Março 2014


  Este livro fala-nos de um rapaz, cujo nome é Rafael Santa-Cruz, que queria ser poeta, mas seu pai achava que ele deveria ser advogado. Rafael vivia com o pai, a mãe, a dona da casa, a avó e com o seu gato chamado Pessoa. Na sua escola ele tinha um grande amigo chamado Andrew. O Andrew era inglês e dava-se muito bem com Rafael.

Numa noite, Andrew foi representar uma peça de teatro (o Andrew adorava representar). Rafael foi assistir. Depois de a peça terminar, o pai do Andrew estava a sentir um enorme orgulho do seu filho e como compensação, deixou-o nessa noite ir para onde quisesse. Andrew pegou na sua mota e foi.

Na manhã seguinte, Andrew não deu sinal e Rafael ficara preocupado. Ligou para o pai de Andrew a perguntar se sabia dele mas em vão. Passou o dia preocupado a pensar no que poderia ter acontecido ao seu melhor amigo.

Rafael, não conseguiu dormir. Estava com receio do que tivesse acontecido a Andrew. Eram duas da manhã e Rafael ainda acordado, lembrou-se de ir à procura do seu amigo. Entrou no carro do seu pai e silenciosamente ligou-o e partiu pelas ruas de Lisboa. Estava com medo que a polícia o pudesse mandar parar mas a ansiedade de procurar o seu amigo era mais forte que o medo. A busca foi mal sucedida e Rafael chegou a casa de rastos.

Passaram-se alguns dias quando se soube da morte de Andrew. Foi encontrado morto na casa de banho de um café de bairro.

Nessa noite, Rafael chegou a casa e, reparou que seu pai estava a ver televisão na sala. Entrou, sentou-se perto do pai e disse que já não queria ser Poeta. Ao leres este livro, vais descobrir os caminhos dolorosos da amizade.

José Braz

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  Este livro baseia-se na história de uma menina chamada Ana Cláudia,  da  sua madrinha Claudina e do seu amigo Néu.

   Tudo começa quando eles pensam em transformar o  terreno isolado ao lado da escola numa horta pedagógica, onde os alunos pudessem plantar e tratar de plantas. Depois, estas  vão  ser servidas  na cantina da escola e para dar aos mais carenciados.

   A madrinha Claudina consegue convencer a assembleia a tratar disso.No início corria tudo muito bem, mas algo misterioso e interessante acontece que vai dar volta à historia.

   Se quiserem saber o que aconteceu, leiam a obra!

   Na minha opinião, o livro é muito, muito bom!

José Leandro

 

  A história fala-nos de uma rapariga chamada Rose. Ela vivia com os avós e adorava o avô. Ele era um homem alto e magro, de cara larga e muito carinhoso.

   Um dia, Rose estava a acordar e os avós já estavam de pé a tomar o pequeno-almoço, quando ela persentiu que algo estava a acontecer. Decidiu falar com o avô e perguntar-lhe se se passava alguma coisa. O avô limitou-se a responder que não. Passados alguns dias, um senhor chegou à casa dela e disse:

   “- Vem Rose. Anda para casa.” Aí ela percebeu que era o pai. Desatou a chorar, mas o pai, para lhe agradar, disse:

   “- Vem, eu dou-te um vestido de seda, daqueles que tanto gostas.”

   Se quiseres saber o que aconteceu à Rose na casa do pai lê este livro. Vais ficar a saber como é que Rose se transformou numa heroína da vida.

António Rafael

 

 

   Ana é uma menina de 15 anos. Desde muito nova ela sofre com o alcoolismo da mãe, apesar dos pais já estarem divorciados. Ana vive com o pai, a madrasta (que tanto odeia) e a sua irmã Filipa. Todos os dias Ana lê uma historia a sua irmã, ajuda-a a fazer os trabalhos de casa, é como se fosse mãe, pai e irmã, tudo ao mesmo tempo. Ana desabafa com as suas melhores amigas e com a sua professora de português, Maria Helena. A mãe dela já não liga ou fala para elas (Filipa e Ana) há mais de treze anos. Um dia resolve ligar a dizer que já esta recuperada e quer a sua filha mais nova com ela. Ana não suporta e faz de tudo, mas de tudo para que o pai não deixe Filipa ir.

   Certo dia, telefona a dizer que as duas filhas podiam ir passar um dia até à casa dela. Ana não queria voltar àquela casa, mas teve de ir. A casa estava completamente mudada, havia quadros pintados pela sua mãe, também conheceu o namorado dela, Alberto. Um dia, sem conseguir suportar mais nada que fosse, resolve fugir. Sozinha e perdida no meio da escuridão, vê uma pessoa (uma mulher) que começa a falar para ela, leva-a para casa dela onde Ana passa um dia até que resolve ir embora e…

   Se quiserem saber mais sobre esta menina que teve de crescer tão depressa, leiam este livro!

