Dezembro 2008


A Biblioteca de Livros Digitais, criada em parceria com o Plano Nacional de Leitura, permite a leitura online de diversos títulos de literatura infanto-juvenil.

“Na abertura, o site contará com nove livros digitais, alguns deles originais, outros já publicados, e durante o próximo semestre serão colocados mais 35. Os que estarão lá inicialmente serão muito mais do que um texto num computador. Permitirão folheá-los, contam com ilustrações, algumas delas animadas, e terão ainda a opção de serem lidos por actores. “É altamente criativo. Para os mais pequenos, o uso da voz por actores ajuda-as a ler melhor.”

A Biblioteca de Livros Digitais pretende também criar uma rede social. Aos registarem-se, os utilizadores poderão juntar-se como amigos e participar na secção Os Livros da Malta, onde cada um pode acrescentar algo no final de qualquer livro. “O livro passa a pertencer a alguém”, sugere Carlos Correia.”

                                                              in jornal “O Público”

Demónio e anjos existem mesmo, ou são apenas criações dos nossos  medos e esperanças?

O Joel conhece o rapaz do bairro da Babilónia que traz a “morte” no  bolso e, às vezes, caminha com duas sombras ao seu lado. Estamos em  cima dos doze dias do ano em que as coisas podem acontecer e os três  Jotas penetram num universo desconhecido e espiritual, intrometendo-se  na luta entre o demónio que ameaça esse rapaz e o anjo que o protege. Os Adoradores de Baal. O maldito Círculo Amarelo. O sétimo filho da  besta. O burro inteligente enigma da dupla sombra. E, claro, o morto   contente, um jovem demónio que sorri de modo enigmático, como se   estivesse contente. Será possível que ele esteja assim, com a morte  suspensa há mais de quinhentos anos? E pior ainda, que se apreste para voltar à vida? Queres conhecer o demónio? Então, lê este livro.

Ricardo, 6º E

 

O nosso texto obteve o primeiro lugar no concurso “Ser Diferente”, promovido pela Câmara Municipal de Guimarães.

 

Parabéns ao 6º E!

 

 

 

Um M a descobrir

 

Era o início da segunda semana de aulas. A manhã de Setembro anunciava-se soalheira e de céu limpo e convidativo para tudo, menos para uma segunda-feira de aulas. Junto à entrada da escola, os pais mais atrasados davam beijos apressados e os últimos conselhos: “Porta-te bem!”, “Come o teu lanchezinho!”, “Boa sorte!”. As ordens eram claras: todos os alunos deviam ir para o campo de futebol e agruparem-se por turma – era o dia do Corta-mato.

O espaço que era amplo, depressa ficou cheio de cores, de alegrias, de sorrisos. Durante as férias, toda a escola foi lavada de branco e os muros que envolviam o campo desafiavam toda aquela negrura do alcatrão.

A turma do 5º E juntou-se precisamente numa sombra envergonhada dum carvalho que mais sabia daquela escola; eram já quase três dezenas de anos a observar gerações sucessivas de alunos: as suas brincadeiras, os seus receios, os seus namoricos, as suas vitórias. Mónica fez-se logo notar. Tinha doze anos e esta era a segunda vez que estava a frequentar o 5º ano. Apesar de ser relativamente baixa, tinha uma postura de líder. A sua voz certeira e apelativa deixou a turma rendida: “Colegas, nada há a recear, enquanto eu estiver no vosso meio, o 5º E será o maior”. Todos estavam já habituados àquela ousadia da Mónica. A Joana pensou: “Bem me disse a minha mãe para ter cuidado com as más companhias!”. Mais confiante, a Matilde lançou um olhar de simpatia quando viu que toda a turma depositou um sorriso de confiança na Mónica. O rosto do Jorge não enganava: “Ora cá está uma boa aliada para as minhas travessuras”.

Inesperadamente, alguém perguntou:

– Quem escreveu aquela frase ali no muro?

