Fevereiro 2016


herdeiros_da_lua   O livro que li tem como título Os Herdeiros da Lua de Joana, uma peça de teatro da escritora Maria Teresa Maia Gonzalez. Este livro fala dos difíceis momentos vividos pela família da jovem Joana, após a sua morte.

   Joana faleceu e deixara umas cartas que, ao longo da sua vida, escrevera à sua melhor amiga Marta que tinha falecido, devido ao vício das drogas. Joana escrevia-lhe porque sentia-se muito só e os seus pais não lhe davam a atenção que precisava. O seu pai, Dr. Brito, pegou nas cartas que Joana escrevera e leu-as atentamente. Sentiu remorsos, pois percebeu que ela se sentia só e reconheceu que não lhe dera a devida atenção e, então, releu as cartas mil vezes. Quem teve de dar rumo às coisas de Joana foi a sua mãe, mas não sabia o que fazer com o baloiço, em forma de meia lua, que Joana tinha desenhado.

   Certo dia o irmão de Joana, o Jorge, cansou de estar sempre a ver aquela meia lua à porta do quarto da irmã e levou-a para o meio da sala de estar. Quando os seus pais chegaram viram aquilo ali no meio e ficaram a pensar quem podia ter levado o baloiço para lá. Chamaram o Jorge e ele, todo irritado, disse que tinha sido ele porque estava farto de ver aquilo e referiu que, como tinham sido os pais a mandar construir o baloiço, também tinham de se livrar dele, sozinhos. Os pais pensaram, pensaram, mas não sabiam o que fazer com o baloiço e, então, ficou lá no meio da sala.

   Um dia o Dr. Brito ligou ao João Pedro e ao Luís, dois amigos da escola de Joana que ele ficou a conhecer através das cartas que leu, para que fossem até sua casa. Assim aconteceu, Luís e João Pedro, como já eram quase adultos, conversaram até que Dr. Brito chegasse. Quando ele chegou disse que tinha uma coisa, muito importante, para lhes dizer.

O que terá o Dr. Brito de tão importante para contar aos rapazes? Que destino os pais de Joana darão ao baloiço, em forma de meia lua?

Querem saber? Leiam este livro para descobrirem.

Filipa Jorge Ferreira

1O livro que li é da autoria de W. Bruce Cameron, chama-se “ A história de Ellie”, Editorial Presença, sendo ilustrado por Richard Cowdrey.

O autor descreve a história da vida de uma cadela, de raça alemã, muito especial, adorável, esperta e divertida. A história é contada/narrada pela própria cadela chamada Ellie, que conta o dia a dia da vida humana sob ponto de vista de um cão. Descrevendo o mundo humano de forma muito engraçada.Ellie mostra-nos que como um cão pode amar, proteger, e ser mais um amigo do homem. E ainda que os cães têm grande capacidade para ajudar o homem.

Ellie é uma cadela que nasce no seio de numa família vulgar e que possui mais sete irmãos. Essa família como não tinha capacidade para ficar com todos os cachorros, dá-os a outras famílias para que cuidem deles. Ellie não gostou de ter de se separar de sua mãe e dos seus irmãos cachorrinhos, mas quando chegou a casa de Jackob percebeu que era uma cadela muito bem-vinda àquela casa.

Ellie foi adoptada por Jakob , um homem que vivia sozinho, era uma pessoa triste e que era polícia de profissão. Ellie logo se apercebe da solidão de Jakob, pois ele nunca tinha visitas e vivia somente para a profissão. Ela conseguia facilmente distinguir os todos os cheiros de coisas, de comida, os odores de pessoas, pois tinha um faro apuradíssimo. E depressa começou a conhecer certas palavras, e o que certas palavras significavam como: “busca” “vem”, e, “senta”.

Jakob começou a ser treinador de Ellie, treinando-a como cão de busca e salvamento de pessoas desaparecidas e feridas nas mais variadas situações de acidentes e catástrofes naturais (porque nesta história Ellie procurou pessoas nos escombros de um terramoto).

Jakob efetuava treinos diários com Ellie nos parques, em locais ermos, fazendo-a cheirar peças de roupa para que ela encontrasse as pessoas que vestiram essas roupas. Os treinos eram quase sempre efetuados com um outro colega polícia de Jakob chamado Wally. Entre os três nasceu uma grande cumplicidade e Ellie já conseguia encontrar pessoas nos mais diversos locais. O que mais assustava Ellie era a água. Não gostava de entrar na água porque tinha dificuldade em nadar, pois não sabia como mexer as patas.

