Acabei de ler um livro fantástico!

   Tiago era um menino muito distraído e sonhador e a sua professora chamava-o à atenção diversas vezes, porque ele vivia no “mundo da lua”. Passava o tempo a sonhar com desertos, camelos e outras coisas que inventava.

   Tiago vivia com o seu tio Hipólito, pois seus pais tinham morrido numa viagem à volta do mundo, num acidente de automóvel.

      Um dia, a namorada do tio Hipólito, a Mafalda, mais a sua filha Rita, tinham combinado ir ao Palácio da Lua Nova. Tiago, cheio de curiosidade, foi também. Quando chegaram ficaram todos a admirar as velharias daquele Palácio. Tiago e Rita subiram umas escadas que iam ter a um sótão. Nesse sótão havia outras escadas ainda maiores. Rita encontrou uma garrafa de vidro, onde na rolha estavam gravadas umas letras. Rita decidiu descer aquelas escadas todas para ir buscar uma lupa. Pegaram nela e observaram, com atenção, as letras da rolha, mas estas não faziam sentido – Alupapulapara. Tiago repetiu três vezes esta palavra e, de repente, começaram a ficar pequeninos e entraram na garrafa. Dentro da garrafa existiam duas ilhas Alupapulapara e Trupalupapara. Quando Rita e Tiago chegaram a Alupapulapara encontraram Anis e Ana Ana que eram dois habitantes da ilha. Anis e Ana Ana apresentaram os seus filhos, os cinco anicos, que se chamavam Anil, Anel, Andor, Anica e Âncora. Também apresentaram o seu cozinheiro, o Chlép. Nessa ilha, havia um pirata que não deixava ninguém passar para Trupapulapara. Um dia esse pirata feriu a asa de uma bela fada. Quando isso aconteceu, todos os habitantes da ilha com a ajuda do Tiago e da Rita, foram, de noite, combater o pirata, mas afinal ele era boa pessoa, apenas cumpria as ordens deixadas pelo pai. Nesse dia, todos os habitantes, Tiago e Rita ficaram amigos do pirata.

              Será que o Tiago e a Rita vão voltar ao seu tamanho normal?

Leiam o livro para descobrirem!

 

Filipa Ferreira

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z7frmpgknr6uee3trym7iald   O livro que li tem como título Sexta-Feira ou a Vida Selvagem, do escritor Michel Tournier.

   Robinson era um comerciante inglês, de York, que deixou a sua mulher e dois filhos, e partiu numa viagem num barco chamado “Virgínia” para fazer trocas comerciais com o Chile. Após uns dias de navegação, houve uma grande tempestade e o barco em que navegava naufragou. O capitão, toda a tripulação e materiais foram levados pelas gigantescas vagas. O único sobrevivente foi Robinson que acordou, um pouco magoado, numa praia de uma ilha deserta. Começou, então, a explorar a ilha, mas sempre com um enorme desejo de voltar para junto da sua família. Quando, ao longe, avistava um barco corria a fazer uma fogueira ou a colocar lume num enorme tronco que parecia uma tocha, visível a muitos quilómetros de distância, para ser visto. Depois, com materiais do “Virgínia”, começou a construir um barco, ao qual deu o nome de “Evasão”. Porém, apercebeu-se que construiu o barco na praia e não o conseguiu levar para o mar. Desistiu dos trabalhos e começou a civilizar a ilha. No meio dos destroços do barco, Robinson encontrou o seu cão Tenn e este ficou todo feliz por voltar a ver o seu dono. Robinson, tentando viver como numa civilização, fez construções, cultivou campos, domesticou animais selvagens, fez leis para ele cumprir, nomeou-se governador e deu um nome à ilha “Speranza”.

   Certo dia, aparece um grupo de índios na ilha a fazer os seus rituais e iam matar um índio. Este, perseguido por outros dois índios, começara a correr e Robinson ajuda-o a fugir e acolhe-o na ilha. Quando os índios foram embora, Robinson dá-lhe o nome de Sexta-Feira, (pois foi acolhido numa sexta-feira) ensina-lhe regras de civilização e passa a ser seu grande amigo e empregado. Mas Sexta-Feira não entendia por que razão tinha de viver com todas aquelas regras e, por vezes, não obedecia ao seu governador. Um dia, Robinson vai até a uma gruta descansar e pensar e Sexta-Feira logo começou a fazer asneiras. Começou a fumar e quando Robinson apareceu chamou por ele e Sexta-Feira atirou o cachimbo para cima de uns barris de pólvora, provocando uma enorme explosão, que destruiu toda a ilha e matou o velhinho Tenn.

   A partir daí, os dois passaram a viver como selvagens. Sexta-Feira ensinou a Robinson a construir coisas à maneira dele, novos cozinhados e também a comunicar por gestos. Um tempo após, Sexta-Feira, com o seu óculo, avistou ao longe um barco a vir em direção à ilha e foi logo avisar Robinson e este ficou feliz. Passado algum tempo o comandante William Hunter convidou-os para ir com ele navegar, no seu grande barco, de nome “Whitebird”.

Será que Robinson e Sexta-Feira vão aceitar a proposta do comandante?

Robinson voltará para a sua terra?

Se ficaste com curiosidade e queres saber o destino de Robinson e Sexta-Feira, lê este interessante e fantástico livro.

Filipa Jorge Ferreira

60440016_cidades_de_papel   Este livro relata-nos a história de um rapaz, Quentin Jacobsen, e da sua amiga Margo Roth Spielgelman. Margo e Quentin já eram amigos desde os nove anos quando os dois se mudaram para Jefferson Park. Eles davam longos passeios de bicicleta pelo parque e um dia encontraram um homem com uma poça de sangue em volta dele, e também com uma pinga de sangue escorrendo-lhe pela boca; imediatamente descobriram que ele estava morto. Quentin, como era tímido e reservado, não deu importância ao assunto, no entanto, o seu oposto, Margo, queria saber tudo a respeito do homem e sempre dizia que todos os fios do homem estavam partindo. Depois veio-se a saber que o homem se tinha suicidado.

