa “gaiola” com imenso barulho. Durante estas férias Luís foi conhecer Espinho e escreveu a Pedro de uma forma muito estranha…

Queres saber que forma estranha de escrever foi esta que o Luís utilizou para escrever ao Pedro? Lê este livro e logo descobrirás!

Este livro fez-me compreender que não há vidas felizes todos os dias. Todos temos problemas e muitos camuflam as suas mágoas com lindas roupas ou fazendo maldades a outros para se sentir superiores. Eu vivo numa vila e além do meu trabalho da escola pouco faço. Ajudo em casa, mas nada comparado com a vida do Pedro. Mas vidas como a do Pedro ainda existem e ao ler este livro senti-me felizardo com o que tenho, mesmo estando sempre a reclamar da minha!

Ivo Cunha, 5º A

TrêsEste livro foi um presente de aniversário. É um livro muito interessante, fala da amizade de três crianças com o senhor Martins que é um senhor de idade, veste sempre um fato preto e usa um guarda-chuva preto. Ele é simpático e meigo.

O sr. Martins era como um relógio para os três amigos que brincavam no largo, pois, quando ele chegava do trabalho, eles sabiam que era hora de ir para casa. Um dia, ele não apareceu e os meninos estranharam, tentaram saber o que se tinha acontecido e descobriram que ele estava doente. O sr. Afonso, que era amigo de todos, sugeriu que o fossem visitar e que cada um lhe levasse um presente. Como os meninos não sabiam o que levar, este propôs que cada um levasse um frasco com a principal característica de cada um!

Qual será a característica de cada um? Lê este livro e logo saberás!

Afonso Ribeiro, 5ºC

ChaveEstava eu a organizar a minha estante de livros, quando este me despertou a atenção. Peguei nele e comecei a ler, envolvi-me de tal forma nesta leitura que só parei na última página!

Eu recomendo a leitura desta história imaginária e imprevisível. Fala da amizade e do valor de pequenos gestos.

Este livro conta a história de uma menina que adora contar histórias. Esta menina de 12 anos recorda que um dia o seu namorado lhe ofereceu uma flor e no dia seguinte ofereceu-lhe uma roda que parecia um pneu. A menina, fascinada com aquele gesto de amizade, começou a pensar numa forma de retribuir esses presentes e ficou surpreendida quando o seu namorado em troca lhe pediu que contasse uma história. A menina sabia muitas histórias. Umas ela criava e inventava, outras ela já tinha ouvido contar, então começou a imaginar e a modificar uma história na esperança de o surpreender. Primeiro começou por contar uma história sobre um cágado e um coelho; nesta história o cágado corria muito e o coelho andava muito devagarinho, uma história diferente que cativou a atenção do seu ouvinte.

Depois contou outra história: nesta ela era uma Princesa e tinha três irmãos: o Vento Norte, o Monstro e o Canário. Um dia, o seu irmão mais velho Vento Norte foi repreendido pelo seu pai, por ter batido na chuva. De castigo, fechou-o no moinho mais alto daquele reino. O Vento Norte lamentava-se dia e noite e todos naquele reino sentiram muito a sua falta. A certa altura o povo começou a afligir-se e organizaram uma comissão para pedir ao rei que libertasse o seu filho. O rei, que já estava arrependido, disse logo que sim e foi buscar a chave do moinho para o libertar. Mas, ao chegar ao local onde tinha guardado a chave, ficou espantado e horrorizado por não as encontrar. Ficou tão aflito que caiu na sua cama gravemente doente.

E agora? O que terá acontecido? Será que o Vento Norte vai conseguir sair do moinho? Só posso dizer que há mais personagens a entrar nesta história e todos farão esforços para encontrar uma chave verde. Se quiserem saber o final desta história imaginária leiam este livro, pois vai valer a pena!

Lícia Gonçalves, 5º A

TotoEste livro foi uma prenda dos meus pais e fala sobre uma adolescente chamada Nikki e a banda dela. Eles iam em digressão com os Bad Boys, mas essa digressão foi de um sonho da Nikki para um pesadelo porque a inimiga da Nikki, a Mackenzie, foi em digressão com eles só para estragar a vida da Nikki manipulando-a. A Mackenzie é má, egoísta e manipuladora; tem cabelos longos, um pouco encaracolados e usa sempre roupas muito ousadas.

Mas de que forma ela estava a manipular a Nikki ? Estava a manipulá-la por causa do “Amigos peludos”, um sítio onde a família do Brandon, a paixão da Nikki, trabalhava e a Mackenzie disse que se a Nikki não fizesse o que ela dizia que mandava o seu pai, que era o presidente, deitar o “Amigos peludos” abaixo! Também fazia com que a Nikki limpasse o quarto dela e fizesse o seu trabalho!

Se quiserem saber se a Nikki se vai safar da Mackenzie, leiam o livro!

Inês Pereira, 5º A

Quero serEste livro fez parte de uma encomenda online no período de pandemia. Quando o vi e li a sinopse fiquei muito curiosa e de facto correspondeu às minhas expectativas. Lê-se muito bem, é uma história muito interessante e a forma como está escrita prende-nos a atenção de início ao fim. Eu recomendo a leitura deste livro aos colegas da minha idade, porque, muitas vezes, não valorizamos aquilo que temos, e queixamo-nos injustamente de problemas que por vezes nem existem.