Diana Castro

 

    Esta história é baseada num rapaz chamado Salvador que anda no décimo segundo ano e é empenhado nos estudos. Salvador frequenta um grupo chamado Horas Vivas que ajuda OS sem-abrigo a viverem mais confortavelmente e em melhores condições. Vou transcrever uma passagem que relata quando o pai do Salvador vai fazer anos e ele e a sua irmã mostram a prenda de aniversário que cada um comprou:

    «A rapariga acabou por escolher uma gravata de seda às riscas azuis e um after-shave de marca que o pai usava. Como não tinha dinheiro que chegasse, pedira à mãe para pagar a despesa a meias com ela, para não ter de voltar a pedir emprestado ao irmão. Por seu turno, o Salvador comprou um livro que já tinha decidido oferecer ao pai.

    – Tu compras sempre livros ou cêdês, Salvador! Que falta de imaginação…

    – Desta vez, acho que o pai vai gostar – respondeu ele, confiante.

    – Isso é o quê, afinal? -quis saber a Constança, meio distraída a olhar uma montra onde estavam expostos brincos e outros acessórios.

     – É um livro.

     – Lógico! Mas de que é que trata, posso saber?

     – Chama-se O Dom Supremo. Há um exemplar na biblioteca do externato. Li-o e tenho a certeza de que o pai vai gostar. Aliás, qualquer pessoa deve gostar.

     – Calculo…Mas é sobre o quê, exatamente?

     – Já ouviste falar daquela carta de Paulo que fala sobre o Amor?

     – Paulo? Que Paulo?!

     – São Paulo o apóstolo.»

Leiam este livro! Vai surpreender-vos!

Micael Martins

 

   Tudo começa com Zorbas, um gato grande, preto e gordo. Um dia, Zorbas estava apanhar sol na varanda, ronronando e recebendo quentes raios de sol pela barriga acima, quando ouve um zumbido provocado pelo um objeto voador que não era capaz de identificar e que se aproximava cada vez mais a grande velocidade. Quando se esquivou ao embate, Zorbas deparou-se com uma ave estendida na sua varanda. Era uma gaivota muito suja por uma substancia malcheirosa e negra que lhe cobria o corpo.

  “ – Não foi uma aterragem muito elegante – miou.

   – Desculpa não pude evitar – reconheceu a gaivota.”

   Depois de se apresentarem e da gaivota contar a Zorbas como tinha chegado ali e porque razão estava tão suja disse:

   “- Vou morrer – grasnou a gaivota.”

   Zorbas achou uma tolice a gaivota achar que ia morrer, e sugeriu que esta fosse a voar até ao zoológico para ser tratada pelos médicos que lá havia. A gaivota explicou a Zorbas que este tinha sido o seu voo final e fechou os olhos.

   Vencendo a repugnância, o gato lambeu-lhe a cabeça. Ao passar-lhe a língua pelo pescoço, notou que a respiração da ave estava cada vez mais fraca, e decidiu ir procurar ajuda.

 ” – Vou pôr um ovo. Com as últimas forças que me restam vou pôr um ovo – grasnou.”

   A gaivota pediu a Zorbas que ele fosse um gato e que lhe fizesse três promessas. O gato achou que a pobre gaivota estava a delirar, mas como não podia deixar de ser generoso num momento daqueles, então aceitou.

  ” – Promete-me que não comes o ovo – grasnou abrindo os olhos.

   – Prometo que não te como o ovo – repetiu.

   – Promete-me que cuidas do ovo até que nasça a gaivotinha.

   – Prometo que cuido do ovo até que nasça a gaivotinha.

   – E promete que a ensinas a voar – grasnou ela fitando o gato nos olhos.”

Será que Zorbas vai cumprir todas estas promessas e ensinar a gaivotinha a voar?

Para saberem, têm que ler este livro que traz com ele uma lição de vida.

Ana Capela

     Este livro começa por falar das férias do Greg “um banana”. Ele dizia que as suas férias começaram pessimamente porque o seu rebelde irmão Rodrick o acordou pelas três da manhã e disse que ele tinha dormido todo o verão. Ele acreditou no irmão Rodrick porque este vestiu-se com roupa que costumava levar para a escola, tinha adiantado o relógio dele e tinha fechado as janelas para parecer de noite.

   Quando as férias acabaram e depois dele ter tido Educação Física, aproveitou para ir ao campo ver se o queijo que alguém deixara cair de um pão e ganhado bolor ainda lá estava. Ele conta que um menino tocou no queijo e depois surgiu uma coisa chamada “o toque do queijo”, que funcionava assim: quem fosse tocado pelo toque do queijo ficava com ele até tocar noutra pessoa e era essa a única forma de se livrar do toque.

Será que se vai passar mais alguma coisa com o toque no famoso queijo com bolor?

Bruno Araújo