Outubro 2012


   “O Geniozinho”, de Maria Teresa Maia Gonzalez, retrata a vida de um adolescente muito aplicado nos estudos. Rodrigo, de 15 anos, vive em Lisboa com o seu pai, Vítor, a sua mãe, Leonor e o seu irmão mais novo, João. Aluno do ensino secundário, frequenta o 11ºano, obtendo sempre um excelente aproveitamento graças ao gosto e dedicação que tem pela aprendizagem.

Mas, certo dia, Rodrigo sente uma nostalgia da sua infância ao recordar os tempos em que o avô lhe ensinara as primeiras notas musicais. Estas memórias fazem-no “largar” um pouco os estudos para se dedicar à música, que passa a ser a sua prioridade.

    Se queres saber como a música mudou o Rodrigo,  convido-te a leres o livro!!

Paulo Ferreira, 6ºC

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    Era uma vez um menino chamado João que ia realizar um teste de matemática. O seu pai disse-lhe que, se tirasse uma boa nota no teste, lhe dava uma bicicleta Ralling. Quando chegou a hora da verdade, o João viu-se aflito para fazer o teste porque este só tinha um problema e era impossível de resolver.

    Se queres ver se o João conseguiu ou não a bicicleta Ralling, lê o livro! E é tanto o que vais descobrir!!

Afonso Ferreira, 6º C

     Numa manhã , Geronimo estava a tomar o pequeno-almoço na cozinha. Enquanto molhava numa fumegante chávena de chá as suas bolinhas com gorgonzola, ligou a televisão para ouvir as notícias, … e arregalou os olhos! A jornalista CuscacúsquiRatatz anunciou:

   – Notícia de última hora! Encontramo-nos no Grande Hotel de Ratázia! Todos os clientes estão a fugir de cá porque esta noite… foi avistado um fantasma!

     Jerónimo, espantado, foi ao Grande Hotel para ver o que se passava. Deram-lhe uma carta para ir para o quarto número treze e ele ficou curioso. Abriu a porta e estava lá o seu amigo Abelhudo Tchiit.  Pendurou fora da porta um letreiro que dizia ”Génio ocupado, não incomodar“. Desligaram as luzes e acenderam velas. Abelhudo só pregava partidas ao Geronimo . Ele ficou todo aflito…

– Já chega de brincadeiras Abelhudo!   E gritei:    

– Acende já as luzes!

– M.. mas eu não apaguei – balbuciou ele.

– Abelhudo, basta de partidas!

– J..j..já disse que não fui eu a apagar as luzes!

– Mas – e o sangue gelou nas minhas veias – , se não foste tu, então… quem foi?

Alguém fez girar a chave na fechadura e a porta escancarou-se. Uma voz arrepiante uivou:

– Fuuuuuuui euuuuuuu… o faaantaaasmaaa!

O Abelhudo e eu gritamos em coro, aterrorizados:

– Socoooooooooorro!

– Socooooooooooorro!

Na escuridão, vimos um vulto luminoso que trazia uma pesada armadura cheia de teias de aranha.

Se querem saber quem está por detrás desta armadura cintilante, leiam o livro e descubram!

José Luís, 6º C

   Encontrei-me com este livro por recomendação do professor. Este livro é muito interessante e o  que une todas estas histórias é o telefone : “Era uma vez… Bianchi, um emigrante de Varese, que trabalhava seis dias na semana e, sempre, pelas nove horas da noite, ligava à filha e contava-lhe histórias curtas.”

   Partilho convosco um bocadinho da hístória cujo título é “A estrada para lado nenhum”:

   Martinho era um menino curioso e determinado. Ele queria descobrir onde acabava a estrada para lado nenhum. Certo dia, já grande para poder andar na estrada sem a mão dada ao avô, partiu numa aventura pela estrada para lado nenhum. Andou durante muito tempo até que viu um cão. Ainda pensou em voltar para trás, mas calculou que onde houvesse um cão, havia uma casa, ou pelo menos um dono.

 Se queres saber como acaba a história e tens curiosidade em ler muitas outras, não percas a leitura deste livro!

 Daniela, 6ºC

      

     

– Tiagooooooooooooooooooooooooooo!

