Janeiro 2012


A rapariga desta extraordinária história é em parte invulgar. Quando se zanga com alguém, fica mesmo irritada e zás!…, com o seu implacável “Dedo Mágico”, aplica um castigo exemplar a quem se portou mal. As consequências são imprevisíveis e até parecem coisas de artes mágicas. Mas, às vezes, chegam a ser cómicas. Como daquela vez em que o apontou à sua professora, a velha Sra. Winter, que a mandou soletrar gato e ela disse g-a-t-u. A Sra. Winter chamou-lhe burra, então ela ficou irritada e apontou-lhe o seu “Dedo Mágico”, a professora transformou-se num gato e nunca mais vai ficar bem. Um dia, por razões que irás descobrir se leres o livro, ela apontou o “Dedo Mágico” à família Gregg.

Quem será a família Gregg? O que lhes aconteceu? Será que ficaram bem?

Isto são perguntas, se quiseres respostas vai à nossa biblioteca e lê o livro porque eu mais não digo!!

Inês Gama, 6º B

Os amigos ganharam um concurso cujo prémio consistia em receberem bilhetes de avião para Cabo Verde. Ainda no aeroporto, fizeram amizade com um menino Cabo-Verdiano (Yuri) que já estava habituado a viajar para Cabo Verde a visitar o seu pai. Este amigo foi-lhes muito útil pois conhecia Cabo Verde como a palma da sua mão.

Durante a viagem, repararam em dois sujeitos estranhos acompanhados de um menino preocupadíssimo. As gémeas largaram o Caracol, que saltou para o colo do menino, que o agarrou como se fosse uma tábua de salvação. Quando chegaram ao destino, o menino tinha escrito no braço “S.O.S.”. O grupo de amigos percebeu que o menino estava em apuros e decidiram segui-los.

Sempre que podia o menino chamado Mário deixava pistas e contou aos meninos que os italianos o tinham convidado bem como ao seu irmão para irem passar férias a Cabo Verde (seu país de origem), mas sequestraram o irmão (Nelson) e serviram-se do Mário como intérprete, pois a sua intenção era procurar um tesouro.

Passo a passo, os amigos andaram de ilha em ilha, à procura de pedaços de mapa, que se encontravam em lugares muito estranhos.

Queres saber onde descobriram as peças que lhes faltavam para encontrarem este tesouro e o que fizeram com ele? O que teria acontecido aos italianos?

Lê este livro emocionante e aventura-te com este grupo fantástico!

Nuno Alexandre Pereira,  6ºA.

   Quando o Henrique, o tal terrível, sabe que a Rita Rezinga vai ficar por uns tempos na casa dele, ele fica fulo com a notícia. Tão fulo que nem conseguia pronunciar uma palavra.

   E quando a Rita chega, começa a confusão. Ela só sabia mandar.

   Quando ela espirrou, o resto da família limpou: o pai escovou, a mãe varreu, o Pedro limpou, o Henrique aspirou. Até que… o Henrique apontou o aspirador à Rita.

    “- SOCORRO! – guinchou a Rita.

   – Henrique! – chamou à atenção o pai.

   – Não sejas terrível ! – ralhou a mãe. “

Lê este livro, vais adorar!

José Ferreira,  6º B