Alexandre Lamas é a personagem principal desta história. Este rapaz estava farto da escola, farto da família, farto da rapariga que o persegue e ele não gosta, farto da paixão pela rapariga de quem gosta e que não gosta dele, farto de si próprio. Alexandre não era bom aluno na escola, não tinha projetos de vida, não sabia o curso que queria seguir, nem vontade de saber qual seria a sua orientação vocacional. Vivia com a sua madrasta, com quem tinha uma má relação. O seu pai, engenheiro, ganhava muito dinheiro e estava ausente a trabalhar numa petroleira no mar Cáspio. Uma noite, foi dar um passeio pelas Docas, e de repente vê um rapaz igualzinho a ele. Depois, aproximou-se e ambos ficaram admirados por verem que eram muito semelhantes e começaram logo a falar das suas vidas tão distintas. Esse rapaz é Alex Lima que lhe conta que trabalha num iate de um milionário e este diz-lhe estar farto do patrão, farto das viagens constantes e farto de só ver o mar dias seguidos. Conversaram bastante e chegaram à conclusão que estavam os dois fartos da vida que levavam.

Alex sugeriu que mudassem de identidade, como eram iguais e nenhum gostava da vida que levava, Alex ia para casa do Alexandre e o Alexandre embarcava no iate. Alexandre duvidou e hesitou bastante, mas acabou por aceitar essa proposta e durante um mês assumiu a identidade de Alex Lima e parte à aventura de ser outro. O Alexandre passou a trabalhar num iate de um milionário, enquanto o Alex ia à escola. Alexandre viveu muitos episódios intensamente, mudou completamente de vida. Mas como terá sido essa aventura? Será que ninguém percebeu? Conseguiu aguentar durante um mês viver outra vida e saber que outra pessoa se passava por ele? E se tivesse caído numa emboscada? Alguma vez regressaria à sua vida normal? Essas e outras perguntas vão descobrir se embarcarem nesta aventura.

Lícia Gonçalves, 5º A

Rapaz pijamaEste livro foi-me oferecido pela minha mãe e retrata o Holocausto aos olhos de Bruno, um menino de 9 anos, que desconhece os horrores da guerra vividos em toda a Europa e o papel do seu pai neste conflito.

Terminaram as aulas, Bruno regressa a casa e é surpreendido por Maria, a sua empregada de casa, a arrumar todo o seu roupeiro em quatro grandes caixotes de madeira. Pergunta à sua mãe porque é que iam mudar de casa, ela disse-lhe que não precisava de se preocupar e que na verdade tudo aquilo seria uma grande aventura, salientando que o seu pai tinha um emprego importante, e que o seu trabalho era o motivo da mudança. Na casa de Bruno havia sempre muitas visitas, nomeadamente homens com uniformes fantásticos, mulheres com máquinas de escrever, e elas eram sempre muito bem-educadas com o pai do Bruno e diziam umas às outras que ele era um homem no qual deviam pôr-se os olhos e que o Führer tinha grandes planos para ele. A mãe de Bruno explicou-lhe que, às vezes, quando alguém é muito importante, o patrão pede-lhe para ir para outro lado, por nesse sítio haver um trabalho muito especial que tem de ser feito. Bruno perguntou que tipo de trabalho era o do seu pai, porque ele não sabia ao certo qual era a profissão do pai, e a mãe disse-lhe que era um trabalho que precisa ser feito por um homem especial… ocultando-lhe qual era exatamente a sua profissão.

Bruno não gostou da sua nova casa, a casa de Berlim era muito mais agradável do que esta… não se viam outras casas por perto, nem rapazes para brincar. Quando fechava os olhos, tudo em seu redor era frio e vazio, como se estivesse no lugar mais solitário do mundo. Da janela do seu quarto tenta avistar Berlim, mas o que viu fê-lo arreguilar os olhos e a sua boca abriu-se de espanto… sentiu-se frio e inseguro. Bruno viu uma vedação de arame que se estendia não só ao longo de toda a casa, mas até se perder de vista em ambas as direções. A vedação era muito alta e havia postes de madeira igualmente altos a sustentá-la a intervalos regulares. Gretel, a irmã de Bruno, disse-lhe que não percebia, e perguntou: “Quem é que terá construído um lugar que parece ser tão horrível?”

Querem saber que lugar era aquele? Se quiserem saber a resposta, leiam este livro!

João Rodrigues, 5º A

GuardaEste livro foi oferecido à minha mãe e, como foi aconselhado pelo prof, resolvi lê-lo e apresentá-lo. Aconselho este livro porque, além de uma história bonita, fala-nos também de uma amizade entre duas pessoas que se conheceram por acaso. Juntas vão passar momentos inesquecíveis.

Começo por apresentar-vos o Luís, mais conhecido por “Dunas”, um rapaz loiro, magro e de pele dourada. Psicologicamente, era viciado no mar e tudo que rodeava a praia, pois tinha um grande motivo que vão saber ao longo da história.

Esta história que ao início parece confusa, comoveu-me porque fala de um rapaz que perdeu a mãe ainda bebé. O pai que ficou desolado após a morte da mulher deixou o filho com a avó e foi para a América. Dunas, assim era conhecido, cresceu com a avó Sara uma senhora que era conhecida por fazer remédios caseiros e não deixava que o neto fosse ao médico. Um dia, Dunas foi fazer mais um dos seus passeios e passou pela sua antiga casa onde viu uma rapariga e resolveu pegar na bicicleta dela e pôs-se a fazer acrobacias. Ela não gostou do que ele fez, mas ao mesmo tempo, viu que ele estava magoado, pediu-lhe que entrasse e foi curá-lo. Quando ele entrou, a rapariga percebeu que ele já conhecia a casa, foi quando o rapaz lhe disse que já tinha morado ali com os pais.

