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O livro que li chama-se O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá : Uma História de Amor, do escritor Jorge Amado.

Esta linda história de amor foi um presente de aniversário, quando o filho de Jorge Amado completou um ano de idade. Mas só foi reencontrada, muitos anos depois, quando o seu filho, João Jorge, a encontrou no meio de antigos papéis.

Esta fábula que fora escutada do Vento pela Manhã, que a contara ao Tempo para ganhar uma rosa azul, é a história do Gato Malhado e da Andorinha Sinhá.

O Gato Malhado vivia num belo parque e todos os habitantes o culpavam de todas as desgraças que lá aconteciam. Toda a «gente» pensava que ele era muito mau, solitário e egoísta, mas não, quem fazia todas as maldades era a Cobra Cascavel.

Quando chegou a primavera, o Gato Malhado acordara do seu sono sem sonhos, abrira os seus olhos pardos e estendera os braços. Todos os habitantes tiveram reações muito estranhas: o Pato Negro, que costumava admirar o Gato Malhado, quase que caiu de espanto ao vê-lo a rir, a Galinha Carijó de tanto gritar desmaiou nos braços dos seus pintainhos, os pombos silenciaram os arrulhos de amor e recolheram-se todos no pombal, e assim aconteceu uma debandada geral.

De repente, o Gato rebolou na relva e soltou um miado. Levantou a cabeça para sentir o calor do sol e reparou que o parque, em pouco tempo, ficou vazio. Ao princípio, o Gato ficou admirado por que é que todos os habitantes fugiram, quando o parque estava tão encantador naquele momento da chegada da primavera. Depois, achou que e Cobra Cascavel tinha aparecido, então olhou para todo o lado mas não encontrou sinais da Cobra e foi aí que percebeu que todos fugiam dele. Seguidamente, olhou para cima de uma árvore e reparou que num alto ramo uma jovem e bela andorinha lhe sorria.

O Gato, muito admirado, perguntou-lhe se também não ia fugir dele e ela respondera que não. O Gato Malhado apaixonou-se logo que viu a Andorinha Sinhá e ela também. Começaram, então, a passear pelo parque e o amor aumentava cada vez mais. O Gato Malhado chegara a sentir um bocadinho de ciúmes do Rouxinol, pois ele era o professor de canto da Andorinha e tinha medo que ela se apaixonasse por ele. Mas, pelo contrário, a bela e simpática Andorinha, apesar de receber os mais simpáticos elogios dos seus companheiros, apaixonava-se cada vez mais, pelo Gato Malhado. Assim, durante o verão viveram momentos inesquecíveis, partilharam experiências, conversaram muito e trocaram sorrisos expressivos.

Só que no parque havia uma lei para ser cumprida. Cada animal só podia casar com outro de sua raça. Então os pais da Andorinha Sinhá não aceitavam que a sua filha pudesse gostar do Gato Malhado, por isso obrigaram-na a casar com o Rouxinol …

Será que a Andorinha Sinhá irá casar com o Rouxinol? Esta é uma fantástica história de amor!

Leiam este livro para descobrirem o que se passou na estação do outono e do inverno … Vão adorar!!

Filipa Ferreira

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    Eu vou apresentar-vos o livro ” As Bruxas” que foi escrito pelo Roald Dahl. Este livro fala-nos de um menino que vivia na Inglaterra com os seus pais; ele tinha uma avó a viver na Noruega. A Noruega é um sítio onde existem muitas bruxas e a história vai  desenrolar-se a partir daí.
    Um dia, enquanto os pais e o menino estavam a viajar para ir ver a avó, tiveram um acidente, mas por sorte o menino sobreviveu e ficou a viver na Noruega com a avó.
A avó, como sabia que na Noruega havia muitas bruxas, disse ao seu neto várias caraterísticas delas, como identificar uma para se proteger. Mas nenhuma delas o ajudava realmente a reconhecer uma.
    No dia seguinte, chegou um senhor de fato preto com uma mala a casa da avó e esteve a falar com ela durante muito tempo. Quando o senhor foi embora, a avó foi ter com o neto e disse-lhe que iam viver para Inglaterra. O menino ficou triste e perguntou  à avó se na Inglaterra havia bruxas. Ela logo lhe respondeu que não havia muitas, mas as que havia eram das piores. E era lá que vivia a poderosa-bruxa-mor, a chefe das bruxas todas de todo o mundo! Então lá foram eles. Um dia, enquanto o rapaz brincava no jardim, apareceu -lhe uma bruxa; ele soube reconhecê-la, pois estava um dia radiante de sol e ela estava a usar luvas, uma das caraterísticas que a avó lhe tinha dito.
    Quando estavam quase a chegar as férias de verão, a avó ficou doente; logo tiveram que anular as férias na Noruega e optaram por ir para um sítio mas perto. Então foram passar as férias ao hotel, mas antes a avó ofereceu ao seu neto dois ratos brancos de estimação. Ao chegarem ao hotel, o diretor foi ter com eles e deu-lhes as boas vindas. Quando se instalaram no quarto, uma empregada foi lá e viu os ratos em cima da cama; ela começou a gritar e foi chamar o diretor o sr. Stringer. Ele disse que, se os ratos não estivessem sempre presos, deitava-os ao lixo.
    Então o jovem rapaz foi logo procurar uma sala para brincar com os ratos. Rapidamente encontrou uma sala que tinha um aviso “Acesso interdito, esta sala está reservada para a reunião anual da sociedade real para a prevenção da crueldade contra as crianças”. Ele esconde-se atrás de um biombo e fica lá a brincar com os ratos.

