Maio 2013


    “James e o Pêssego Gigante”, de Roald Dahl, conta-nos a aventura fantástica que um rapaz vai viver na companhia de um pêssego gigante e dos amigos que fará ao longo da mesma.
     Mas antes desta parte emocionante da sua vida, a vida de James era muito solitária: após um enorme rinoceronte escapar do Jardim Zoológico e comer os seus pais, a personagem principal vai ficar ao cargo das suas tias maléficas, Sponge, uma mulher incrivelmente gorda parecida com um porco (comparação feita pelo próprio James) e Spiker, magra e descomunalmente alta, que usava umas lentes com aros de metal presas com uma mola na ponta do nariz.
     Ao longo desta história, vemos a fantasia criadora que este autor  nos apresenta em todos os seus livros infanto-juvenis.

José Pedro Marques, 6ºC

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   “O Karaté te dou eu” é um dos livros da coleção de Geronimo Stilton. A personagem principal é Geronimo Stilton, um rato que dirige o diário mais famoso da ilha dos ratos.

       Esta aventura começa numa certa manhã quando o Hiena, um amigo de Geronimo, aparece em sua casa e o leva para uma aventura fascinante, obriga-o a participar no Campeonato Mundial de Karaté. Nesse Campeonato, vão acontecer aventuras muito interessantes. No dia do Campeonato, Geronimo é chamado para lutar.

       “Depois da cerimónia de abertura, em que todos os atletas desfilaram em parada com as bandeiras dos próprios países, começaram as provas.

       Ouviu-se no altifalante:

     – Apresente-se Geronimo Stilton no tatami!

       A Pequena Tao aproximou-se de mim e disse:

     – Chegou a hora, Geronimo. Lembra-te! Concentra-te no teu coração, no kokoró!

       Abracei a minha amiga e aproximei-me do tatami. Mas, quando estava lá a chegar, prendeu-se-me o dedo grande da pata entre os acolchoados do chão.

     – Geronimo Stilton. Segunda chamada!

     O que havia de fazer? Puxava para todos os lados, mas a unha tinha-se-me enfiado mesmo no plástico do acolchoado.

    Ouvi a Pequena Tao gritar:

    – Geronimo, mexe-te! À terceira chamada és eliminado!

    Eu puxava, empurrava, abanava, estrebuchada… Nada!

    – Geronimo Stilton. Terceira e última chamada!

     Estava quase a chorar. Seria possível ir perder o Campeonato por um… dedo grande preso?!”

Será que Geronimo Stilton irá perder o Campeonato por um dedo grande preso? Se quiserem saber, leiam este livro.

Mariana Rodrigues, 6º C

     “O Principezinho”, de Antonie de Saint-Exupéry, conta-nos a história de um homem que decide dedicar a sua vida à pilotagem, mas, que numa das suas viagens, tem uma avaria no motor do seu avião em pleno deserto do Sara. Como não levava nenhum mecânico ou passageiro, e o caso lhe parecia bastante complicado, pensou que iria realmente morrer, porque não trazia consigo muitos mantimentos, incluindo água. Mas, na noite desse mesmo dia, quase já de madrugada, é acordado pela voz fininha e encantadora de um menino perfeitamente espantoso que viria a ser a sua salvação. Foi então que este principezinho, que nunca, mas mesmo nunca desistia de uma ideia, pediu que lhe desenhasse uma ovelha. Depois de muitas tentativas e negações, o narrador decide desenhar uma caixa com vários buracos que continha tal ovelha lá dentro. O principezinho perguntou então se esta precisava de muita erva para se alimentar pois o sítio de onde vinha era muito pequenino, um pequeno asteróide chamado B 612 que continha três vulcões (um inativo, os outros dois eram utilizados como fogões), uma linda rosa vermelha e inúmeras raízes de embondeiro que tinha que arrancar todas as manhãs.

     Certo dia, o principezinho decidiu contar-lhe como tinha chegado à Terra e disse-lhe que antes de lá chegar, passou por diversos asteróides onde, em cada um, vivia uma pessoa crescida que o punha a pensar que estas eram muito estranhas: primeiro, parou num asteróide onde residia um rei que pensava que reinava sobre todo o universo mas que, na verdade, só reinava sobre  aquele lugar minúsculo onde apenas ele cabia; depois, foi a vez de um vaidoso que pensava que toda a gente o admirava, mas que, na verdade, apenas tinha tido dois admiradores, o principezinho e ele próprio; a seguir, foi a vez de um bêbedo que dizia que bebia pois tinha vergonha de beber, mergulhando o principezinho numa grande tristeza; foi então a altura de visitar o asteróide de um homem de negócios, que tinha todas as estrelas de todo o universo em seu nome (que eram, segundo ele, 501622731) pois achava que, se pensasse que algo era dele, então seria; no asteróide seguinte, que era o mais pequeno de todos, estava um homem que era muito trabalhador e o seu candeeiro: num minuto, acendia o candeeiro, no minuto seguinte, apagava-o; o seguinte era dez vezes maior e habitava-o um geógrafo que aconselhou finalmente o principezinho a visitar o nosso planeta. Depois de alguns amigos, foi a vez do principezinho conhecer uma raposa que lhe revelou um segredo muito simples, mas, ao mesmo tempo, muito sábio: “As coisas mais importantes são, muitas vezes, invisíveis aos olhos – só se vê bem com o coração…”

Aconselho-te a leitura deste livro que, sendo um clássico, nunca será esquecido, mas sim lembrado para todo o sempre!

José Pedro Marques  6ºC

   Esta obra retrata a vida de um jovem cujo nome é Abílio. Abílio tem 15 anos e vive em Montepó, uma aldeia esquecida no tempo, quase sem acesso à luz. Abílio sonha em partir e explorar o mundo, mas sabe que não pode, pois o pai emigrou para França, por isso sua mãe tem de criar e educar os filhos sozinha. Para além de ter uma grande vontade em partir, Abílio também está farto de só perguntarem pela mãe, pelo pai e pelos irmão e ninguém pergunta com é que ele se sente. A única coisa que faz Abílio ficar em Montepó é uma rapariga chamada Ana Teresa. Será que Abílio conseguirá realizar o seu sonho e ficar com Ana Teresa? Para o descobrires, recomendo-vos a leitura deste apaixonante livro.

José Faria, 6º C