Maio 2015


A personagem principal desta história é uma adolescente que se chama Marta. Marta teve uma vida muito difícil na sua infância, cresceu um pouco ao abandono sem o amor da família, pois os seus pais divorciaram-se

Esta jovem muito cedo foi mãe. E como não tinha apoios de ninguém, não teve outra solução, senão ir viver para um lar de mães adolescentes. Esse lar chamava-se “Nova Primavera”. A dona do lar, Dª Ilídia, acolheu-a de braços abertos e às outras jovens na mesma situação.

Estas jovens só podiam ficar no lar até aos 16 anos, depois desta idade teriam que arranjar emprego e deixar o lar. Marta teve um filho chamado Pedro e criou-o com muito amor.

Feitos os 16 anos, Marta viu-se obrigada a procurar emprego para poder sustentar o filho. Ela foi pedir emprego numa loja de tecidos, numa pastelaria e numa farmacia. Em todos estes pedidos Marta levou nega; o sonho de Marta era ser guia turística, mas só fizera o nono ano….

Para saberem o final desta história, leiam o livro que vão gostar!!!

Diana Pereira

Gostei muito de ler o livro “História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar”, do escritor Luís Sepúlveda.

Era uma vez uma gaivota chamada Kengah de penas cor de prata. Certo dia, Kengah mergulhou a cabeça para apanhar o quarto arenque e, por esta razão, não ouviu o grasnido de alarme dado pela gaivota de vigia.

Quando Kengah tirou a cabeça da água, viu-se desamparada no meio do oceano. Kengah ia a estender as asas, quando veio uma onda gigante que a cobriu com petróleo. Desesperada e pensando que o sol derretia o petróleo, voou o mais alto que pôde, mas não resultou. Fez uma segunda tentativa que também não teve sucesso. Tentou pela terceira vez e conseguiu voar até a uma varanda, onde vivia um gato grande, preto e gordo, chamado Zorbas.

Zorbas estava na varanda, a apanhar sol, quando ela caiu. Entretanto Zorbas chegou junto de Kengah e esta disse-lhe que havia sido apanhada por uma maré negra e que ia morrer, mas com as suas últimas forças iria pôr um ovo. Em sofrimento fez-lhe, nessa altura, prometer três promessas:

– Não comer o ovo;

– Tomar conta da gaivotinha;

–  Ensiná-la a voar.

Zorbas aceitou e foi ter com os seus amigos: Collonelo, um gato já com alguma idade e com um enorme talento a dar conselhos; Secretário, o seu ajudante; Sabetudo, um gato muito inteligente e sempre acompanhado pela sua enciclopédia e Barlavento, um gato do mar, para saberem o que fariam com o ovo. Quando chegaram a casa de Zorbas, a gaivota já estava morta e tinha ao seu lado um ovo.

Numa noite escura, os quatro amigos cavaram um buraco, ao pé dum velho castanheiro, e enterraram a gaivota. No final miaram uma longa e triste canção e, seguidamente, os outros gatos da vizinhança cantaram também.

Longo tempo passou e Zorbas ficara deitado junto do ovo. Certo dia, o ovo começou a rolar, até que se partiu e nasceu uma bela gaivotinha. Puseram-lhe o nome de Ditosa.

Zorbas e os seus três amigos prestaram todos os cuidados e deram todo o carinho possível à gaivotinha, pois sua mãe não pôde fazer esse trabalho.

O tempo foi passando e muitos perigos aconteceram. Certo dia, os gatos do porto concluíram que Ditosa não poderia ficar mais tempo na casa de Zorbas, por isso decidiram que a gaivotinha iria viver para o bazar do Harry, até que ela se pudesse defender sozinha.

Será que Zorbas irá conseguir cumprir a terceira promessa, isto é, ensinar Ditosa a voar?

Esta “fábula” transmite-nos muitos valores, tais como a amizade, o companheirismo, o amor, assim como também foca um grave problema do nosso planeta: os perigos da poluição do mar, pondo em risco muitas vidas!

   Leiam este livro. Acreditem que é FANTÁSTICO!

Filipa Jorge Ferreira

    Mónica, a terceira irmã da família Machado, frequenta o 8º ano e está quase a fazer 14 anos. Ela é uma “Maria-rapaz” despachada e bem-disposta, e tal como o seu irmão Miguel, adora fazer desporto, em especial o futebol e participar em provas de BTT. Outra paixão que tem são os animais, e embora a família, por ser numerosa, não aceite muito bem possuir em casa animais domésticos, mas  com algum esforço e insistência, Mónica consegue que os pais aceitem que um cãozinho rafeiro, a quem deu o nome de “Mister”, passe a conviver e fazer parte da “família”. E, por adorar animais, quer ser veterinária no futuro.