   Passado um pouco, entram algumas mulheres. Quando ele tenta sair as várias mulheres começam a tirar as perucas, luvas e sapatos. Quem serão estas mulheres? Será que o vão descobrir?

Vais adorar ler este livro!

Leonor Rodrigues

 

1O livro que li é da autoria de W. Bruce Cameron, chama-se “ A história de Ellie”, Editorial Presença, sendo ilustrado por Richard Cowdrey.

O autor descreve a história da vida de uma cadela, de raça alemã, muito especial, adorável, esperta e divertida. A história é contada/narrada pela própria cadela chamada Ellie, que conta o dia a dia da vida humana sob ponto de vista de um cão. Descrevendo o mundo humano de forma muito engraçada.Ellie mostra-nos que como um cão pode amar, proteger, e ser mais um amigo do homem. E ainda que os cães têm grande capacidade para ajudar o homem.

Ellie é uma cadela que nasce no seio de numa família vulgar e que possui mais sete irmãos. Essa família como não tinha capacidade para ficar com todos os cachorros, dá-os a outras famílias para que cuidem deles. Ellie não gostou de ter de se separar de sua mãe e dos seus irmãos cachorrinhos, mas quando chegou a casa de Jackob percebeu que era uma cadela muito bem-vinda àquela casa.

Ellie foi adoptada por Jakob , um homem que vivia sozinho, era uma pessoa triste e que era polícia de profissão. Ellie logo se apercebe da solidão de Jakob, pois ele nunca tinha visitas e vivia somente para a profissão. Ela conseguia facilmente distinguir os todos os cheiros de coisas, de comida, os odores de pessoas, pois tinha um faro apuradíssimo. E depressa começou a conhecer certas palavras, e o que certas palavras significavam como: “busca” “vem”, e, “senta”.

Jakob começou a ser treinador de Ellie, treinando-a como cão de busca e salvamento de pessoas desaparecidas e feridas nas mais variadas situações de acidentes e catástrofes naturais (porque nesta história Ellie procurou pessoas nos escombros de um terramoto).

Jakob efetuava treinos diários com Ellie nos parques, em locais ermos, fazendo-a cheirar peças de roupa para que ela encontrasse as pessoas que vestiram essas roupas. Os treinos eram quase sempre efetuados com um outro colega polícia de Jakob chamado Wally. Entre os três nasceu uma grande cumplicidade e Ellie já conseguia encontrar pessoas nos mais diversos locais. O que mais assustava Ellie era a água. Não gostava de entrar na água porque tinha dificuldade em nadar, pois não sabia como mexer as patas.

Até que um dia Jakob, para testar a capacidade de Ellie em salvamentos na água, atirou-se para um lago e fingiu que estava a afogar -se. Ellie ficou nervosa, hesitante, mas como era uma cadela corajosa e estava em causa a vida da pessoa de quem mais gostava, atirou-se à água, e com grande valentia e concentração conseguiu salvar Jakob e tirá-lo do lago.

Os treinos para Ellie eram considerados para ela como trabalho e sempre que Ellie o fazia bem, Jakob agradecia-lhe chamando-lhe “ Linda Cadelinha Ellie”, e depois coçava-lhe por detrás das orelhas, e ela adorava ! Ellie adorava o gesto e ficava feliz porque Jakob tinha também ficado feliz com ela. Existia uma enorme cumplicidade e amor entre Jakob e Ellie.

Ellie encontrou uma menina desaparecida dos pais na praia, e retirou alguns mortos dos escombros de um terramoto. Mas Ellie não gostava de encontrar pessoas mortas a quem chamava de “pessoas frias”, e apenas conseguiu salvar uma única pessoa com vida, e ficou radiante..

