Janeiro 2015


   Havia uma rapariga que vivia à beira de uma família cujo apelido era Greg; eles eram a Sra. Greg, o Sr. Greg, o Phillip e o William.

    O Sr. Greg e os seus filhos gostam de caçar e a sua vizinha rapariga detesta que eles cacem. Um dia, foram atrás de quatro patos bravos; tentaram muitas vezes, mas não conseguiram apanhá-los. De repente, apareceu a rapariga e ficou furiosa. Foi então que começou a sentir um formigueiro na ponta do dedo e a ficar com muito calor e logo apontou o dedo para a família Greg e para os patos.

    No dia seguinte,  o Sr. Greg levantou – se da cama e …

     Se quiserem saber o que aconteceu à família Greg, leiam o livro. Acreditem que vale todo o tempo que lhe dedicarmos!

Beatriz Marques

 

      Gostei de ler o livro “A Escola dos piratas: O terrível pirata Barba de Fogo”, em que o autor é Sir Steve Stevenson e é ilustrado por Stefano Turconi. É uma história divertida e cheia de aventuras.
O livro conta-nos a história de cinco crianças (Jim, Ondina, Simon, Bombordo e Estibordo) que frequentam uma escola para Piratas situada numa ilha. Têm como professor o Capitão Rede e são chamados de “ Lombinhos do Mar”.
Certo dia, os “Lombinhos do Mar” foram pescar, quando de repente se aproximaram do seu barco dois golfinhos que atiraram para dentro do barco uma caixinha de madeira. Jim abriu a caixa e lá dentro estava um pergaminho que continha uma mensagem do Presidente dos Capitães chamado Mercúrio.
Remaram até à praia, e ali foi convocada uma reunião entre todos os Capitães Piratas existentes na ilha e respetivos alunos. Um dos capitães leu o pergaminho em alta voz, o qual informava que Mercúrio tinha capturado o seu maior inimigo: o terrível e perigoso Pirata Barba de Fogo, e que chegaria à ilha para o prender no final desse dia. Ficaram todos nervosos, mas continuaram com as suas atividades habituais, tendo os “lombinhos do Mar” iniciado uma aula para aprender a dar tiros de canhão. Sucedeu que um dos Lombinhos do Mar, o Estibordo, adicionou pimenta explosiva a uma bala de canhão e quando essa bala foi lançada “voou” em direção ao navio de Mercúrio, perfurando o casco e libertando o temível pirata Barba de Fogo.
O Pirata Barba de Fogo pegou no seu sabre e nadou velozmente até á praia, onde aprisionou o Capitão Rede, Estibordo, Bombordo e Simon, atando-os a uma palmeira.

Conseguirão o Capitão Rede e os seus três “piratinhas” libertar-se e enfrentar o Barba de Fogo? Descobrirás se leres o livro!

Afonso Marques Ribeiro

 Gostei de ler o livro “Gosto de Ti. R.”, da autora Graça Gonçalves e ilustrado por Ana Lagarto. Tem uma história simples, divertida e lê-se muito bem.