Fizeram as apresentações e ele perguntou-lhe o que ela fazia ali. A rapariga disse-lhe que tinha um livro para escrever e escolheu aquela casa para o fazer em sossego. Concha, assim ficou a ser chamada, ficava admirada com a paixão de Dunas pelo mar e pela praia. Um dia, Concha conheceu um Sr. que era conhecido pelo velho da mata que lhe contou que a mãe de Dunas queria ser enterrada na praia quando morresse. O marido fez-lhe a vontade contra tudo e contra todos e nunca disse a ninguém onde a enterrou. Dunas que sabia que a mãe estava lá enterrada, tinha um enorme gosto em manter a praia limpa. Quando os turistas sujavam a praia, ele ficava fora de si e um dia até foi levado por um até à esquadra. Os dias foram passando e Dunas ensinou à Concha muitas coisas e ficaram grandes amigos. Depois de tantas aventuras, umas boas outras menos boas, o livro da Concha ficou pronto.

Será que a amizade de Concha e Dunas continuou? E o Dunas continuou a morar com a avó na praia ou foi ter com o pai à América? Se quiserem saber a resposta, leiam este livro!

Bruno Pereira, 5º A

ÁrvoreEu andava à procura de um livro para ler e achei que este poderia ser interessante, pois eu gosto desta autora.

Havia uma árvore numa pequena ilha do arquipélago do Japão que era motivo de orgulho para os habitantes dessa ilha, pois era bela, antiga e bem formada. Toda a gente na ilha admirava e venerava essa árvore. Gostavam de se sentar debaixo da sua sombra e apreciar o seu perfume. Todavia, com o passar do tempo, a árvore cresceu demasiado e metade da ilha ficava sempre à sombra. As pessoas que viviam desse lado da ilha estavam a ficar doentes e tristes, pois não apanhavam sol. Então, a população reuniu-se para tomar uma decisão e resolveu cortar a árvore e nesse lugar plantar cerejeiras. Mas a árvore não acaba aqui. O povo da ilha, apaixonado pela árvore, decidiu aproveitar os ramos e fazer para cada habitante um objeto que servisse de recordação da árvore. E do grosso tronco fizeram algo que ainda animou mais a vida daquele povo.

Queres saber o que fizeram com o tronco da árvore que tornou os habitantes da ilha mais ricos e a sua vida mais variada e animada? Se queres saber a resposta, lê este livro. Vais adorar!

Mª Eduarda Pereira, 5º C

Ali BabaTudo começou com uma pesquisa na Fnac pela internet à procura de um livro para comprar.

Ali Babá e Qassem eram dois irmãos que viviam numa cidade do oriente, cujas muralhas brancas brilhavam no sopé da montanha Qâja. Qassem, o mais velho, casou-se com a filha de um rico mercador, que morreu e lhe deixou os seus bens. Ali Baba também se casou, era um humilde lenhador que, para sustentar a família, ia ao monte cortar lenha para a vender. Um dia em que Ali Babá andava a trabalhar na floresta, viu muita poeira no vale e vê passar um grupo de quarenta homens a cavalo. Curioso, Ali Babá subiu a uma árvore e vê que eles pararam em frente a uma grande rocha. Um deles, que parecia ser o líder, diz: “Abre-te, Sésamo”. De imediato, abre-se uma abertura na rocha, deixando ver uma caverna. Os homens entraram e saíram. Antes de se afastarem, o chefe diz: “Fecha-te, Sésamo”, e a passagem fecha-se. Quando o grupo já estava longe, Ali Babá aproxima-se da caverna e diz a frase mágica, entra e descobre um tesouro valioso: peças de seda fina, colares, pulseiras, joias, esmeraldas, diamantes, tapetes preciosos e moedas de ouro. Rapidamente, encheu dois sacos de moedas e foi para casa contou toda a história à mulher Feiruz e pediu-lhe para guardar segredo, mas ela queria contá-las, como não tinha medidor e para ser mais fácil, foi a casa do irmão de Ali pedir uma rasoira que servia para medir as sementes. Feiruz chegou a casa da cunhada, pediu-lhe a rasoira, curiosa, passou um pano engordurado no fundo para saber o que ela queria medir. Feiruz mediu e devolveu a rasoira, mas não reparou que tinha ficado uma moeda colada no fundo. Xainaz, a cunhada, ao ver a moeda ficou muito impaciente para contar a novidade ao marido.

Depois de lhe contar, o irmão de Ali foi ter com ele, invejoso da situação e quis saber o que se passava. Ali, bondoso que era contou ao irmão o que tinha acontecido. Ganancioso, Qassem foi até a caverna com seis mulas carregadas de caixas e sacos. Entra, carrega os sacos, mas quando quer sair, esquece a frase mágica, grita várias palavras mas nenhuma era a correta e fica preso na caverna. É encontrado pelos ladrões, que o matam brutalmente. Xainaz vigiou o regresso do marido durante toda a tarde, mas com o cair da noite saiu de casa e foi bater à porta do cunhado muito preocupada. Ali pediu-lhe para esperar até de manhã, se ele não aparecesse, ele iria procurá-lo quando fosse apanhar lenha. No dia seguinte, Ali Babá vai à caverna procurar o irmão e encontra-o morto sem cabeça, fica desolado e carrega as duas partes do corpo do irmão, para o poder sepultar. Chegou o dia que os bandidos voltaram a caverna com mais riquezas e não encontraram o corpo de Qassem. O chefe apercebe-se da existência de mais alguém que conhecia o esconderijo e ordena que encontrem e matem o intruso.