   Passaram-se anos e agora os dois amigos são finalistas do secundário. Margo é muito popular e tem um namorado… Quentin tem dois amigos maravilhosos: Ben e Radar. Certa noite, Margo aparece no quarto de Quentin a partir da sua janela e pede-lhe o carro, mas não só, também diz que queria que ele fosse a conduzir, e acrescentou ainda que naquela noite iam acabar com toda a injustiça. Pegaram no carro às escondidas e partiram primeiro para o supermercado onde compraram: três peixes, veet, vaselina, seis latas de cerveja, uma dúzia de tulipas, uma garrafa de água, lenços de papel e uma lata de tinta de spray azul. De seguida, foram para a casa da ex-melhor amiga de Margo que estava enrolada com o ex-namorado dela que a traíra. Primeiro travaram o carro do James, o ex-namorado, depois avisaram o pai de Becca, a ex-melhor amiga, que esta estava a ter relações sexuais na cave. Nesse momento começaram-se a ver luzes e de repente viu-se sair James nu e tiraram-lhe uma foto. Nessa noite deram-se muitas mais peripécias interessantes e divertidas.  Certo momento, Margo e Quentin foram ver a vista de cima de um prédio. Lá Margo comentou que Jefferson Park era uma cidade de papel onde todas as pessoas são de papel, frágeis, sem se importarem com o que realmente importa;  Margo adiantou que nada a prendia ali… dizia que o seu último fio tinha partido… Quentin pensava que Margo se ia suicidar mas esta negou. Na manhã seguinte, Quentin acordou pior do que estava na noite anterior. Foi à escola como sempre, mas durante dois dias Margo não aparecera na escola. Quando Quentin chegou a casa no fim do segundo dia estavam lá os pais de Margo acompanhados de um detetive. Os pais de Margo diziam que já estavam fartos que ela desaparecesse… diziam que Margo voltaria quando o dinheiro acabasse… que ela era uma adulta… O detive queria falar com Quentin sobre os outros desaparecimentos de Margo e dizer-lhe que ela sempre deixava pistas. Quentin ficou decidido a encontrá-las. À tarde, Ben e Radar foram jogar playstation para a casa de Quentin e ele falou-lhes sobre isso das pistas de Margo. Foi nesse preciso instante que se virou para a janela do quarto de Margo e viu um cartaz nos estores que dizia “ESTA MÁQUINA MATA FASCISTAS”.

   Será que Quentin e seus amigos vão partir na aventura de encontrar Margo? E … se sim, será que alguma vez a irão encontrar??? Se queres descobrir tudo isto e muito mais, lê este empolgante livro, “Cidades de Papel”.

 Francisco Matos

9789897412486    Num dia, quando Mariana entrara no seu quarto, apercebeu-se que Mónica estava doente e passado algum tempo foi a vez de Margarida e da Madalena. Mariana aproveitou-se do assunto para fazer que adoecera também.

    Ao chegar a casa, Manuel encontra o seu irmão Miguel a procurar… a Estrelinha, a coelha que o Filipe ofereceu à Mónica quando começaram a namorar. Chegaram a casa e ninguém sabia dela. Quem a tinha era a Mariana.

    Quando, certo dia, a Estrelinha fez cocó na cama da Mariana, ela enfiou-a dentro da mochila da irmã mais nova, a Margarida, que quando melhorou e voltou a ir a escola teve um grande espanto quando encontrou na sua mochila. Então, quando voltou a casa, disse aos pais e à Mónica que estava desesperada, que a coelhinha aparecera. Com esta brincadeira, a Mariana ficou sem o seu telemóvel, sem o computador e não podia sair de casa com as amigas durante uma semana, logo na semana da festa da Carolina, a sua melhor amiga. Então para se vingar, Mariana passou para o seu telemóvel sons de fenómenos sobrenaturais aterradores e escondeu-o dentro da mala de Carolina. Pôs, ainda, um placard com um aviso na parede da escola que dizia que na rua Vale de Nabais, onde Carolina morava, estavam a existir fenómenos sobrenaturais e que quem ouvisse devia chamar as autoridades.

    Na noite da festa da Carolina, quando já todos dormiam…

    Para saberem o que se passou – e acontecimentos surpreendentes estão para acontecer! – leiam este livro!

    Francisca Silva

Venho apresentar o  livro “Os heróis do 6ºF”, do autor António Mota.

É a história da Manuela que vive com a mãe numa localidade chamada Barroca. A Manuela anda na turma do 6ºF, com ela estão o Miguel e o Chancas Maravilha, que na verdade se chama Américo.

O Miguel e o Américo são os mais rebeldes; um não estuda e falta muito às aulas, o outro é o palhaço da turma, tem uma motorizada velha e ajuda o pai na construção.

A melhor amiga da Manuela é a Helena, que diz não haver segredos entre elas, mas isso é mentira porque a Helena não conta os sonhos mais secretos.

Durante as férias de verão, a Manuela ajudava a mãe no restaurante onde trabalhava a servir às mesas. Nesse restaurante a mãe conheceu o Amadeu, e começaram a namorar; com o tempo a Manuela começou a simpatizar com ele. Passado algum tempo foram viver para a casa do Amadeu que era grande.

O que será que vai acontecer entre o Amadeu e a mãe da Manuela? E a Manuela, será que no final é a mesma jovem que conhecemos nas páginas iniciais do livro?

José Pedro Lourenço