Ellie só não compreendia porque Jakob vivia sozinho e estava sempre triste, até que um dia viu Jakob, comprar flores e estranhou, porque nunca o tinha feito antes. Depois Jakob pediu a Ellie que fosse consigo na carrinha até que chegaram a um «…grande jardim cheio de pedras lisas que se destacam da relva macia …». Ela manteve-se sempre perto de Jakob, mas não sabia que lugar ara aquele. Seria mais um trabalho, pensava. Logo percebeu que não, pois Jakob ajoelhou-se e colocou as flores junto a uma dessas pedras e as lágrimas caíam-lhe pelo rosto. Ellie sabia que isso significava tristeza e procurou confortá-lo mantendo-se junto a ele e enfiando o focinho por debaixo de suas mãos. Depois percebeu que se tratava da esposa dele que falecera e por isso Jakob era uma pessoa triste e solitária .

Certo dia, o Trabalho de Ellie consistia em encontrar um menino que tinha sido raptado por um homem. Ellie segui-lhe o rasto, e foram parar a uma cabana no meio da floresta. Neste trabalho participaram vários elementos da Polícia, incluindo Jakob que nunca abandonava a sua cadelinha. Depois de colocarem o menino a salvo, Ellie persegui o homem que tinha uma arma. Chegados a uma clareira da floresta, o homem colocou-se por detrás de uma árvore e apontou a arma a Jakob. Ellie tinha sido treinada para não atacar, mas apenas e só para procurar pessoas, mas, quando viu a vida do seu amigo ameaçada, saltou para o braço do homem mordendo-o; contudo, não conseguiu evitar que Jakob fosse atingido a tiro. Ele ficou inanimado, e, cheio de sangue, foi transportado de helicóptero para o hospital. Ellie não se queria se separar dele e queria ir no helicóptero com o seu dono, mas os restantes polícias não a deixaram.

Sobreviverá Jakob ao tiro de que foi alvo? Com quem ficará Ellie ?

Afonso Marques Ribeiro

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Amigo rima com silêncio quando estamos tristes.

Amigo rima com diferença quando aceitamos um não.

Amigo rima com carinho quando estamos sós.

Amigo rima com azul quando voamos de mãos dadas.

Amigo rima com confiança quando guardamos um segredo.

Amigo rima com alegria quando brincamos juntos.

Amigo rima com felicidade quando partilhamos os sonhos.

Amigo rima com desafios quando os enfrentamos juntos.

Amigo rima com manhã quando acordamos a pensar nele.

Amigo rima com lealdade quando cumprimos o que prometemos.

Amigo rima com paixão quando nada nem ninguém nos separa.

Amigo rima com alegria quando me sinto triste.

Amigo rima com responsabilidade quando pedimos um favor. 

Amigo rima com igualdade quando somos diferentes.

Amigo rima com olhar quando dispensamos as palavras.

Amigo rima com cumplicidade quando escondemos uma asneira.

É bom ter um amigo!!!

Trabalho coletivo, 5º A (variações sobre a temática da obra “História de um Gato e de um Rato que se Tornaram Amigos“, de Luis Sepúlveda.)

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Este livro conta-nos a história de um rapaz cujo nome é Peter Stone, tem 12 anos, e tem uma personalidade própria, porque é tímido, tem problemas em comunicar, adora estar sozinho e em locais calmos e tranquilos. Por sua vez, a sua família é o seu oposto porque Peter, que adora o silêncio, tinha uma família bastante barulhenta.

A acrescer a isso, Peter era vítima de “bullying” na escola, e seus pais em vez de o ouvirem, optavam sempre por soluções erradas de que Peter não gostava, como colocando-o no karaté, em campo de férias e outras, e, por isso, não resolviam o problema.

Até que um dia, seus pais resolveram ir morar para um local mais calmo, junto de um vasto vale. Os vizinhos mais próximos estavam a cerca de 2 km. Peter descobriu perto de casa um vale e adorava lá estar, pois tudo era paz, silêncio, tudo era calmo e maravilhoso.

Um dia, Peter estava sentado num rochedo, junto do riacho, e sentiu passos de alguém. De imediato olhou e viu diante de si uma rapariga da sua idade, de cabelo curto e de cor vermelho. Ela chamava-se Annie, era extrovertida, adorava desenhar e fazer arte com tudo aquilo que existia na Natureza. Tal como Peter, adorava, também, a tranquilidade e paz que o vale oferecia. Annie era, contudo, uma menina doente, que sentia frequentemente fortes dores de cabeça, pois tinha cancro (leucemia), e estava ali porque tinha pedido à mãe vir para um campo de férias ali perto do vale, antes de iniciar mais um tratamento de quimioterapia.