Se quiserem saber se os quarenta ladrões conseguiram encontrar o intruso, leiam esta história!

Gonçalo Gonçalves, 5º B

Rapaz bronzeEste livro é recomendado pelo plano nacional de leitura e, como fiquei com curiosidade para o ler, requisitei-o na biblioteca municipal Raul Brandão.

Era uma vez um jardim onde, à noite, todas as plantas ganhavam vida. Os gladíolos estavam muito na moda e eram as flores mais colhidas. Certo dia, nasceu um gladíolo que ficou muito contente por saber que ia ser colhido. Mas ele ouviu a dona da casa a dizer ao jardineiro para não colher mais gladíolos porque faziam falta ao jardim. Então, o gladíolo decidiu fazer uma festa para não ficar tão triste. Ele tinha de pedir autorização ao rapaz de bronze, que era o dono do jardim durante a noite. O rapaz de bronze autorizou a festa e o gladíolo convidou todas as flores. Mas um ou dois dias antes da festa pensaram que, como as pessoas punham flores nas jarras, eles tinham de pôr uma pessoa numa jarra. Então decidiram que seria a Florinda, uma menina de sete anos, que era filha do jardineiro. Na noite da festa, o rapaz de bronze foi ao quarto da Florinda e perguntou-lhe se queria ir a uma festa. Ficou surpreendida por uma estátua estar a falar com ela, mas aceitou. Quando chegou à festa, nem queria acreditar no que estava a ver, mas o rapaz de bronze disse para ela se sentar na jarra e começou a contar como é que eles ganhavam vida. No dia seguinte, quando a Florinda foi para a escola, contou às amigas e elas não acreditaram e disseram-lhe que tinha sonhado. Então ela também começou a pensar que tinha sonhado.

Será que foi mesmo um sonho de Florinda ou realmente aconteceu? Se quiserem saber a resposta, leiam este livro!

Rui Duarte, 5º A

SementinhaEu andava à procura de um livro engraçado e uma amiga minha sugeriu-mo e eu achei interessante. Eu aconselho a lerem este livro porque ficamos a saber mais sobre a germinação das plantas e das sementes e ajuda-nos a perceber mais sobre o ciclo das sementes. Eu achei este livro muito engraçado e divertido.

Era uma vez uma pequena semente de trigo chamada Sementinha que vivia numa pequena arca com outros bagos. Certo dia, um rouxinol, apaixonado por ela, roubou-a do tabuleiro onde estava e levou-a para o seu ninho. Passado algum tempo, a Sementinha foi novamente roubada por um Pardal, da aula de Música do Rouxinol. Cheio de medo de um espantalho, o Pardal deixou-a cair nas terras do António Seareiro. A Sementinha falou com os seus amigos Amarelo De Barba Preta e Serrano, mas depois ficou sob o poder da Terra Feiticeira. Aterrada, a Sementinha pôs-se a trabalhar e começaram-lhe a crescer a raiz, o caule e as folhas. Cresceu, cresceu e cresceu até que se tornou numa espiga amarela. Depois, a Sementinha foi arrancada, sendo esquartejada num laboratório. Daí nasceram os seus filhos bagos de trigo, nomeadamente a Asa De Corvo, era muito curiosa tal como a mãe! O seu casamento foi de conveniência, foi um casamento científico e os seus filhos seriam híbridos, novas plantas feitas pela mão do homem.

Quem é a feiticeira que fala na história? Qual a sua função? Se quiserem saber a resposta leiam este livro!!

João Magalhães, 5º A

MeninasEste livro foi uma prenda dos meus pais e fala sobretudo de duas meninas exemplares chamadas Camila e Madalena que vão viver muitas aventuras junto com a sua mãe, a senhora de Fleurvile, a sua ama, a Elisa, a sua amiga e a mãe dela que conheceram num acidente de carruagem, a Margarida e a senhora de Rosbourg que passaram a viver com elas e a sua outra amiga que não é exemplar, a Sofia, e a maldosa madrasta dela, a senhora Fichini . Esta é gorda, usa roupas exageradas, é muito má com a sua enteada, pois bate-lhe e grita com ela como se fosse um boneco.

É uma história muito grande, cerca de trezentas páginas cheia de aventuras e dessas escolhi esta. No dia em que a Sofia e a Margarida saíram às escondidas de casa porque queriam ajudar uma pobre senhora que vivia um pouco longe delas, elas iam à casa da senhora para lhe dar dinheiro e a Sofia, achando que sabia o caminho, incentivou a Margarida – que é mais nova que ela – a ir com ela, mas algo preocupante aconteceu. Elas perderam-se na floresta, ficaram quase um dia inteiro naquela floresta cheia de animais selvagens e sem nada para comer.  Começou a anoitecer e elas ainda lá, as mãe delas estavam superpreocupadas, mas elas começaram a ouvir um som vindo dos arbustos e …

Se quiserem saber o que tinha atrás dos arbustos ou se elas conseguiram sair daquela floresta, leiam o livro !

