Setembro 2016


   Este livro fala-nos de um rapaz de nove anos chamado Hugo que é a personagem principal. Ele tem uma família de “grunhos” que quer dizer chatos. Hugo até diz que a sua família é uma Família de “Is”- incultos, insensíveis, idiotas e irresponsáveis. Este rapaz é normal em alguns aspetos, como ter um melhor amigo, o Vasco, mas noutros aspetos é diferente, pois fala de vários mistérios bastante complicados como: Deus, o Céu, o Inferno, a Morte, a Poesia e o Amor.

   O meu excerto preferido é quando o Hugo faz a lista de coisas pelas quais vale a pena viver e aquelas outras pelas quais não vale a pena viver, com um ajudinha do seu ursinho de peluche Tim – o ursinho fala mas só o Hugo tem a capacidade de o ouvir!

Se quiseres desvendar os outros mistérios, lê este livro! Eu ADOREI!

Letícia Fonseca

eb5b5-rapaz-do-pijama-as-riscasO livro que li chama-se “ O Rapaz de Pijama às Riscas”, do escritor John Boyne.

Esta bela história fala de um inocente rapaz, de nove anos, chamado Bruno, que vivia em Berlim. Devido ao trabalho do pai, que era militar, teve de mudar de casa e foi viver para Acho-Vil. Bruno não gostou desta ideia, pois iria abandonar os seus três melhores amigos em Berlim.

Quando chegou à nova casa, Bruno ficou desiludido, pois esta era terrível, não tinha um corrimão tão grande para escorregar e só tinha três andares, enquanto a casa em Berlim era bonita e grandiosa, com belos recantos e cinco andares.

Bruno teve que se adaptar à nova vida em Acho-Vil. Certo dia, Bruno não sabia o que fazer, pois não tinha com quem brincar. Resolveu perguntar à sua irmã Gretel, de treze anos, mas sabia que não iria resultar porque ela era um “caso perdido”, era assim que a tratava. Então decidiu explorar a parte de fora da casa. Começou a caminhar ao longo de uma enorme vedação, que separava a sua casa de um campo de concentração. Bruno ia desistir quando reparou que lá, ao fundo, estava um vulto que se transformou num rapaz. Esse rapaz estava sentado no chão com as pernas cruzadas, tinha um pijama e um barrete às riscas e estava descalço.

Bruno sentou-se à sua frente e começou a falar com ele. Descobriu que o rapaz chamava-se Shmuel, tinham nascido no mesmo dia e no mesmo ano que ele e ficaram amigos. Todos os dias, ao longo de um ano, Bruno ia encontrar-se com Shmuel e levava comida nos bolsos do casaco para lhe oferecer. Bruno e Shmuel eram muito parecidos. Shmuel era careca e Bruno tinha cabelo, mas teve de o cortar, pois tinha apanhado piolhos. Ficaram, assim, ainda mais parecidos só que Bruno, fisicamente, era um pouco mais forte.

Certo dia, Shmuel não apareceu na vedação como de costume, nem no segundo dia. Ao terceiro dia, quando Bruno chegou lá Shmuel ainda não tinha chegado e quando ia embora viu-o a aproximar-se. Bruno sentou-se no chão e tirou a comida do bolso do casaco para dar ao amigo, mas ele vinha muito triste e não aceitou. Bruno perguntou-lhe por que vinha tão triste e Shmuel respondeu-lhe que o seu pai tinha desaparecido. Bruno disse-lhe para não se preocupar porque o seu pai iria aparecer. Referiu também que tinha uma coisa muito importante para lhe contar.

O que é que Bruno terá para contar ao amigo Shmuel? Querem saber? Leiam este fantástico livro!

Filipa Jorge Ferreira

51yrsqfkeil-_sx352_bo1204203200_

    Eu vou apresentar-vos o livro ” As Bruxas” que foi escrito pelo Roald Dahl. Este livro fala-nos de um menino que vivia na Inglaterra com os seus pais; ele tinha uma avó a viver na Noruega. A Noruega é um sítio onde existem muitas bruxas e a história vai  desenrolar-se a partir daí.
    Um dia, enquanto os pais e o menino estavam a viajar para ir ver a avó, tiveram um acidente, mas por sorte o menino sobreviveu e ficou a viver na Noruega com a avó.
A avó, como sabia que na Noruega havia muitas bruxas, disse ao seu neto várias caraterísticas delas, como identificar uma para se proteger. Mas nenhuma delas o ajudava realmente a reconhecer uma.
    No dia seguinte, chegou um senhor de fato preto com uma mala a casa da avó e esteve a falar com ela durante muito tempo. Quando o senhor foi embora, a avó foi ter com o neto e disse-lhe que iam viver para Inglaterra. O menino ficou triste e perguntou  à avó se na Inglaterra havia bruxas. Ela logo lhe respondeu que não havia muitas, mas as que havia eram das piores. E era lá que vivia a poderosa-bruxa-mor, a chefe das bruxas todas de todo o mundo! Então lá foram eles. Um dia, enquanto o rapaz brincava no jardim, apareceu -lhe uma bruxa; ele soube reconhecê-la, pois estava um dia radiante de sol e ela estava a usar luvas, uma das caraterísticas que a avó lhe tinha dito.
    Quando estavam quase a chegar as férias de verão, a avó ficou doente; logo tiveram que anular as férias na Noruega e optaram por ir para um sítio mas perto. Então foram passar as férias ao hotel, mas antes a avó ofereceu ao seu neto dois ratos brancos de estimação. Ao chegarem ao hotel, o diretor foi ter com eles e deu-lhes as boas vindas. Quando se instalaram no quarto, uma empregada foi lá e viu os ratos em cima da cama; ela começou a gritar e foi chamar o diretor o sr. Stringer. Ele disse que, se os ratos não estivessem sempre presos, deitava-os ao lixo.
    Então o jovem rapaz foi logo procurar uma sala para brincar com os ratos. Rapidamente encontrou uma sala que tinha um aviso “Acesso interdito, esta sala está reservada para a reunião anual da sociedade real para a prevenção da crueldade contra as crianças”. Ele esconde-se atrás de um biombo e fica lá a brincar com os ratos.

   Passado um pouco, entram algumas mulheres. Quando ele tenta sair as várias mulheres começam a tirar as perucas, luvas e sapatos. Quem serão estas mulheres? Será que o vão descobrir?

Vais adorar ler este livro!

Leonor Rodrigues