Abril 2014


   Esta é uma narrativa verídica onde o nosso narrador William conta a história da sua vida. Ele é um rapaz que cresce no Malawi, um país africano cheio de crenças, muito pouco desenvolvido, com zonas onde não há eletricidade nem água potável e, sobretudo, com muitas secas e épocas de fome. Estas últimas dão-se em janeiro porque chove muito e os agricultores não podem cultivar nem caçar. Durante as épocas de fome, William estava convencido que ela não atingiria a sua casa, mas infelizmente chegou, então o seu pai lutou para que a família sobrevivesse.

  Quando William cresce, já adolescente, é levado a uma biblioteca e lá encontra um livro que fala de moinhos a vento que o fascina. É então que ele e o seu primo fazem uma planificação de algo que, esperam, mude radicalmente as suas vidas. William vai a uma sucata e arranja umas peças velhas…

E depois é surpreender-nos com as capacidades criativas deste jovem que hoje é um adulto reconhecido em todo o mundo. Aconselho vivamente esta livro.

Maria João

 

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    Este livro começa por nos falar de um senhor, de seu nome Saraiva, que um dia estava numa fila, à hora do almoço, numa repartição de Finanças, para pagar os impostos. Então, quando chegou a sua vez de pagar, dobrou-se todo, como se fosse apanhar uma coisa do chão. A senhora do balcão estava a espera que ele se levantasse, mas quando espreitou o senhor Saraiva já estava morto.

     Passado algumas horas, o telefone da casa do Joel tocou. Ele atendeu, mas passou logo à sua tia Edite. Até que olhou para a tia Edite e reparou que ela estava a desfalecer. Preocupado, perguntou logo o que tinha acontecido. A tia Edite respondeu-lhe que tinha morrido o senhor Saraiva.

         Depois do funeral, a tia tinha dito ao João para ligar para o número do senhor Saraiva. O Joel fez o que tia pediu. Ligou, mas o número estava ocupado. A tia tirou o telemóvel da mão do Joel e ligou ela; marcou o número com muita calma para não se enganar. Ela não esperava resposta, até que ouviu uma voz do outro lado da linha. Ela desligou e caiu. Então o Joel foi a correr para a cozinha, pegou no telefone e também marcou o número cuidadosamente para não se enganar. O telemóvel tocou, tocou, tocou que o Joel já ia desligar, mas ouviu uma voz, uma voz grossa de homem; o Joel respondeu. A tia olhou para ele e tirou-lhe o telemóvel das mãos e perguntou se era o senhor Saraiva. A tia Edite ouviu uma outra voz a gritar para desligar aquilo.

   Será que o senhor Saraiva está vivo? Que aventuras estão reservadas ao triângulo Jota? Leiam este livro!

Miguel Lopes