        A voz da professora era um trovão a atravessar os ares, a estatelar-se de encontro à parede da sala. Os olhos dela vestiam-se de tempestade e fulminavam a raios o distraído Tiago.

        Outra flecha cruzou o espaço:

        – TIAGO!!!

        A voz tornou a ouvir-se, toda em maiúsculas. Uma voz autoritária, enorme, uma montanha das maiores com neve lá no alto; uma voz que não podia deixar de ouvir-se.

        Toda a turma escutava sorridente. Todos olhavam a professora furiosa. Como não é comigo, até tem piada.

        Tiago, impassível, não ouvia nada. Uma vez mais, alheara-se do mundo e partira à desfilada. Nesse preciso instante, Tiago chamava-se Alfafa Alfacinha, usava um turbante branco e longas vestes de linho fresquíssimo.. E atravessava o deserto bem acomodado entre as duas bossas do seu camelo particular, o valente Pachorra. Para que atravessava assim o infinito deserto, escorrendo suor, desafiando um mar imenso de areia, escaldando-se ao Sol? Todo fazia para perseguir o perigoso beduíno Ali Vounumpé e Venhonoutro – bandido que roubava a ricos e a pobres para dar ao seu tesouro, cada vez mais engrandecido.

        As marcas das ferraduras do cavalo árabe de Ali Vounumpé e Venhonoutro desenhavam-se, nítidas, na areia. Se ao menos aparecesse na primeira esquina, por detrás de uma palmeira, um sumo de limão fresquinho, com duas pedrinhas de gelo e uma palhinha… De súbito:

        – TIAGO!!!

        Um cato cheio de espinhos surgiu no caminho. O camelo Pachorra não o esperava: assustou-se de morte, ergueu-se nas patas traseiras, tremelicou os feios lábios, sacudiu as bossas; Alfafa Alfacinha, o herói, saltou da garupa, fez uma pirueta e estampou-se com estrondo na areia dura do deserto.

        Tiago abriu os olhos, sacudiu a areia da boca. Ergueu a cabeça e viu a professora, roxinha de raiva, à sua frente.

        – Fazes favor, dá-me o teu caderno! Quero escrever ao teu encarregado de educação!

        A turma riu a bom rir.

Como conseguirá o nosso Tiago sobreviver entre estes dois mundos tão diferentes, o mundo do sonho e o mundo da realidade? Lê o livro e vais descobrir que, por vezes, a realidade é mais maravilhosa do que os sonhos. Só que para lá chegar, é preciso sonhar!!!

Porque os poetas não morrem, falam-nos sempre perto.

As coisas melhores são feitas no ar,
andar nas nuvens, devanear,
voar, sonhar, falar no ar,
fazer castelos no ar
e ir lá para dentro morar
ou então estar em qualquer sítio só a estar,
a respiração a respirar,
o coração a pulsar,
o sangue a sangrar,
a imaginação a imaginar,
os olhos a olhar.
(embora sem ver)
e ficar muito quietinho a ser,
os tecidos a tecer,
os cabelos a crescer.
E isto tudo a saber
que tudo isto está a acontecer!
As coisas melhores são de ar
só é preciso abrir os olhos e olhar,
basta respirar.

 

   Esta história fala-nos de um gato preto, grande e gordo chamado Zorbas que, um dia, conhece uma formosa gaivota. Este encontro dá-se porque a gaivota foi apanhada por uma maré negra de petróleo que a deixa quase a morrer. Acontece que, momentos antes de falecer,  a gaivota deixa a Zorbas um ovo que acabara de pôr.

    Zorbas  é um gato de palavra e cumprirá três promessas que nesse momento é obrigado a fazer: não comerá o ovo e não só criará a pequena gaivota como  ensiná-la-á a voar. Tudo isto como a ajuda dos seus grandes fiéis amigos Secretário, Sabetudo, Barlavento e Colonello.

    Passados alguns dias depois de a gaivota nascer, a quem chamaram Ditosa, verão que a tarefa de a ensinar a voar não será fácil…

   Se quiserem saber o que acontecerá aos cinco gatos e à Ditosa, leiam o livro!

Margarida, 6º C

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