Inês Pereira, 5º A

escola PiratasTropecei neste livro nas mudanças de casa e, na ausência de outro, devido a um atraso de encomendas de livros que os meus pais fizeram online, resolvi entreter-me. Li-o numa tarde de domingo, pois senti falta e necessidade de ler. Então, decidi tornar-me uma pirata e navegar pelas páginas deste livro.

Este livro tem como personagens principais 5 jovens que vão tentar entrar numa escola para piratas. Têm uma grande aventura pela frente, visto que circularão numa ilha muito perigosa para tentar encontrar o caminho para a escola.

Começo por apresentar-vos uma personagem que tem muitas manias. E que ao princípio nos deixa muito confusos, pois não tem nada a ver com o tradicional perfil de pirata. É muito nojento, está sempre a lamentar-se e a criticar tudo e todos. Acha-se muito inteligente e por isso vai nos meter em grandes sarilhos. É de estatura média, magrinho e um pouco franganote. Usa óculos e é também de origem francesa. Estou a falar do Simon o mais estranho candidato a pirata.

Como já referi, esta história fala-nos de 5 jovens que têm o sonho de se tornarem piratas profissionais e experientes. Para isso, um dos seus chefes da escola de Piratas, o Capitão Redes, um mandrião, dorminhoco, vai colocá-los à prova, deixando-os sozinhos no meio de uma ilha cheia de perigos. Para vencer este desafio de chegar até à sede da escola de piratas antes do pôr do sol, eles enfrentarão uma série de obstáculos. Mais ainda, o capitão afirma que um pirata, para se saber orientar no mar, tem de se saber primeiro orientar em terra. Mas, avisa também para nunca confiarem na palavra de um pirata. No entanto, vão ter de passar por placas que os informam do caminho correto e em que parte do percurso vão, mas estas são escritas por piratas, logo pouco confiáveis. E só ao fim do dia reparam então que estão no caminho errado, pois não deveriam confiar na palavra das placas que escritas por piratas. Vão ter de voltar atrás, mas já passou quase um dia inteiro até chegar ali.

Será que, mesmo voltando atrás, vão conseguir chegar à escola? Será que vão todos se tornar piratas ou haverá desclassificados? Se quiserem saber as respostas, leiam este livro.

Rafaela Matos, 5º A

PotterComo já referi na apresentação anterior, encontrei-me com Harry Potter e a Pedra Filosofal em livro (que foi uma prenda de Natal). Desde aí não resisti à tentação de ler a sequência de aventuras desta coleção, que tanto me entusiasmam e me fascinam. Por isso, hoje trago-vos aqui o livro Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban.

Começo por vos apresentar Ron que, para mim, é uma personagem carismática. Este vem de uma família de feiticeiros pobre com sete filhos. Todo o seu material é herdado dos seus irmãos mais velhos, por isso as suas coisas são velhas e desgastadas. Tem uma grande afeição por um rato, o Scabbers, o seu adorado animal de estimação. No entanto, tem uma fortíssima fobia, um terrível pavor de aranhas – aracnofobia. O que anima a nossa aventura, e faz com que seja uma personagem que também me diverte imenso. É muito meigo e gentil, sempre pronto para ajudar. É muito dramático, entra em pânico muito facilmente quando se vê arrastado pelos companheiros nestas deliciosas aventuras. Fisicamente, também tem algumas particularidades, visto que tem cabelo ruivo. Uma cara redondinha com sardas como todos os seus irmãos, e é de estatura média. É, na minha opinião uma personagem fantástica, divertida que adoça esta coleção.

Mais uma vez na famosa e mais importante escola de feitiçaria em Hogwarts, onde Harry Potter e os amigos (Ron e Hermione) estudam, vai se viver uma nova e deliciosa aventura. Como o título nos sugere esta história narra a fuga de um prisioneiro de Azkaban, a prisão com mais proteção no mundo da feitiçaria. Ninguém compreende como isso foi possível. Este prisioneiro chama-se Sirius Black, um nome muito temido por toda a comunidade de feitiçaria. Harry vai então descobrir que se trata do homem que entregou os seus pais à morte, além de lhe dizerem que ele é um dos fortes apoiantes do VOLDMORT, um perigoso assassino, que procura agora Harry para o matar. No desenrolar dos acontecimentos, Harry descobre ainda que ele é o seu padrinho, o que o deixa confuso e enraivecido, por ter afinal um grau de parentesco com este traidor. Momentos difíceis e angustiantes vão se viver.

Será que Sirius vai conseguir matar Harry? Ou será que o Sirius, afinal, está inocente? Como terminará a nossa aventura? Se quiserem saber a resposta leiam este livro!

Rafaela Matos, 5º A

CorteiEste livro faz parte do plano nacional de leitura, já ouvi falar dele imensas vezes, fiquei curiosa e decidi lê-lo.

Aconselho esta obra a todos que gostam de ler, porque nos dá uma lição. Quando pensamos que a vida nos corre bem ela prega-nos uma partida, e não sabemos como agir.

