Maio 2014


   Este livro fala-nos de um rapaz cujo nome é Pedro, com 15 anos de idade. Pedro tinha “uns olhos do outro mundo”. Pedro vivia com a mãe, Mara, com o seu irmão, Marcos e o padrasto, Martins. Martins estava desempregado, Pedro e Marcos tratavam-no por “inútil”.

   Vítor, pai de Pedro e Marcos, estava preso, como tal, Pedro sentia-se revoltado por estar a viver uma pessoa que estava a substituir o seu pai; quando soube que a sua mãe esperava um filho do “inútil”, Pedro ficou ainda mais revoltado.

   Na escola ele tinha uma grande amiga chamada Susana, tinha esperança de ser o seu amor correspondido.

   Pedro gostava do pai, apesar de estar preso pensava ajudá-lo quando saísse da prisão. Ele todas as semanas fazia uma visita ao pai na prisão e pedia ao irmão Marcos para ir com ele, mas este recusou sempre. Entretanto, seu pai saiu da prisão e descobriu que era portador de tuberculose. Vítor teve de ficar internado e foi quando Pedro soube do acontecimento.

   Passaram-se três meses, quando Pedro voltou a visitar o pai ao hospital. Foi pela milésima vez que perguntou ao seu irmão Marcos se queria ir ver o pai, o qual estava a ficar melhor. Marcos encheu-se de coragem e disse que sim.

   No hospital quando chegaram perto do pai, este ficou radiante ao ver o seu filho Marcos. Vítor melhorou da doença e com a ajuda dos filhos e de amigos conseguiu arranjar emprego e casa.

   Ao lerem este livro vão descobrir a força de um jovem que nunca deixou de acreditar no seu pai.

     José Braz

  O Luís é um filho único mimado e tem tudo o quanto pode existir.

  Pensando que o mundo vai acabar, e como conhece a história da arca de Noé, pede aos pais que lhe façam uma viagem de barco. Os primeiros dias de viagem foram terríveis. As águas do mar nunca foram azuis com o pai lhe dissera e um vento frio impedia  os passageiros de passearem no convé. Por fim, no quarto dia, o sol voltou a brilhar e o céu pôs-se então azul como o mar.

  Um dia Luís caiu do barco e é levado para o fundo do mar. Quando acordou, a primeira coisa que viu no mar infinito foram uns grandes olhos escuros colados aos dele. O rapaz que Luís não conhece chama-se Cara de Muitos Amigos é um pequeno índio. Luís fica fascinado com tanta coisa linda que existe ali, porque não há nada disso no nosso planeta. Ele vive dias fantásticos com o Cara de Muitos Amigos.

Um dia, acontece uma coisa bastante estranha e …

Se quiserem saber o que foi essa coisa tão estranha, corram para a biblioteca e requisitem esta surpreendente história.

Diana Castro

 

 

 

  “Quando nos matam os sonhos”, uma obra de Anabela Mimoso, é um livro que nos faz cair muito na realidade!

  Fala de uma rapariga, a Glória, que devido a um acidente está hospitalizada. O seu estado é gravíssimo, sendo que partiu o braço direito, a clavícula esquerda, algumas costelas e ainda a bacia. Glória já passou por várias operações, mas o que ela sente não pode ser tratado com uma operação: ela sente-se angustiada, triste, confusa…

  Glória perdeu a mãe e a avó nesse acidente…, mas tem os seus irmãos e o avô para a apoiarem. Ela sente-se algo revoltada, pois ao ver-se ao espelho, vê algo que não queria ver.

  História complicada esta de Glória…queres saber como termina? Entra neste mundo e conhece a escrita de Anabela Mimoso.

Beatriz Castro

    Este livro fala-nos de um rapaz que anda no 4º ano de escolaridade, chamado Tom Gates. Tom era um rapaz humilde, justo, que também tem um melhor amigo, o seu vizinho Derek. Tem uma irmã, chamada Delia, uma rapariga mal-humorada, sempre a tentar pôr o Tom em sarilhos.

    A história desenvolve-se quando o Tom vai para a escola, e fica a saber que os “Zombies caninos” (que é a banda que o Tom criou com o seu melhor amigo e com o Norman) vão tocar na festa “Disco” da escola. O Tom sente-se desconfortável com a ideia de tocar diante de montes de gente, o que poderia vir a ser um autêntico desastre, já que os membros da banda ainda não eram assim tão bons. O Norman sugere que poderiam tornar a tocar no “Lar de Idosos  Folhas  Verdejantes”, pois o público tinha-os adorado!

   Tom, dia após dia, sente-se cada vez mais nervoso, e defende que não deveriam tocar na festa da escola.

    Para saberes se o Tom vai querer que os ” Zombies Caninos” toquem na festa da escola, lê este livro cheio de humor, pois vais encontrar  também  outras  aventuras  divertidas! Vais  ADORAR!

    Letícia Fonseca