Nesta história tudo começa numa sexta-feira, à hora do jantar, quando a família de Zé Quinau, que era constituída pela sua mãe, o seu pai e ainda o seu cão e fiel amigo Jeremias, comeram um arroz um pouco insosso feito pela mãe de Zé. É então que o Zé e seu pai reclamam, a mãe pede desculpa e começa a chorar; o marido tenta animá-la e saber o que se passava e mãe Zé diz que os computadores que tinha vendido estavam a ser devolvidos às centenas, pois quando se ligavam as letras e os números caíam pelo visor abaixo e ficava tudo negro, ou seja a sua empresa estava prestes a ir à falência. Zé Quinau e Jeremias convocam uma reunião secreta com o seu grupo, os Indagas, ou seja, com a sua amiga Bia e o seu gato Manivela. Eles falam sobre o assunto e logo percebem que não pode ser só por acaso que seja apenas à sexta-feira que existam problemas nos sistemas de computadores das grandes empresas. Mas como já se fazia tarde, combinaram reunir-se na sexta-feira seguinte, tendo cada um deles ficado com as seguintes tarefas:
o Jeremias iria ficar a observar as ruas;
o Manivela ouviria as conversas das pessoas;
a Bia estaria atenta aos jornais;
o Zé Quinau escutaria as notícias da rádio.
Então, depois despediram-se com a seguinte saudação: “- Ovedequí! Sefazfaít! Bi ou Vengouve! Strasrankdunk!” Até hoje ninguém sabe o que significa, mas desconfia-se que se trata de um grito de encorajamento. E assim partiram, cada dois para suas casas. Na sexta-feira seguinte……

Será que haveria novidades?
Será que já descobriram de que se tratava?
Para descobrires, vais ter de ler!! Tenho a certeza que vais gostar!

Vera Patrícia, 6ºA