“Há duas horas que o Jorge e o Joel andavam às voltas nos caminhos de terra batida na serra da serra. Iam de mota, a caminho da Quinta das Almas, uma casa de repouso onde a tia Edite recuperava de uma crise depressiva que se seguira à morte do Sr. Saraiva. Tinha ido por oito dias mas já estava na Quinta há um mês e o Joel levava-lhe na mochila o correio acumulado, documentos para assinar e algumas coisas pessoais.

            – Já me doem as orelhas com o frio – queixou-se o Joel, que ia no banco detrás, a puxara gora do anoraque para cima.

            – O quê? – gritou o Jorge.

            – Deixa lá – gritou o Joel. – A mota faz muito barulho.

            – O quê? – gritou o Jorge. – Fala mais alto que a mota faz muito barulho.

            Mais adiante pararam. Tinham acabado de chegar a mais uma encruzilhada. Só sabiam que a Quinta das Almas ficava perto da Aldeia de Chão, que não vinha no mapa das estradas e ninguém parecia conhecer.

            – E agora? – quis saber o Jorge a esfregar as orelhas com força. – Deitamos a moeda ao ar?

            Eram cinco da tarde e não faltava muito para escurecer, como sempre acontecia em finais de Novembro, o que só iria piorar as coisas. “

 

AGORA, SE QUEREM SABER O RESTO DA HiSTÓRIA, É SO IREM À BIBLIOTECA DA ESCOLA E… PREPAREM-SE PARA O PIOR!!!

 

Ana Rita, 6º B