Dezembro 2011


            Este livro começa por falar das férias de verão do Greg. Ele diz que as suas férias começaram mal porque o seu irmão Rodrick o acordou às três da manhã e disse que ele tinha dormido todo o verão. Ele acreditou porque o irmão Rodrick vestiu a roupa que costumava levar para a escola, tinha adiantado o relógio dele e tinha fechado as janelas para parecer de noite.

            Quando chegou lá baixo, para tomar o pequeno almoço como fazia todas as manhãs,  deve ter feito muito barulho porque quando dá por ela o pai já está a berrar com ele. Quando as férias acabaram e quando ele teve Educação Física aproveitou para ir ao campo para ver se o queijo que alguém deixara cair de um pão e ganhado bolor ainda estava lá. Ele conta que um menino tocou no queijo e depois surgiu uma coisa chamada “o toque do queijo”, que funcionava assim: quem fosse tocado pelo toque do queijo ficava com ele até tocar noutra pessoa e a única forma de se livrar do toque era fazendo uma fisga.

            Será que se vai passar mais alguma coisa com o toque do queijo? Lê o livro e descobrirás!  Está na nossa biblioteca.

 

Francisco Silva, 6º B

      Este livro fala de um grupo de amigos que descobrem algo terrível:  um vírus atacou todos os computadores do mundo! Mas eles não vão deixar as coisas assim! Os quatro indagas começam por suspeitar de um grupo de pessoas que queriam fazer mal a toda a gente. Partem então para o Brasil e passado um tempo convocam os jornalistas, pois querem fazer uma revelação.

         Será que descobriram os criadores do tal vírus informático?

 

         Lê este livro e vais encontrar uma aventura emocionante, como se fosse um filme policial!! 

David Ciparci, 6º B

 

O rapaz desta história é um adolescente que sofre uma situação complicada entre os pais. Dinis, o jovem adolescente, é atraente, tem um irmão e uma irmã: o Tó Bé e a Mena que são mais novos do que ele.

        Ele está sempre a protegê-los, como daquela vez que ligou para os irmãos a ver se o pai lhes tinha batido.

        “- Tás boa, Mena?- perguntou o Dinis.

        – Como é que queres que esteja, meu?! A mãe tá uma pilha! Já teve de tomar não sei quantos comprimidos para os nervos e continua péssima, Dinis! Tu tens mesmo a certeza do que estás a fazer?…

        – Tenho, Mena – respondeu, com sinceridade, o irmão mais velho. Agora, se não te importas, vai chamar o Tó Bé e despacha-te, que eu estou na cabina.

        Pouco depois, o mais novo da família pegou no auscultador. A sua voz era trémula, mas isso já era de esperar.”

        O que e que será de esperar? Será que é alguma coisa sobre o pai? Será que o pai lhe bateu?

        Eu li este livro e aprendi muito com o Dinis…

Podes requisitar este livro na nossa Biblioteca, ACREDITA QUE VAIS GOSTAR.

Luís Miguel, 6ºB

“Tinha chegado o grande dia. Como era sábado, a Rita aproveitara para dormir ate mais tarde e, mal se levantou, viu, numa jarra colocada sobre a mesinha redonda, um ramo de rosas ao qual estava preso um cartão. Leu-o em voz alta:

– Um grande beijo dos pais neste dia tão importante! Votos das maiores felicidades… Irene e Henrique.

Cheirou as flores e sorriu enternecida com aquele gesto dos pais. Depois, vendo que a casa estava silenciosa, foi à cozinha, onde Gracinda lhe deu um beijo e a felicitou pelos quinze anos, rematando que estava, decididamente, muito velhota.

– Os meus pais? – Quis saber Rita.

– O seu pai foi comprar o jornal e a mãe foi ao cabeleireiro.

– Outra vez?!

– Sabe que a sua mãe gosta de andar sempre com o cabelo arranjado, menina. É por isso que ela tem o cabelo tão bonito.

A Rita tirou uma maçã da fruteira e começou a comê-la.

– Então e o resto? – Perguntou Gracinda.

– Qual resto?

– O leite e o pão? Só vai comer isso?

– Só. Estou a guardar-me para o teu almoço e, sobretudo, para o teu jantar! Queres que eu fique uma baleia?

– Tss… que disparate! A menina é uma trinca-espinhas! Coma lá um pãozinho e deixe-se dessas coisas, vá.

– Não quero Gracinda, já disse. Olha estão a tocar a porta. Deixa-te estar, que eu vou lá.

Ainda de maçã na mão, a Rita abriu a porta e deparou-se-lhe um homem novo, bem vestido de mais para ser carteiro, que lhe entregou um embrulho, dizendo:

– Parabéns Rita!

Sem que ela tivesse tido tempo de perguntar ao homem quem era ou, pelo menos, agradecer-lhe a felicitação, o desconhecido sumiu-se, caminhando a passos largos pelo jardim ate ao portão.

Curiosa por saber o que traria o embrulho que o homem lhe trouxera, encaminhou-se para a sala e abriu-o. De dentro de uma caixa de cartão saiu então uma moldura prateada com uma fotografia de um bebe ao colo de um jovem muito parecido com o individuo que, pouco tempo antes lhe dera os parabéns e desaparecera.”

Quem será este homem? Lê este livro e logo verás quem é ele.

Patrícia Ribeiro, 6ºB

    “Há duas horas que o Jorge e o Joel andavam às voltas nos caminhos de terra batida na serra da serra. Iam de mota, a caminho da Quinta das Almas, uma casa de repouso onde a tia Edite recuperava de uma crise depressiva que se seguira à morte do Sr. Saraiva. Tinha ido por oito dias mas já estava na Quinta há um mês e o Joel levava-lhe na mochila o correio acumulado, documentos para assinar e algumas coisas pessoais.

            – Já me doem as orelhas com o frio – queixou-se o Joel, que ia no banco detrás, a puxara gora do anoraque para cima.

            – O quê? – gritou o Jorge.

            – Deixa lá – gritou o Joel. – A mota faz muito barulho.

            – O quê? – gritou o Jorge. – Fala mais alto que a mota faz muito barulho.

            Mais adiante pararam. Tinham acabado de chegar a mais uma encruzilhada. Só sabiam que a Quinta das Almas ficava perto da Aldeia de Chão, que não vinha no mapa das estradas e ninguém parecia conhecer.

            – E agora? – quis saber o Jorge a esfregar as orelhas com força. – Deitamos a moeda ao ar?

            Eram cinco da tarde e não faltava muito para escurecer, como sempre acontecia em finais de Novembro, o que só iria piorar as coisas. “

 

AGORA, SE QUEREM SABER O RESTO DA HiSTÓRIA, É SO IREM À BIBLIOTECA DA ESCOLA E… PREPAREM-SE PARA O PIOR!!!

 

Ana Rita, 6º B