Marta era uma menina “ maria rapaz “ que não se interessava muito pela escola, apesar de morar mesmo em frente, era sempre a última a chegar. Era constantemente chamada ao Conselho Executivo por fazer algumas asneiras. Mesmo com algumas dificuldades em passar de ano, conseguiu concluir o sexto ano de escolaridade. Nessa altura a mãe tinha o hábito de lhe fazer as tranças, e aproveitava também para lhe “pentear o miolo” dando-lhe lições de moral. Um dia, tudo mudou, pois a sua mãe morreu num trágico acidente. Quando Marta soube da notícia, decidiu cortar as tranças, derivando daí o título da obra. A partir daí teve de aprender a crescer sozinha, desistiu da escola, começou a tratar das lidas da casa, cozinhar, lavar, fazer as compras etc.

Um dia, encontrou um casal de médicos na mercearia do Juquinha, que estavam à procura de uma empregada doméstica. Marta hesitou várias vezes, mas decidiu aceitar esse trabalho. Quando deu a notícia ao seu pai, este não concordou, queria que Marta aprendesse uma arte, mas Marta era muito teimosa. A tarefa não foi nada fácil, pois o casal tinha dois filhos gémeos bebés. Pensou muitas vezes desistir, mas Marta era muito teimosa e orgulhosa para desistir. Marta tem uma tia, Zulmira, muito próxima, essa tia viúva conta-lhe a história da sua vida e da infância da sua mãe; estes relatos são muito importantes para ajudar Marta a compreender determinados comportamentos que ela não percebe. Esta obra divide-se em três partes distintas, e mostra-nos as vivências de Marta, a forma como se torna adulta “à força”, as dúvidas, as certezas e os sentimentos de alegria e tristeza num ambiente rural e num passado longínquo.

Será que Marta vai conseguir ser feliz? Conseguirá manter o emprego de empregada doméstica? Ou será que vai descobrir o que realmente gosta? Se quiserem saber a resposta, leiam este livro!

Lícia Gonçalves, 5º A

RaparigaEste livro foi recomendado pelo meu professor de Português. Conseguimos ligar para a escola e requisitá-lo na biblioteca. Este é um livro do Triângulo Jota, sobre uma jovem e bela rapariga que faz anúncios da televisão e se vê envolvida com perigosos assassinos. Uma história repleta de aventura, mistério e suspense.

Decidi retratar a rapariga do anúncio. Iolanda é uma jovem modelo profissional, atraente e elegante, com uma imagem cuidada e muito cheirosa. Tem um brilho especial nos olhos e no rosto, cabelos compridos e esvoaçantes. Famosa e independente, vive sozinha, e muito sociável, recebe muitas visitas e vai a muitas festas.

Joel tem um atracão especial pela bonita modelo profissional  que está em todos os painéis publicitários a anunciar o perfume “Mulher”;  já a conhece das revistas e dos anúncios da televisão, e passa horas a olhar para o painel publicitário que está em frente à escola. O acaso faz com que o Joel se cruze na rua com a jovem e bela rapariga do anúncio e acaba por segui-la até casa. Conhece o senhor Coutinho,  seu vizinho, que lhe confidencia o comportamento misterioso e suspeito da linda rapariga de seu nome Iolanda. Ele e o seu cão Snif vão ajudar o Joel a desvendar este mistério. Joel conta também com a ajuda dos amigos e companheiros de aventuras, os irmãos Joana e Jorge. Após várias investigações, descobrem que Iolanda está envolvida com gente muito perigosa, numa rede de tráfico de pedras preciosas e numa seita misteriosa, a correr perigo de vida.

Este é sem dúvida um caso para o Triângulo Jota! Será que conseguem salvar Iolanda destes perigosos assassinos? Se quiserem saber a resposta, leiam este livro!

Gonçalo Ribeiro, 5º A

MistérioEste livro foi uma amiga que me ofereceu no meu aniversário. Ele fala-nos de cinco descobridores e um polícia. Os descobridores vão descobrir um quarto secreto e toda a história desenvolve-se nesse quarto secreto. São várias as personagens principais do livro, mas uma das personagens que tem mais protagonismo é o Frederico, mais conhecido pelo “O Gordo”; psicologicamente é uma pessoa muito inteligente e que gosta de se gabar muito.

Era a altura das férias de Natal e estavam quase todos na casa do Filipe e da Bé, a fazer cartões de Natal, quando chegou o “Gordo” a dizer que ia viajar para Londres com a mãe e perguntou se podiam ficar com o Pet (seu cão). O “Gordo”,  com o dinheiro que juntou do seu aniversário,  disse ao amigos que ia comprar disfarces de detetive em Londres. Depois da viagem a Londres, o “Gordo” disse aos amigos descobridores que tinha aprendido a escapar de um quarto trancado sem as chaves, todos disseram que queriam ver. Então eles trancaram o “Gordo” com a Bé dentro de um quarto e ele pegou numa folha de jornal que tinha num casaco e um arame dobrado e conseguiu escapar. Mostrou ainda outro truque aos amigos que era uma carta invisível e todos ficaram impressionados. Os descobridores tinham descoberto dois mistérios, e andavam procura de terceiro. Encontraram o Sr Goon (o polícia) que os alertou para eles se afastarem dos mistérios, mas eles não lhe deram ouvidos. O ” Gordo” disfarçou-se de um rapaz francês e foi entregar uma carta invisível ao Sr Goon. Ele ficou furioso por receber uma carta em branco, e só mais tarde descobriu que a carta era invisível e foi buscar um ferro de engomar e descobriu o que estava lá escrito, ficando muito ofendido com o que estava lá, e foi ter com os descobridores e ameaçou contar aos seus pais, mas eles trocaram as cartas. O Filipe, ao fugir do sr Goon, entrou numa vivenda abandonada e subiu uma árvore. Como estava nevoeiro, não tinha dado conta que estava na casa abandonada, no cimo da árvore viu um quarto todo mobilado e foi buscar os amigos para irem ver o quarto secreto. Como o Gordo era muito curioso, foi sozinho à vivenda abandonada e entrou pela carvoeira.

