Numa manhã , Geronimo estava a tomar o pequeno-almoço na cozinha. Enquanto molhava numa fumegante chávena de chá as suas bolinhas com gorgonzola, ligou a televisão para ouvir as notícias, … e arregalou os olhos! A jornalista CuscacúsquiRatatz anunciou:

   – Notícia de última hora! Encontramo-nos no Grande Hotel de Ratázia! Todos os clientes estão a fugir de cá porque esta noite… foi avistado um fantasma!

     Jerónimo, espantado, foi ao Grande Hotel para ver o que se passava. Deram-lhe uma carta para ir para o quarto número treze e ele ficou curioso. Abriu a porta e estava lá o seu amigo Abelhudo Tchiit.  Pendurou fora da porta um letreiro que dizia ”Génio ocupado, não incomodar“. Desligaram as luzes e acenderam velas. Abelhudo só pregava partidas ao Geronimo . Ele ficou todo aflito…

– Já chega de brincadeiras Abelhudo!   E gritei:    

– Acende já as luzes!

– M.. mas eu não apaguei – balbuciou ele.

– Abelhudo, basta de partidas!

– J..j..já disse que não fui eu a apagar as luzes!

– Mas – e o sangue gelou nas minhas veias – , se não foste tu, então… quem foi?

Alguém fez girar a chave na fechadura e a porta escancarou-se. Uma voz arrepiante uivou:

– Fuuuuuuui euuuuuuu… o faaantaaasmaaa!

O Abelhudo e eu gritamos em coro, aterrorizados:

– Socoooooooooorro!

– Socooooooooooorro!

Na escuridão, vimos um vulto luminoso que trazia uma pesada armadura cheia de teias de aranha.

Se querem saber quem está por detrás desta armadura cintilante, leiam o livro e descubram!

José Luís, 6º C