Maio 2017


 350_9789722121057_meia_hora_para_mudar_a_minha_vida  O livro de que eu vou falar agora tem como título “Meia hora para mudar a minha vida”, é da autoria de Alice Vieira e a editora é CAMINHO.

    Este livro foi um dos livros que eu mais gostei de ler até ao momento. Este livro fala-nos da vida de uma menina cujo nome é Branca. (Neste momento vocês devem estar a pensar que ela tem um nome muito esquisito, mas eu já vos vou explicar qual a razão para ela ter um nome assim tão invulgar). Branca tem este nome devido ao facto de ela ter nascido em pleno palco da Feira (um pequeno teatro que representava peças de Gil Vicente) quando a sua mãe estava a representar o papel de Branca-a-Brava.

     A Feira passou a ser a casa de Branca e da sua mãe, pois Mercúrio, o dono da Feira ou se preferirem o patrão, aceitava toda a gente que quisesse viver lá desde que ajudasse nas tarefas que era necessária cumprir.

   A vida na Feira era muito tranquila e sem luxos e Branca sentiu que aquela era a sua verdadeira casa, o sítio onde ela queria passar o resto da vida. Lá todos eram como uma família, apesar de ninguém ter qualquer grau de parentesco, com a exceção de Mercúrio e do Diabo que eram pai e filho.

   A sua mãe estava sempre cheia de dores e os imensos bolsos das suas calças estavam carregados de frascos de comprimidos que ela engolia aos cinco de cada vez. A sua mãe dizia que estava apenas cansada de tantos espetáculos, mas Branca começou a perceber ao longo do tempo que a sua mãe estava doente.

   Certo dia chegaram umas senhoras (referidas pela narradora como Elas, a mais-velha e a mais-nova)que bateram à porta e pediram para entrar. Elas foram lá para ver se a casa tinha condições para ela viver e com quem é que ela vivia, mas foi Justina que conversou com ELAS e por isso a conversa foi uma grande baralhada.

   Quem serão ELAS, o que é que elas irão fazer à pequena Branca e será que a sua mãe ainda sobreviverá por muito tempo à doença? Leiam, deixem-se tocar por esta narrativa tão cheia de vida.

João Pedro Martinho

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10262_4    Este livro conta-nos a história de um menino que vivia com os seus pais na Inglaterra, mas que de vez enquanto ia visitar a avó que vivia na Noruega. Um dia, quando a família ia visitar a avó, tiveram um acidente, mas felizmente o menino conseguiu sobreviver. Depois, o menino foi viver com a avó na Noruega e a sua avó contava-lhe várias histórias sobre bruxas e como identificar uma, pois,  como a avo dizia, na Noruega havia muitas bruxas.

    Passado algum tempo, entrou em casa da avó um senhor de fato preto com uma pasta na mão e foi falar com ela. A seguir, a avó foi ter com o neto e disse-lhe que se tinham de mudar para a Inglaterra. Quando já estavam instalados na antiga casa do rapaz, quase a chegar as férias de verão, a avó prometeu-lhe que iam passar as férias a Noruega, mas devido a uma doença já não puderam ir e acabaram por passar as férias num hotel.

     Ao entrarem no hotel, foram recebidos por um diretor muito simpático que lhes indicou o quarto onde iam ficar. Quando  chegaram ao quarto, o rapaz começou logo a brincar com os ratos brancos que  a avó lhe tinha dado; a empregada ao ir limpar o quarto viu os ratos e começou a correr como tolinha até ao diretor do hotel. Este, quando ouvi a empregada, foi logo ter com o menino e disse-lhe que ou nunca mais tirava os ratos da gaiola ou os mandava dar uma volta para outro lado. O menino saiu do quarto e foi procurar um sítio onde pudesse brincar com os ratos sem ninguém o ver. Logo encontrou uma sala grande que tinha um cartaz grande a dizer “Reservado proteção contra as crianças”; ele entrou e instalou se atrás dum boneco e ficou lá. De repente, entraram muitas mulheres bonitas onde estava o rapaz inocente que não sabia quem elas eram. Passado um pouco, todas as raparigas que eram bruxas tiraram as perucas, sapatos e luvas. O rapaz começou a tremer com medo do que elas lhe podiam fazer. Quando a reunião anual das bruxas acabou, uma delas sentiu o cheiro a crianças e logo o encontraram.

A pergunta que eu deixo é: Será que o menino vai conseguir salvar-se? Se não, o que lhe vai acontecer? Surpreendam-se com este magnífico livro!

Leonor Rodrigues

 

   Acabei de ler um livro fantástico!

   Tiago era um menino muito distraído e sonhador e a sua professora chamava-o à atenção diversas vezes, porque ele vivia no “mundo da lua”. Passava o tempo a sonhar com desertos, camelos e outras coisas que inventava.

   Tiago vivia com o seu tio Hipólito, pois seus pais tinham morrido numa viagem à volta do mundo, num acidente de automóvel.

      Um dia, a namorada do tio Hipólito, a Mafalda, mais a sua filha Rita, tinham combinado ir ao Palácio da Lua Nova. Tiago, cheio de curiosidade, foi também. Quando chegaram ficaram todos a admirar as velharias daquele Palácio. Tiago e Rita subiram umas escadas que iam ter a um sótão. Nesse sótão havia outras escadas ainda maiores. Rita encontrou uma garrafa de vidro, onde na rolha estavam gravadas umas letras. Rita decidiu descer aquelas escadas todas para ir buscar uma lupa. Pegaram nela e observaram, com atenção, as letras da rolha, mas estas não faziam sentido – Alupapulapara. Tiago repetiu três vezes esta palavra e, de repente, começaram a ficar pequeninos e entraram na garrafa. Dentro da garrafa existiam duas ilhas Alupapulapara e Trupalupapara. Quando Rita e Tiago chegaram a Alupapulapara encontraram Anis e Ana Ana que eram dois habitantes da ilha. Anis e Ana Ana apresentaram os seus filhos, os cinco anicos, que se chamavam Anil, Anel, Andor, Anica e Âncora. Também apresentaram o seu cozinheiro, o Chlép. Nessa ilha, havia um pirata que não deixava ninguém passar para Trupapulapara. Um dia esse pirata feriu a asa de uma bela fada. Quando isso aconteceu, todos os habitantes da ilha com a ajuda do Tiago e da Rita, foram, de noite, combater o pirata, mas afinal ele era boa pessoa, apenas cumpria as ordens deixadas pelo pai. Nesse dia, todos os habitantes, Tiago e Rita ficaram amigos do pirata.

              Será que o Tiago e a Rita vão voltar ao seu tamanho normal?

Leiam o livro para descobrirem!

 

Filipa Ferreira