Dezembro 2010


 

Esta história fala-nos de um autor que encontrou um menino.

Era uma vez um autor que já não escrevia histórias há algum tempo. Tinha ideias mas nem todas eram boas.

Certo dia, o autor estava sentado num banco de jardim e passou mesmo à sua frente um menino descalço e quase sem roupa, só com uma fralda.

Quando o menino tossiu o autor aproveitou logo para lhe perguntar o nome.

Ele disse que não sabia porque tinha nascido há pouco tempo e ainda não se tinham lembrado dum nome para ele. Apenas sabia que era um menino porque foi o que ouviu no hospital. Mal nasceu, o médico pegou nele pelas pernas e ele chegou ao mundo de pernas para o ar.

O autor perguntou ao menino se queria trabalhar consigo.

 Se queres saber se o menino aceitou a proposta do autor requisita este livro que vais gostar.

João Pedro 5ºD

 

         Era uma vez um miúdo que se chamava JP e gostava muito de jogar à bola.

         Um dia sonhou que estava a jogar para o Campeonato Mundial e que o Zé, um amigo, tinha feito um golo magnífico com sucessivos toques de cabeça.

         Na escola contou o seu sonho aos amigos e perguntou ao Zé se conseguiria fazer como fez no sonho, mas este ficou mal na fotografia, pois nem o segundo toque conseguiu.

         Era Sábado, e, como habitual, o JP e os seus amigos foram jogar nesse dia de semana. Jogaram um jogo e depois outro, mas esse segundo jogo foi contra outra equipa.

         Em casa do JP, a Carolina, sua irmã, relembrou que iria haver um concurso de talentos na escola e que toda a gente poderia participar. O JP começou logo a pensar e resolveu saltar de uma prancha para dentro de uma piscina.

         No dia do concurso soube-se logo o que todos iriam fazer: o JP iria saltar de uma prancha para uma piscina, o Miguel iria fazer malabarismo, o José António iria fazer um número musical e o Zé iria tentar dar cem toques de cabeça com a bola. Todos se admiraram, pois o Zé, na última vez que o tentou, não conseguiu.

Queres saber quanto é que ficou o jogo do Sábado?

Queres saber se correu tudo bem ao Zé no concurso de talentos?

Se queres saber, lê este livro pois vai ser uma aventura.

Olha, ele até está na biblioteca.

José Miguel, 6.ºC

Sempre a tagarelar foram até à ruela estreita e detectaram o muro do quintal, que confinava com o terraço do restaurante. Era mais alto do que eles o tinham imaginado.

– É aqui! – disse a Joana. – Algum de vocês consegue subir até lá acima?

Os dois rapazes olharam o muro de cima a baixo e vice-versa.

– Eu subo. Já trepei a muros mais altos – disse o Jorge. E preparou-se para a escalada.

– Agora não – disse a Joana – É melhor esperarmos que o restaurante feche. Deve ser depois dessa hora que o movimento lá dentro começa.

– É melhor – confirmou o Joel.

Ainda faltava uma hora. Foram até ao café do largo telefonar para casa. Avisaram que iam chegar mais tarde e pediram aos familiares para não se preocuparem. Disseram que o convívio estava animado e que o jantar mal tinha começado. Do lado de lá vieram recomendações, recriminações e mais recomendações.

Depois compraram uma caixa de fósforos na tabacaria e andaram por ali perto às voltas, a fazer horas. Tinha arrefecido de repente e começaram a sentir frio.

-Vamos lá! – disse o Jorge  mal o restaurante fechou .

-Espera aí – disse a Joana. Vai a sair alguém…

Era verdade. Iam a sair os dois empregados que andavam a servir às mesas. Passavam tanto tempo a curvar-se diante dos clientes que até na rua caminhavam inclinados para a frente. Depois saíram também as duas mulheres que o Jorge tinha visto na cozinha. Nessa altura alguém fechou a porta por dentro e correu as portadas.

– Não sai mais ninguém. Vamos!

Foram até à ruela. Àquela hora já quase não havia movimento. Mesmo assim tomaram precauções: a Joana ficou na esquina do largo e o Joel mais adiante.

No meio dos dois estava o Jorge que, a um sinal dos dois, arregaçou as mangas e começou a subir o muro.

 

        Queres saber o que acontece ao Jorge? Lê este livro e descobre!

Rogrigo Matos, 6º A

Neste livro vais ao encontro dos animais: duas ratazanas – a Doris e a Tatum -, um caranguejo, um papagaio e um cão.

O livro tem muitos capítulos que te vão surpreender. Vou falar-te um bocadinho sobre um que achei interessante. Os animais queriam guardar mantimentos para o Inverno e a Doris propôs que eles guardassem o xarope de ananás… A Tatum, que é a mais velha das ratazanas, discordou: “Que ideia mais patética! Só podia ter saído de um cérebro encaracolado!”

O caranguejo disse que podiam guardar algas secas, mas as ratazanas não concordaram. Então o amigo perguntou se elas gostavam de queijo. Claros, logo disseram que sim! Vai daí, o nosso caranguejo tentou enganá-las dizendo que quando as algas estiverem bem secas serão como queijo. Será que elas vão acreditar? Mais à frente, neste capítulo, vais conhecer o papagaio que era um náufrago … E quando conheceres o cão, terás a equipa completa!

Vai à nossa biblioteca e ficas a saber quem são os verdadeiros donos da praia!

Cláudia,  6ºA