Dezembro 2015


fada_oriana    Esta mágica história fala de uma bela fada boa cujo seu nome é Oriana. Certo dia a rainha das fadas veio ter com ela e pediu lhe algo muito importante que era que ela cuidasse da floresta e cuidasse das suas plantas e dos seus habitantes. De todos, ela gostava mais da velha (habitante da floresta entregue a Oriana);  todos os dias de manhã a ia visitar e também ao lenhador e ao moleiro  para os ajudar. Um dia como todos os outros, Oriana estava a passar perto do rio e reparou que tinha um peixe fora de água que lhe estava a pedir ajuda porque estava quase a morrer. Quando o peixe já estava posto na água, agradeceu à  Oriana e foi aí que ela  viu o seu reflexo na água e se achou muito bela. Então todos os dias ela passou a ir ao rio ver se a sua beleza aumentava,  mas estava a esquecer-se do que tinha prometido à  rainha das fadas, pois estava a abandonar a floresta que acabou por ficar desabitada.

    Quando a floresta estava em muito mau estado, apareceu a rainha e ficou muito desiludida com Oriana por não ter cumprido o que prometeu; então castigou-a tirando-lhe as asas e a sua varinha de condão e só lhas entregaria quando ela as merecesse. Perante isto, Oriana decidiu ir à cidade procurar os seus amigos, mas eles não a reconheceram naquele estado; ela continuou a andar até que avistou uma pessoa em apuros e reparou que era  a pobre da velha a cair de um abismo. Foi então Oriana saltou para a ajudar, mas quando já estavam as duas a cair ela lembrou-se que já não tinha as asas .

    Será que Oriana e a velha se vão conseguir salvar e Oriana recuperará as asas ? Leiam este maravilhoso livro e descubram.

Ana Pimenta

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     “ Cartas aos Heróis” de José Jorge Letria trata-se de um livro em que é o próprio autor a escrever cartas aos seus heróis de infância expressando os seus sentimentos escrevendo aos heróis: Gulliver,  Ivanhoe, Robin dos Bosques, Alice, Peter Pan,  D. Quixote,  Pinóquio, Ulisses,  Cyrano de Bergerac,  Branca de Neve,   Lazarilho de Tormes,  Principezinho,  Super-Homem,   D ’artagnan,   Buffalo Bill,  Sindbad, Tarzan e  Aladino.

    O autor escreveu as cartas para estes heróis porque para ele estes heróis simbolizam a alegria, a coragem, a imaginação, o gosto da aventura, a poesia, o prazer de rir, a festa de viver. São heróis, no fundo, porque são tudo aquilo que nós sonhamos ser.

    Quando o autor escreve, como por exemplo a Gulliver, ele particulariza o ser o gigante e ao mesmo tempo o anão dos seus sonhos. A Peter Pan, ele particulariza de que era o pássaro cor de prata, o menino voador dos seus sonhos mais antigos. A Cyrano de Bergerag o autor particulariza o facto de ser corajoso, poeta, soldado valente, espadachim temível e homem de sentimentos do tamanho do mundo.

    De todas as cartas que o autor escreveu, a que mais gostei foi a do Principezinho. Apreciei muito a forma como o autor se dirigiu ao Principezinho.”Eu já vi um livro a falar de ti e do escritor, Antoine de Saint-Exupéry, um aviador-poeta que eu nunca cheguei a conhecer, mas que incluo no grupo dos meus maiores e mais queridos amigos.

    O autor também refere que estas cartas podem ser lidas pelos mais novos, ainda em fase de descoberta dos heróis, ou pelos mais velhos, que não deixaram de acreditar nos valores que os heróis representam.

José Braz