Será que o gordo foi apanhado? Terá ele descoberto o mistério do quarto secreto?

Beatriz Oliveira, 5º A

AlfaiateCerto dia, um pequeno alfaiate estava a costurar, quando ouviu alguém a dizer – “Quem quer comprar compota! vendo compota!” O pequeno alfaiate era um rapaz pequeno, loiro e humilde. Mas era muito trabalhador, boa pessoa e muito esperto. Como ele estava cheio de fome, comprou um frasco. Barrou a compota num pão para comer, quando se apercebeu o pão estava cheio de moscas! Com um pano sacudiu-as matando sete moscas. Ele ficou todo contente e gravou num cinto a seguinte frase “Sete de uma só vez.” Toda a gente ao ver o cinto pensava que ele tinha matado sete pessoas e por isso achavam que ele era muito forte e muito corajoso.

Um dia, ele decidiu ir pelo mundo contar o seu feito. Como era muito boa pessoa, ajudava todos os que encontrava em apuros. Ajudou um pássaro que estava preso numa armadilha, um unicórnio que ficou com o chifre preso numa árvore, etc. Pelo caminho encontrou um gigante que, quando leu a frase do cinto, ficou a pensar “Será que este pequenote é mais forte que eu?” Então propôs-lhe uns desafios, mas como o alfaiate era muito esperto, venceu-os todos. O gigante tentou matar o pequeno alfaiate, mas não conseguiu. Quando o Rei soube destes acontecimentos mandou chamar o pequeno Alfaiate, e disse-lhe que se conseguisse matar os dois gigantes que havia no reino lhe dava metade das suas terras e o deixava casar com a sua filha. O pequeno alfaiate aceitou de imediato, pois logo que viu a princesas apaixonou-se perdidamente. O problema é que o Rei não parecia ser uma pessoa muito séria…

O que será que vai acontecer? Será que o pequeno alfaiate vai conseguir matar os gigantes e casar com a princesa? Será que o Rei lhe preparou algumas armadilhas? Se queres saber, tens mesmo que ler este livro!

Tiago Machado, 5ºC

Viagens de GulliverEste livro é leitura recomendada do Plano Nacional de Leitura, por esse motivo, achei pertinente a sua leitura e pedi-o à minha mãe.

Com este livro consegui soltar umas gargalhadas, lê-se depressa, muito depressa… eu li-o num só dia!.

Este livro começa com Gulliver a perguntar a quem passa quem quer viajar com ele pelo mar. Duas crianças aproximam-se, a Maria e o Manuel, e aceitam o seu convite. Gulliver começa por lhes contar as suas viagens. A primeira história que Gulliver contou às duas crianças foi a de quando chegou ao reino de Lilliput, depois do seu navio ter naufragado. Lá, tudo era pequeno, e ele era gigante, chamaram-no de Homem-Montanha … as casas eram pequenas, as pessoas eram pequenas, a comida era pequena. Estava esfomeado e cheio de sede, pediu comida e bebida. Deram-lhe um balde cheio de água e pão com queijo, que Gulliver engoliu como se fosse um comprimido. Em troca, Gulliver deu-lhes um porta-moedas que eles pensaram ser uma rede de pesca, deu-lhes uma cigarreira que eles pensaram ser um cofre, um pente que eles pensaram ser uma arma, e deu-lhes um relógio com correntes que eles pensaram ser apenas uma grande corrente que os podia prender a todos. Os habitantes de Lilliput estavam em guerras com os seus inimigos “… porque eles insistiam em partir os ovos pela ponta mais estreita…” e Gulliver ajudou-os a vencê-los, puxando os barquitos com uns cordéis. Voltou novamente a salvá-los quando o palácio real começou a arder e urinou sob o incêndio, apagando o fogo. Na segunda viagem, Gulliver foi ao reino dos gigantes. Aqui tudo era grande (o oposto da primeira viagem). Gulliver está em cima de uma mesa quando encontra um rato gigante, primeiro começa por fugir e esconder-se. Mas depois, decide puxar da sua espada e lutar contra o rato, luta contra o rato e mata-o à espadeirada. Fica exausto e senta-se no chão para descansar, quando aparece uma menina GIGANTE, com tranças e lacinhos. A menina tapa-o com o lenço para ele poder descansar, mas Gulliver não tem tempo de relaxar, pois logo de seguida iria participar num espetáculo… a atração era ele: a miniatura falante. O almoço foi uma perna de pardal que Gulliver pensava que era uma perna de avestruz e cinco grãos de arroz. Após trinta espetáculos por dia, depressa ficou estoirado e decide voltar a viajar.

Onde irá Gulliver agora? Se quiserem saber a resposta, leiam este livro!

João Rodrigues, 5º A

Família MachadoEu já tinha lido outro livro desta coleção e gostei muito, e como o meu irmão tinha este livro guardado, eu fiquei curiosa para o ler.

