Era uma vez um rei que se chamava Tadinho. Certo dia, apareceu no castelo o Dragão do    reino a reclamar porque el-rei Tadinho tinha dito que quem o matasse podia casar com a princesa, sua filha. El-rei Tadinho, sem saber o que se passava, chamou o conselheiro. Este disse que tinha sido ele a dizer isso. O dragão ficou muito ofendido e pediu uma recompensa. Então o rei disse que o dragão podia casar com a sua filha e ele, todo contente, disse que passado uma semana iria voltar para reclamar a sua noiva.

Depois de o dragão se ter ido embora, o rei lembrou-se que era solteiro e que não tinha ilhas. El-rei Tadinho, aflito, mandou chamar a bruxa para lhe dar uma ajudinha. A bruxa pensou, pensou, pensou… e disse que no dia do casamento iria aparecer e iria ler um discurso onde pediria desculpa pela situação. O rei, sem outra alternativa, aceitou.

Finalmente chegou o grande dia e a bruxa apareceu com o discurso onde incluía palavras que a bruxa não conhecia, palavras difíceis, inglesas e algumas que até nem sequer existiam. Mas quando o dragão chegou e olhou para a bruxa levou-a pensando que era a filha do rei. Ou seja o reino agora não tinha bruxa. O rei mandou chamar o conselheiro para pôr um anúncio no jornal.

Passaram-se dois anos a ler cartas com as respostas de bruxas ao anúncio, das quais só foram aprovadas cinco. El-rei Tadinho atendeu quatro e não gostou de nenhuma. Só já faltava atender uma bruxa, mas El-rei deixou-a para o dia seguinte. Ao acordar, o rei sentia-se estranho. Mandou chamar a quinta bruxa, de seu nome Riquezas-sua-avó, na esperança que ela o curasse. Riquezas observou o rei e disse que devia ser algum fusível queimado. Desenroscou-lhe a cabeça, mexeu na massa cinzenta, ligou uns fios e voltou a pôr a cabeça em cima do pescoço do rei. O rei estava como novo e a bruxa Riquezas estava contratada.

Consegues imaginar como acabará esta história?

Alexandre Vieira, 6ºA