Os pais de Annie também não a compreendiam, pois ela recusava-se a efetuar mais tratamentos de quimioterapia, antes queria efetuar um tratamento inovador que estava em experincia^, mas que só seria testado dali a uns três meses. Os pais de Annie não concordavam, e impunham a sua vontade, pois Annie poderia morrer antes disso. Por isso, tal como Peter, aproveitava cada um dos momentos em que estava no vale.

Os dois adolescentes passaram a encontrar-se diariamente no vale, conversando sobre si mesmos, divertindo-se com os pirilampos, os campos em flor, o riacho, e passavam também longos períodos em silêncio maravilhados com o vale. Acreditavam que o vale era mágico e que lhes iria realizar todos os desejos.

Entre eles nasceu uma bela, forte e genuína amizade.

Peter conheceu, também, dois rapazes que eram irmãos e viviam ali perto, mas eram meninos egoístas e malvados que gostavam de fazer maldades. Esses dois irmãos, sem qualquer motivo, só por mero prazer, passaram a bater fortemente no Peter e a proibi-lo de se queixar aos seus pais. Mais uma vez, Peter era vítima de violência e não se defendia por achar que seria pior para si. O seu único refúgio era o vale. Era aqui que ele se sentia bem e feliz, junto da sua amiga Annie.

Um dia, os dois amigos decidem fugir de casa e ir viver para o vale que conheciam muito bem, e sabiam que ali seus pais nunca os iriam encontrar, na medida em que o vale era enorme e denso. A fuga no interior do vale foi mágica, tiveram os pirilampos a traçar-lhes e iluminar-lhes o caminho, a relva a servi-lhes de colchão fofo, frutos silvestres (amoras) como alimento, e no dia seguinte enlamearam-se junto ao rio e banharam-se nele.

Mas a felicidade de serem livres durou pouco porqu de repente, Peter avista os dois rapazes e de imediato pede a Annie para se esconder atrás de uma rocha que existia no meio do rio. Os rapazes cumprimentaram Peter, mas não viram Annie, troçaram dele, e depois resolvem pegar num pedregulho enorme e atirá-lo contra ele para o atingir e magoar. Mas, por azar, acertam com o pedregulho na cabeça em Annie, que de imediato cai no rio, e a cabeça começa a sangrar, pois com o impacto do pedregulho abriu um enorme golpe. Os rapazes em vez de ajudarem fogem dali. Peter, aflito, vai ao seu encontro de Annie que estava inanimada e quase a afundar-se. Ele tira-a para a berma do rio e ata-lhe a sua t-shirt à volta da cabeça. Fica desde logo muito preocupado, pois estão sozinhos no vale, longe de tudo, de casas, da estrada, ninguém sabe onde estão. Peter não podia deixar Annie sozinha, nem carregá-la e levá-la consigo, para pedir ajuda.

Então, num gesto de desespero, Peter pede ajuda ao vale.

Como sairão os dois amigos dali? Annie sobreviverá?

Afonso Marques Ribeiro

Nesta história, conhecemos um menino chamado Henrique que viveu uma grande amizade e uma inesperada aventura.

Um dia, o seu pai trouxe para casa uma cabra e Henrique tinha ficado com a tarefa de ser seu dono. Chamou-lhe Pernas Tortas e levava-a diariamente a pastar. Certo dia, ela fugiu para o quintal do Chico da Juliana, um homem velho arrogante que ainda mais furioso ficou quando soube que a cabra lhe comera a sua colheita.

Henrique preferiu ir desculpar-se ao Chico da Juliana que, inesperadamente, o perdoou e os dois ficaram amigos.

Depois deste acontecimento, Henrique visitava várias vezes este novo amigo e descobriu que ele afinal era um grande artista. Naquela altura, andava a fazer uma escultura de um anjo, que pedira a Henrique para o colocar na sua campa quando este falecesse. E assim aconteceu: quando o amigo partiu para o outro mundo, Henrique cumpriu a promessa com as suas próprias mãos e lá foi colocar o anjo azul no cemitério, demonstrando assim o valor de uma grande amizade.

Passados alguns dias, aconteceu nova peripécia na vida de Henrique. Foi quando o Abílio e o Zé Courinho, dois rapazes que admiravam a Otília, a irmã do Henrique, disputaram o amor da rapariga.

Queres saber qual deles foi o pretendido?

Posso ainda adiantar que houve uma fuga no dia do casamento de Otília. Quem seria?

Queres saber o que aconteceu mais na vida deste pacato rapaz?

Lê esta história que certamente te interessará. Podes encontrá-la na nossa biblioteca.

João Rodrigues

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