O livro fala de uma família que, como todas as famílias tem problemas. É a história da família Machado que é composta por sete irmãos e pelos pais. A mãe e o pai guardavam para si os seus próprios problemas e não contavam nada um para o outro. Alguns dias depois, o Manuel ficou com problemas na escola. Então a Maria e o Miguel, que eram os filhos mais velhos, decidiram pedir à avó a casa em frete à praia no Algarve. Para eles passarem as miniférias de  Carnaval. O objetivo dessa viagem era fazer com que o pai e a mãe se resolvessem. Esta história vão ainda conhecer a Madalena. Fisicamente, ela é pequena e morena. Por ser tão morena, toda a família diz que ela é a ciganita da família. Psicologicamente, ela é mimada, brincalhona e, por ser a mais nova, não gosta que a mãe dê mais atenção a outra pessoa de fora do que a ela.

Será que durante essa viagem os pais se resolveram? Se quiserem saber leiam o livro.

Joana Ferreira, 5º A

bando cavernasEste livro foi-me oferecido pela minha mãe.Neste livro há monstros, monstrinhos e o bando das cavernas, juntos vivem aventuras divertidas que nos roubam sorrisos.

Os monstros decidiram que, nesse dia, iam jantar na Floresta Negra. Quando os monstrinhos (filhos dos monstros) souberam, reuniram-se com o objetivo de acabar com o jantar dos adultos, eles achavam que seria “uma seca” e não queriam ir com os pais. O Devorador de Livros Fixes teve uma ideia para acabar com o jantar, que consistia em capturar o Menir … Ele gostava muito de comer e certamente, não se importaria de comer (pelo contrário) a comida toda do jantar dos monstros. Os monstrinhos saíram da floresta em direção à cidade de Pedras Novas, com o objetivo de capturar o Menir. Ruby, o Tocha, o Kromeleque e o Tzick (elementos do bando das cavernas) tinham marcado um encontro na pastelaria com o Menir, mas ele não apareceu. Ele nunca se atrasava, muito menos, quando o assunto era comida… O que teria acontecido? Enquanto isso, a mãe do Menir entra no seu quarto para o acordar e deu-lhe um conselho: nunca desistir de um sonho. Menir sai da sua caverna a correr, estava atrasado e os elementos do bando aguardavam-no na pastelaria Tradicional Ponto Come. Para ser mais rápido, resolve ir por um atalho que passava junto à Floresta Negra. Entretanto, os monstrinhos esconderam-se na Floresta Negra, fazem-lhe uma emboscada, batem-lhe com um pau e ele desmaia… Pegaram no Menir adormecido e colocaram-no dentro da saca de farinha vazia que tinham trazido para o transportar. Arrastaram-no para o interior da floresta Negra e desapareceram. Os elementos do bando foram à caverna do Menir procurá-lo e não o encontraram. De seguida, regressaram à pastelaria, mas ele ainda não tinha lá chegado…

Será que o bando das cavernas vai encontrar o Menir? Será que ele vai comer a comida toda e o jantar dos monstros é cancelado? Se quiserem saber a resposta, leiam este livro!

João Rodrigues,  5º A

DoutoraEste livro foi requisitado na biblioteca da escola, e ainda está comigo. O livro é empolgante e de leitura fácil, por isso, apesar de extenso lê-se rapidamente.

Esta história fala-nos de um menino órfão de mãe, chamado Alfie com doze anos que já não ia ao dentista desde pequenino, ele escondia as cartas com as marcações do dentista em cima de um armário, sabia que lá o seu pai não as iria encontrar porque ele andava de cadeira de rodas. O seu pai tinha graves problemas de saúde, nomeadamente problemas respiratórios porque tinha trabalhado numa mina, por isso, além de ter de ir para a escola e fazer os trabalhos de casa, também tinha de fazer as compras para a casa, as limpezas, cozinhar todas as refeições e lavar a louça. Um dia a Dra. Tiradentes foi à escola apresentar-se como a nova dentista da cidade, e aproveitou para ver os dentes dos alunos todos, ela viu os dentes podres de Alfie e demorou-se a observá-los. Depois, de ter terminado de ver os dentes de todos os meninos, chama Alfie e disse-lhe que ele tinha mesmo de marcar uma consulta brevemente. A Dr.ª Tiradentes era muito assustadora, parecia uma bruxa…então, Alfie decide não seguir a sua recomendação! Entretanto, o estado de saúde do seu pai agrava-se e a família começa a ser acompanhada por uma assistente social, que apercebendo-se do estado dos seus dentes, marca-lhe uma consulta com a Dr.ª Tiradentes. No dia seguinte, encontra-se com a sua amiga Gabz que lhe conta que as crianças que haviam colocado dentes por debaixo das almofadas, estavam a ser surpreendidas com: uma víbora morta, crosta de uma ferida, zumbido de milhares de formigas, asas de morcego. O que estava a acontecer? Não sabiam, mas a suspeita de que a Dr.ª Tiradentes poderia estar envolvida começa a ganhar força. Na consulta, a Dr.ª Tiradentes arranca um dente ao Alfie, e ele deve ter desmaiado porque quando acordou descobre que não tinha dentes… nenhum dente!!! Alfie, pede ao vendedor de doces Raj, que lhe dê um dos seus dentes com o intuito de o colocar por debaixo da sua almofada e descobrir quem andava a assustar as crianças da cidade.

Será que Alfie vai conseguir descobrir quem andava a assustar as crianças da cidade? Se quiserem saber a resposta, leiam este livro.

João Rodrigues, 5º A