Dezembro 2013


     Charlie era um menino muito pobre que vivia com os seus pais e com os seus avós maternos e paternos. O pai do Charlie era o sustento daquela família, ele trabalhava numa fábrica de pastas de dentes. Um dia, ele recebeu a infeliz notícia que teriam de despedir alguém. Esse alguém era o pai do Charlie: o patrão dele substituiu-o por uma máquina.

     Os seus avós já tinham alguma idade e todos os dias contavam uma história ao Charlie. Um certo dia,  o seu avô contou-lhe uma história sobre o Willy Wonka. O Willy Wonka era o dono de uma fábrica de chocolate que era a maior e mais lucrativa do mundo inteiro. O avô do Charlie trabalhava na fábrica do Sr. Wonka, mas ele viu-se obrigado a fechar a fábrica por causa de espiões que eram contratados por comerciantes de chocolate. Assim a fábrica fechou. Passado algum tempo, via-se a sair fumo pelas chaminés, mas não se via nenhuma pessoa, nem a entrar nem a sair. Foi então que o Sr. Wonka foi à televisão avisar que escondera nos seus chocolates 5 bilhetes dourados que dariam a entrada para a sua fábrica. Os bilhetes estavam espalhados por todo o mundo. Foi aí que começou o alvoroço, todas as crianças de todo o mundo começaram a comprar chocolates de uma forma maluca para os encontrarem. Quem terá encontrado os bilhetes? Será que o Charlie recebeu algum bilhete?

Descobre ao leres este fantástico livro!!!!

Ana Beatriz Ferreira

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         Inês Tavares é uma menina que, quando fez treze anos, pediu à sua avó um ipod, mas como ela não percebia nada de tecnologia, deu-lhe um diário. De início, Inês não gostava, mas, à medida que foi escrevendo, foi-se habituando e a cada dia que passava gostava cada vez mais de escrever no diário. Deixo aqui parte de um momento da história que muito me agradou:

           “Mas Vanessa nem acabou a frase porque, nesse preciso momento, o Jonas entrou no café. Nunca me lembrava de o ter ali visto, até porque se dizia que ele morava numa bruta vivenda no Restelo, com piscina e três Rottweileres assanhados .

             Olhou para todos com ar meio encabulado.

              – Estás a ver como ele é tímido, coitadinho! – murmurou a Vanessa.

               Finalmente decidiu vir até à nossa mesa.

              – Olá! – disse ele.

              – Olá! – disse eu.

              – Olá! – disse Vanessa.

             Ele ainda uns minutos sem dizer nada, sempre a olhar para a biqueira dos sapatos, que já não eram sujos, evidentemente, e depois perguntou-me:

              – Posso falar contigo?

              Depois de me ter dado um canelada e meia dúzia de beliscões, a Vanessa levantou-se da mesa e declarou que tinha muita coisa para fazer, que a mãe já devia estar aflita com a demora dela,  (…). E lá fiquei eu e o Jonas. (…) a olharmos um para o outro feitos parvos, e eu a pensar que se fosse a Diana dos Morangos com Açucares já tinha empinado o nariz, dado uma volta à cabeleira e feito um discurso completo, com todos os substantivos e adjetivos no seu lugar, até que de repente … “

    Será que este encontro vai ser determinante na vida de Inês Tavares? Leiam este livro e acompanhem a personagem principal nos vários desafios que a vida lhe traz.

Francisco Oliveira

    Joel, uma das personagens deste  triângulo composto por três jovens, foi ao café para se despedir da Marta, a sua namorada, pois ia com os seus amigos (Jorge e Joana) fazer um acampamento no Algarve. Lá, encontrou-se com uma menina que se chamava Ariane. Ela era muito bonita, tinha um olho de cada cor: um era azul que refletia o céu, e o outro era verde que refletia o mar. Para além disso, ela tinha também alguns poderes. Enquanto Marta, a namorada de Joel, foi à casa de banho, ele resolveu seguir a menina misteriosa. Esta entrou num museu acompanhada de sua madrinha, dirigindo-se para a sala do museu onde estava exposta a pedra de Marte, pedra que era muito valiosa. Ariane com os seus poderes roubou a dita pedra. Joel assiste a tudo. Gera-se uma grande confusão, elas ficam com medo que ele as denuncie. É então que Joel mete a mão no bolso para procurar um lenço de papel e sentiu uma coisa dura. O que seria? Coloca a mão novamente e descobre que a pedra estava com ele. Espantado, olhou para rapariga, mas ela baixou o olhar, tal como a sua madrinha.

    Se quiserem saber como a pedra foi parar ao bolso do Joel vão à biblioteca e requisitem este livro – vai vos surpreender!

Diana Castro

   Joel, Joana e Jorge são um grupo de amigos que gostam de aventuras, e esta história não é exceção.

    Esta aventura começa com o Joel na escola a observar um painel publicitário com uma rapariga a anunciar um perfume chamado “Mulher”. Esta rapariga não saía da cabeça do Joel. Quando ele chegou a casa, a tia Edite pediu-lhe para ir ao supermercado. O Joel lá foi e, quando estava a sair do supermercado, reparou numa rapariga que saía do dentista parecida com a que tinha visto no painel publicitário – não hesitou em segui-la. É então que acaba por conhecer o senhor Coutinho que trabalha na casa da mulher misteriosa e que vai ajudar o Joel ao longo da história. Nesse mesmo dia, Joel conhece a mulher misteriosa que se chama Iolanda. Quando falava com ele, eis que toca o telefone, ela atende e fica muito nervosa…

   Se queres saber o que vai desencadear este telefonema, lê este livro que te transporta para um mundo de mistério e aventuras.

Leandro Silva