Em letra apressada, lia-se: ‘‘Rui. Gosto de ti. M.’’. Foi o alvoroço total. Naquele momento, já todos os olhares incriminavam a turma do 5º E, pois era a que estava mesmo juntinho ao muro ferido de giz azul. A chegada do director de turma fez aparecer as razões da inocência: “Eu nunca tive ali!” dizia um, “Aquela letra não é minha!” adiantava outro, todos falavam receosos do olhar castigador do professor. A suspeição caiu sobre todos os nomes femininos da turma começados por M: Mafalda, Maria, Matilde, Marta, e claro, Mónica. As inocências ganharam força: “Não olhem para mim!”, “Eu não fui!”, “Eu não era capaz!”, choramingou Mafalda. Os olhares condenatórios começaram a pousar no rosto silencioso da Matilde. Decidida, irrompeu pelo meio dos colegas e apanhou o resto do giz que estava no chão. Com a mão certeira, completou a frase: “Rui. Gosto de ti. Marta”. Inesperadamente, surge uma voz esganiçada: “Não é nada a …” e logo Maria se silenciou. É, pela boca morre o peixe.

O professor felicitou Matilde e ela agradeceu com o seu olhar meigo, pois era surda-muda.  

 

O livro “ Charlie e o Grande Elevador de Vidro ” é a continuação do   livro “ Charlie e a Fábrica de Chocolate”,  só que tem muitas mais  aventuras…!  O nosso pequeno herói vai no Grande Elevador de Vidro  pelos céus com os quatro avós, os pais e o Sr. Wonka. Quando eles  entram… não! Não posso contar mais! Mas o que lhes terá acontecido?  Tens de ler este livro! Ah!!! E outra coisa…os Estados Unidos da  América, neste livro,  pensam que vão ser invadidos por  extraterrestres!! E quem serão estes extraterrestres? Não sabes! E  gostavas de ser rejuvenescido(a) vinte anos? E de ir à Terra do Nunca?  É assustador, mas eu gostava de ir!  Se quiseres saber tudo isto,  lê  este livro fascinante e divertidíssimo, porque depois disto, aposto 
que estás muito curioso e que queres entrar na história do nosso  Charlie.  Basta ires à biblioteca da nossa escola, é que este livro já  está lá, novinho, à tua espera!

Raquel, 6º E

   Este livro baseia-se no Outono, no Inverno, no Verão e na Primavera. O Inverno era um idoso de barba branca, muito rabugento. Ele todos os anos pintava de branco a sua porta e no dia da chegada da Primavera gostava de ver as primeiras flores. A Primavera era uma pequena rapariga muito animada, com um sorriso do tamanho do mundo e era amiga do sol, ou seja, o Verão.

   Queres saber como Verão e Outono se distinguiam? Queres saber as amizades e os acontecimentos que se passam ao longo do livro?

Experimenta lê-lo, vais adorar!

 

Pedro Henrique, 6º E

   Este livro conta a história de um rapaz que vivia num bairro pobre. Ele tinha uma vida difícil, porque a mãe trabalhava muitas horas numa fábrica de gabardinas e ele ficava muito tempo sozinho.Certo dia, uma mulher deu-lhe uma caixa de tintas. Apetecia-lhe pintar. E logo foi comprar uma folha branca. Quando chegou a casa pintou…  Um dia foi vender para a rua quadros. Uma rapariga estava a passar e reparou num quadro que Miguel estava a vender. Nesse quadro estavam representadas duas nuvens, uma preta e outra rosa.         

   Queres saber o que significam essas nuvens?

   Queres saber se ele teve sucesso nas vendas?

   Será que vai acrescentar alguma nuvem?

   Achas que a rapariga vai conseguir amizade com Miguel?

  Queres responder a estas perguntas? Então lê o livro!

 

Elísio, 6º E

O senhor Tonto e a senhora Tonta pregaram horríveis partidas um ao  outro. Era minhocas no esparguete, rãs nas camas, olhos de vidros nas 
bebidas e muito mais. Até te posso contar uma destas partidas para  veres a tontura destes desprezíveis seres.
     “No dia seguinte, para se vingar da partida da rã a senhora Tonta foi  discretamente ao jardim e escavou para encontrar algumas minhocas  (…).”  À uma hora, fez esparguete para o almoço, e tu já estás a ver o  que aconteceu! Claro que a senhora Tonta deitou o esparguete no prato  do senhor Tonto… Será que o senhor Tonto comeu o esparguete? Será que  ele quando soube que tinha comido minhocas não quis matar a senhora  Tonta?  Lê o livro e tu poderás descobrir a aventuras destes malucos.

Patrícia, 6º E

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