   Este livro fala de uma rapariga, chamada Adriana, que recebe imensos bilhetes de amor, todos assinados por R.
Os dias passam e Adriana vai recebendo mais e mais bilhetes, todos com o verbo gostar: gosto… gosto de… gosto de ti… que aguçam a sua ansiedade, de saber quem é o seu admirador secreto.
Adriana tem os pais separados e vive com a sua mãe. Esta juntou-se com um homem que, posteriormente, foi viver com elas. O seu pai foi viver com outra mulher e teve um filho. Adriana chamava ao seu pai biológico, “pai de fim de semana”, porque os poucos momentos que passava com ele era ao fim de semana. Ao seu padrasto, a menina chamava “pai de todos os dias”, pois não gostava mesmo nada do nome padrasto e, também, porque era o seu melhor amigo e companheiro. Mas os dias foram passando e o carinho e a amizade entre o seu padrasto e a mãe foram desaparecendo e o “pai de todos os dias” acabou por se ir embora.
Um dia, na escola, Adriana aleijou-se no pé e teve de ir ao hospital, onde conheceu uma médica, chamada Ana, de quem gostou muito. Essa médica aconselhou-a a frequentar um centro de teatro. Adriana seguiu o conselho e para não ir só, convidou dois seus amigos, Luísa e Miguel. Adriana e Miguel iam todos os sábados para o centro ensaiar. Quando acabou o ensaio, Miguel esteve o resto do dia a pensar em diferentes formas de angariar dinheiro, para a realização de uma peça de teatro, lá no centro. No dia seguinte, Miguel convidou Adriana a ajudar a obter o dinheiro. Até que Miguel teve uma brilhante ideia. Sugeriu em arranjarem três barraquinhas de madeira, semelhantes às que havia na feira do livro. Também em reunir alguns objetos, fazerem outros e rifarem. Nas outras duas barraquinhas fariam jogos. Adriana estava na barraquinha a vender rifas quando apareceu um rapaz, chamado Rafael. Ao princípio, Adriana pensava que Rafael era quem mandara os bilhetinhos, mas depois apercebeu-se que não podia ser, pois os bilhetinhos encontravam-se dentro dos seus livros e ele, visto não ser da sua turma, não iria conseguir. E, com esta bela ideia, conseguiram arranjar dinheiro suficiente para a realização da peça de teatro.
E, afinal, quem enviava todos aqueles bilhetinhos? Lê este livro e logo saberás a resposta!

Filipa Jorge Ferreira

    Nesta história, ficas a conhecer uma rapariga chamada Clarinha e o seu amigo Luís. Pela altura do seu aniversário, Clarinha ofereceu-lhe um livro muito especial.

    Acontece que, um dia, o Luís vai fazer um cruzeiro até às Caraíbas – ela adorava sítios onde houvesse muito sol! Para ocupar o tempo da viagem, numa noite de insónias, decide pegar no livro que lhe fora oferecido para ler um pouco. Mas dá-se o azar do livro cair ao mar! O Luís atira-se também para o recuperar e, um tempo mais tarde, acorda numa praia deserta. Vê então um índio da sua idade que lhe diz que ele está no paraíso! E aqui começa uma outra grande viagem pela natureza e pela amizade.

Mas será que onde o Luís está é um sonho ou a realidade?

Helena Vieira

    Este livro fala-nos de uma rapariga de 13 anos cujo nome é Inês Tavares. Esta rapariga fez os seus 13 anos no dia 21 de janeiro e como prenda de aniversário tinha pedido à avó Gi um i-pod, mas, em vez de um i-pod, a avó deu-lhe um diário. No início ela pensava que o diário era uma seca, mas à medida que ia escrevendo começou a gostar e a escrever muito mais, o que deu origem a este livro que relata um ano da vida da Inês por palavras da própria. Vou-vos adocicar um pouco a curiosidade e contar uma das partes mais tristes, na minha opinião, que fala sobre um trabalho feito pela Inês e por uma amiga dela, a Vanessa, sobre a rua da avó Gi que se chamava “preta Constança”:

   “Resumindo a história (mas sem os requintes que a Vanessa pôs no texto): parece que a preta Constança veio de África como escrava e era muito bonita.Tão bonita que o filho do dono se apaixonou por ela, prometeu-lhe mundos e fundos, e ela, estou mesmo a ver a cena, foi na conversa. Mas mesmo com tantos séculos a separá-los, filho de negociantes de escravos ou filho “da banda dos Almeidas” (família paterna do pai da Inês), as diferenças não são grandes no que toca a falta de vergonha, e o rapaz, quando soube que a preta Constança estava grávida, também desapareceu, … “

Se quiserem saber o que aconteceu à preta Constança e como continua a vida da Inês, leiam este fantástico livro de uma autora também fantástica: Alice Vieira.

Diogo Sousa