    Certo dia, a convite de um outro aluno da mesma escola que frequenta, chamado Filipe, Mónica aceita fazer uma prova de BTT, tendo alguns dos participantes caído numa ravina, e sido a Mónica ajudada por Filipe quem, astutamente e com muito esforço, consegue retirá-los do local.

    A amizade nascida ente a Mónica e o Filipe começa a ser algo muito forte, pois os dois têm gostos semelhantes, mas Mónica não consegue esquecer o Paulo, um rapaz mais velho por quem teve uma paixoneta arrebatadora, mas não foi um amor correspondido. Paulo já namora com a Patrícia, uma rapariga da sua idade, e Mónica sempre que os vê juntos não deixa de ficar amargurada e de pensar no Paulo. Em simultâneo, o seu novo amigo Filipe também passa a fazer parte dos seus pensamentos, vivendo uma amizade especial.

    Mónica tem duas amigas muito diferentes, a Sofia e a Carlota. Sofia é dócil e preocupa-se verdadeiramente com a Mónica. Já Carlota consegue que Mónica obedeça a tudo quanto quer, e só mais tarde é que Mónica percebe isso. Carlota torna-se alcoólica, e não aceita que o é, sendo ajudada pelas amigas e mais tarde por um psicólogo. Mónica tem medo do escuro, Filipe descobre a ajuda-a a ultrapassar essa fobia. Sofia, Mónica e Filipe inscrevem-se num campo de férias à Serra da Estrela onde vivem aventuras fantásticas. Na serra da Estrela, Filipe prepara uma surpresa para Mónica.  Qual será a surpresa preparada por Filipe? Mónica gostará da surpresa?

    Aceita o desafio e deixa-te surpreender com a agradável leitura deste livro!

Afonso Ribeiro

    Este livro fala-nos de uma senhora chamada Gage que já tinha uma certa idade, era viúva e adorava animais. Um dia, enquanto os apreciava, o carteiro atirou-lhe para os braços uma carta. Gage ficou muito surpreendida e abriu-a logo. Quando começou a ler o texto ficou abalada, pois comunicava-lhe o falecimento do seu irmão, Joseph Brand, que estava no estrangeiro. Mas, logo se animou quando viu a herança que ele lhe deixara. Tinha-lhe deixado uma casa, um estábulo, vários caixotes com pepinos, escoadores, carrinhos de mão, etc. Legava-lhe, também, três mil libras. Pôs mãos à obra e foi para o país onde vivia o seu falecido irmão. Quando chegou lá, deparou-se com um rio que não tinha nenhuma passagem de margem a margem. Foi então que encontrou um senhor que lhe ofereceu boleia. Pelo caminho, o prestável senhor, contou-lhe que naquele rio já tinham morrido pessoas desde bebés a idosos e avisou-a para que não atravessasse o rio quando este estivesse cheio. Mas Gage não deu muita importância ao assunto.

Quando chegou a Rodmell, dirigiu-se imediatamente à casa e bateu à porta, mas apenas ouviu uma voz que dizia: “Não estou em casa”. Então, Gage recuou mais uns passos, e ouviu-se novamente aquela voz tão estranha. Logo, a senhora Ford lhe abriu a porta e disse que quem estava a falar era o papagaio James. Um papagaio que veio de umas terras longínquas. De imediato, Gage andou à volta da casa a ver a herança tão desejada, mas a casa apenas tinha armários na cozinha e estes estavam todos velhos e não havia cortinados nem tapetes. Ficou um pouco desiludida, pois já tinha desenhado na sua cabeça a herança. Dirigiu-se ao banco e, quando entrou, logo foi atendida com uma péssima notícia. O seu irmão não tinha nem um tostão na sua conta. Gage ficou imensamente desiludida e decidiu voltar à sua terra Natal. Quando saiu do banco, estavam a cair uns pingantes de chuva, mas ela estava tão enervada que nem deu por isso. Cada vez chovia mais, mais, mais até que não se conseguia ver nada. A pobre senhora não sabia se estava à beira do rio, longe do rio, muito longe do rio… Até que… uma luz muito intensa pintou o céu e ela conseguiu ver o caminho. Ela estava perto do rio e a maré estava baixa. Quando estava a atravessar o rio, apercebeu-se que uma casa ali perto estava a arder em altas chamas e pensou: “E se fosse a minha própria casa a arder em chamas?”

    Se quiserem saber tudo o mais que vai acontecer, têm que ler este livro! Podem ter a certeza que será uma BOA LEITURA!

Leonor Silva