Até que um dia Jakob, para testar a capacidade de Ellie em salvamentos na água, atirou-se para um lago e fingiu que estava a afogar -se. Ellie ficou nervosa, hesitante, mas como era uma cadela corajosa e estava em causa a vida da pessoa de quem mais gostava, atirou-se à água, e com grande valentia e concentração conseguiu salvar Jakob e tirá-lo do lago.

Os treinos para Ellie eram considerados para ela como trabalho e sempre que Ellie o fazia bem, Jakob agradecia-lhe chamando-lhe “ Linda Cadelinha Ellie”, e depois coçava-lhe por detrás das orelhas, e ela adorava ! Ellie adorava o gesto e ficava feliz porque Jakob tinha também ficado feliz com ela. Existia uma enorme cumplicidade e amor entre Jakob e Ellie.

Ellie encontrou uma menina desaparecida dos pais na praia, e retirou alguns mortos dos escombros de um terramoto. Mas Ellie não gostava de encontrar pessoas mortas a quem chamava de “pessoas frias”, e apenas conseguiu salvar uma única pessoa com vida, e ficou radiante..

Ellie só não compreendia porque Jakob vivia sozinho e estava sempre triste, até que um dia viu Jakob, comprar flores e estranhou, porque nunca o tinha feito antes. Depois Jakob pediu a Ellie que fosse consigo na carrinha até que chegaram a um «…grande jardim cheio de pedras lisas que se destacam da relva macia …». Ela manteve-se sempre perto de Jakob, mas não sabia que lugar ara aquele. Seria mais um trabalho, pensava. Logo percebeu que não, pois Jakob ajoelhou-se e colocou as flores junto a uma dessas pedras e as lágrimas caíam-lhe pelo rosto. Ellie sabia que isso significava tristeza e procurou confortá-lo mantendo-se junto a ele e enfiando o focinho por debaixo de suas mãos. Depois percebeu que se tratava da esposa dele que falecera e por isso Jakob era uma pessoa triste e solitária .

Certo dia, o Trabalho de Ellie consistia em encontrar um menino que tinha sido raptado por um homem. Ellie segui-lhe o rasto, e foram parar a uma cabana no meio da floresta. Neste trabalho participaram vários elementos da Polícia, incluindo Jakob que nunca abandonava a sua cadelinha. Depois de colocarem o menino a salvo, Ellie persegui o homem que tinha uma arma. Chegados a uma clareira da floresta, o homem colocou-se por detrás de uma árvore e apontou a arma a Jakob. Ellie tinha sido treinada para não atacar, mas apenas e só para procurar pessoas, mas, quando viu a vida do seu amigo ameaçada, saltou para o braço do homem mordendo-o; contudo, não conseguiu evitar que Jakob fosse atingido a tiro. Ele ficou inanimado, e, cheio de sangue, foi transportado de helicóptero para o hospital. Ellie não se queria se separar dele e queria ir no helicóptero com o seu dono, mas os restantes polícias não a deixaram.

Sobreviverá Jakob ao tiro de que foi alvo? Com quem ficará Ellie ?

Afonso Marques Ribeiro

9724311082

   Esta história fala de um rapaz chamado Daniel. Quando ele faz 11 anos, o avô paterno vai viver para a sua casa durante algum tempo. O Daniel e o avô Teodósio foram passear pela cidade de Lisboa no seu dia de aniversário e, quando o avô viu uma estátua, lembrou-se das estátuas que existiam em Praia Redonda, sua terra natal.

O avô contou-lhe que lá existiam duas estátuas, uma do fundador da terra e outra do Leonardo, um rapaz que viveu no tempo dos reis, D. Pedro e D. Miguel (liberais e absolutistas); o rapaz era conhecido por “o menino dos piratas”.

O avô contou ao Daniel que Leonardo era um menino da sua idade, que um dia, já ao anoitecer, estava a brincar junto ao mar quando reparou que se aproximavam barcos com tropas miguelistas (absolutistas). Quando viu os barcos gritou “Piratas!!” e todos vieram ver o que se passava. E assim, as tropas miguelistas foram embora, pois pensavam que aquelas pessoas eram as tropas liberais que já sabiam que eles estavam a chegar.

Depois deste acontecimento o que será que aconteceu ao Leonardo para ter uma estátua em sua honra?

José Pedro Lourenço